A música pop é, por definição, um fenómeno de massas – por isso se chama “pop”. É um negócio próspero e tem um mercado independente. Nenhum critério político consegue justificar a atribuição de subsídios aos festivais de verão. E ainda menos por um governo eleito pela direita, ou seja, com obrigações de um certo conhecimento e respeito pela iniciativa privada e pela ponderação nas contas públicas.