Considerado um dos maiores atores portugueses, Diogo Infante desvenda nesta conversa um olhar atento sobre o papel da cultura no quotidiano, uma posição mais crítica sobre o sistema de educação e o futuro… da televisão, do teatro e passar do tempo. “Não quero reformar-me, quero poder continuar a representar até ser muito velhinho", afirma no auge dos 57 anos sem receios, num momento onde o debate em torno da inteligência artificial e dos direitos de imagem se intensifica e preocupa. “Há uma coisa que eles não podem reproduzir, que são as emoções, a alma”. Uma conversa imperdível!