A indigência das associações empresariais que continuam a lambuzar-se num pouco asseado concubinato com o Estado para se esquivarem das suas próprias responsabilidades e decisões, dependentes das diretrizes do Governo em vez de assumirem com frontalidade a sua proposta asinina e amoral de exigência de vacinação contra a cov19 como novo critério de recrutamento de trabalhadores.