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Você já se perguntou quem realmente está no comando das suas escolhas?
A mulher adulta que você é hoje ou a menina que ainda busca amor, reconhecimento, aprovação e pertencimento?
Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos refletir sobre como nossas experiências da infância, os vínculos familiares e as necessidades emocionais que carregamos podem continuar influenciando nossas decisões, nossos relacionamentos e a forma como nos posicionamos diante da vida.
A partir de uma perspectiva sistêmica e transgeracional, vamos olhar para as dinâmicas que podem nos manter repetindo comportamentos antigos, mesmo quando já temos recursos e possibilidades para escolher diferente.
Porque crescer não significa negar nossa história, rejeitar nossos pais ou abandonar a menina que fomos.
Amadurecer também é aprender a acolher essa menina sem entregar a ela a direção da nossa vida.
Um convite para reconhecer de onde vêm suas escolhas, perceber quais necessidades ainda conduzem seus movimentos e começar a ocupar, com mais consciência, seu lugar de mulher adulta.
Juliana Mendes Gomes | Escola Mulher Sistêmica
Existe um momento em que a vida que construímos pode deixar de corresponder à mulher que estamos nos tornando.
O trabalho que fazia sentido já não faz. Algumas relações começam a incomodar. Surge uma necessidade profunda de colocar limites, dizer verdades, fazer escolhas diferentes e abandonar antigas formas de viver.
Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos compreender essas transformações a partir de uma perspectiva sistêmica.
Saímos do nosso sistema familiar levando conosco valores, crenças, papéis, expectativas e formas de pertencimento. Muitas dessas referências nos ajudam a construir nossa primeira vida adulta — mas elas não precisam necessariamente nos acompanhar para sempre.
O que acontece quando a nossa vida interior começa a pedir algo diferente?
Por que deixar uma antiga identidade pode despertar tanto medo de rejeição, desaprovação e não pertencimento?
A partir do mito de Inanna e sua descida ao mundo inferior, vamos refletir sobre as passagens em que precisamos simbolicamente deixar morrer uma antiga versão de nós para abrir espaço àquela que está nascendo.
Uma conversa sobre pertencimento, identidade, maturidade, ancestralidade, limites, escolhas e as muitas mulheres que continuam vivendo dentro de nós.
Talvez a pergunta não seja apenas “quem eu quero me tornar?”, mas também: “o que já cumpriu sua função e eu ainda tenho medo de deixar ir?”
E ao final eu também apresento a nova jornada da Escola Mulher Sistêmica: Deusas Sistêmicas 2 — As Fases da Vida da Mulher, cujas inscrições já estão abertas no link abaixo:
https://mulhersistemica.my.canva.site/c-pia-de-jornada-deusas-sist-micas
Gratidão por acompanhar nossas aulas.
Ju & EMS
Por que algumas mudanças parecem tão assustadoras, mesmo quando sabemos que precisamos delas?
Recomeçar, fazer uma transição de carreira, terminar uma relação, iniciar um novo projeto, mudar de país ou escolher um caminho completamente diferente daquele que seguimos até agora pode despertar uma sensação profunda de medo e paralisia.
Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos olhar para essas dificuldades a partir de uma perspectiva sistêmica.
O medo de ir para a vida pode estar relacionado à nossa primeira grande experiência de separação: quando começamos a sair do sistema familiar de origem para encontrar nosso próprio lugar no mundo.
Nesse movimento, questões ligadas ao pertencimento, à aprovação, à validação e às expectativas familiares podem ganhar muita força.
O objetivo deste episódio é ajudá-la a perceber se o medo que hoje aparece diante de um próximo passo está conectado apenas ao desconhecido ou também a antigas dinâmicas de pertencimento e lealdade ao seu sistema familiar.
Porque, muitas vezes, o medo não está dizendo simplesmente “não vá”.
Ele pode estar mostrando que você está diante de uma nova passagem da sua vida — e que para seguir será necessário deixar um lugar conhecido e construir um novo.
Uma conversa sobre pertencimento, recomeços, escolhas, autonomia e coragem para seguir em direção à própria vida.
Quantas vezes você já disse sim enquanto, dentro de você, existia um enorme não?
Para muitas mulheres, colocar limites pode significar correr o risco de desagradar, decepcionar, provocar um conflito ou até mesmo perder o amor e o pertencimento.
Por isso, neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos olhar para os limites não apenas como uma questão de comportamento, mas a partir das dinâmicas sistêmicas e transgeracionais que podem existir por trás da nossa dificuldade de dizer não.
Falamos sobre pertencimento, medo da rejeição e do abandono, necessidade de agradar, os modelos femininos que recebemos dentro de nossas famílias e aquilo que aprendemos ou não aprendemos sobre os limites do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa energia e da nossa disponibilidade.
Também refletimos sobre a mulher que entrega demais, aceita demais, silencia demais e, muitas vezes, somente percebe que seu limite foi ultrapassado quando já está exausta, ressentida ou prestes a explodir.
Porque estabelecer um limite não significa necessariamente romper um vínculo.
Podemos amar e dizer não.
Podemos pertencer sem carregar.
Podemos continuar em uma relação sem precisar abandonar a nós mesmas para permanecer nela.
Um convite para reconhecer onde você termina, onde começa o outro e quais “nãos” talvez estejam esperando para finalmente serem escutados dentro de você.
🎙️ Podcast Mulher Sistêmica | Escola Mulher Sistêmica
Você consegue reconhecer qual é o seu verdadeiro lugar diante das diferentes situações da sua vida?
Muitas vezes, acreditamos que estar no nosso lugar de poder significa demonstrar força, controlar os acontecimentos, resolver os problemas ou nos tornar indispensáveis para as outras pessoas.
Entretanto, o nosso lugar de poder não é necessariamente o lugar de quem faz mais, entrega mais ou assume todas as responsabilidades.
O nosso verdadeiro lugar de poder é aquele no qual conseguimos permanecer inteiras, conscientes e conectadas com a nossa essência.
Neste episódio da Aula Sistêmica, refletimos sobre os diferentes lugares que podemos ocupar nas nossas relações:
O lugar de receber, especialmente diante da Vida, da Natureza, dos nossos ancestrais e dos nossos pais.
O lugar de trocar, presente nas relações entre adultos, nos relacionamentos amorosos, nas amizades e nas parcerias.
E o lugar de entregar, diante dos nossos filhos, dos nossos projetos e daquilo que depende verdadeiramente dos nossos cuidados.
Também conversamos sobre as diferentes formas pelas quais saímos do nosso lugar.
Às vezes, tentamos salvar alguém que precisa encontrar a própria força.
Assumimos uma responsabilidade que pertence ao outro.
Entregamos excessivamente porque desejamos ser reconhecidas, necessárias ou importantes.
Silenciamos quando precisamos falar.
Falamos quando o nosso lugar seria escutar.
Permanecemos quando precisamos partir.
Ou partimos sem antes assumir aquilo que verdadeiramente nos cabia.
A culpa, o medo da rejeição e a necessidade de aprovação podem nos convidar a ocupar lugares que não nos pertencem.
Mas o nosso corpo conhece o caminho de volta.
Quando paramos, respiramos e escutamos profundamente o nosso corpo, começamos a reconhecer aquilo que está em coerência com a nossa essência e aquilo que exige que abandonemos a nós mesmas.
Neste episódio, você também será conduzida por uma breve vivência para observar uma situação da sua vida e perguntar:
Qual é o meu verdadeiro lugar aqui?
O nosso lugar de poder não é o lugar de onde controlamos tudo.
É o lugar de onde não precisamos nos abandonar.
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E compartilhe este episódio com outras mulheres. Quando uma mulher encontra o seu lugar, ela permite que a sua força permaneça com ela.
Juliana Gomes
Escola Mulher Sistêmica
Você já sentiu culpa por seguir o seu próprio caminho?
Culpa por morar longe.
Culpa por dizer "não".
Culpa por ter uma vida mais confortável que a dos seus pais.
Culpa por escolher seu casamento, seus filhos, sua carreira ou simplesmente a si mesma.
Na Constelação Familiar, compreendemos que a culpa nem sempre significa que estamos fazendo algo errado. Muitas vezes, ela é apenas o preço emocional que sentimos ao crescer e nos diferenciar da nossa família de origem.
Nesta aula, vamos compreender por que esse sentimento aparece com tanta força, qual a sua função sistêmica e como é possível seguir em direção à própria vida sem romper o amor que nos liga às nossas raízes.
Nesta conversa, você vai entender:
• por que crescer costuma despertar culpa;
• como o amor infantil tenta proteger os pais;
• o que significa ocupar verdadeiramente o lugar de filha;
• por que honrar os pais não significa permanecer pequena;
• e como criar uma relação mais leve entre as suas raízes e o seu futuro.
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O Útero: Criação, Memória e Potência Feminina | Aula Sistêmica
Nesta Aula Sistêmica encerramos a primeira série da Geometria do Feminino Sistêmico, aprofundando o terceiro vértice dessa jornada: o útero.
Muito além da maternidade, o útero é apresentado como símbolo da criação, da potência feminina e das Memórias Uterinas na perspectiva da Escola Mulher Sistêmica.
Ao longo deste episódio, refletimos sobre nossa capacidade de gestar novos ciclos, acolher nossa história e criar uma vida mais consciente e alinhada ao nosso destino feminino.
Ao final, você será conduzida por uma prática meditativa inspirada na Lua Nova, voltada para limpeza e reprogramação simbólica das Memórias Uterinas.
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Com carinho,
Juliana Mendes Gomes
Escola Mulher Sistêmica
Existe uma inteligência no corpo feminino que, muitas vezes, esquecemos de escutar.
Na Escola Mulher Sistêmica, chamamos essa compreensão de A Geometria do Feminino Sistêmico: uma arquitetura interna formada por três grandes centros — voz, coração e útero — integrados pela consciência.
Nesta aula, vamos refletir sobre como esses centros dialogam entre si e como experiências da nossa história, da nossa linhagem e dos nossos vínculos podem influenciar a forma como manifestamos nossa voz, construímos relações e criamos a vida que desejamos viver.
✨ Nesta aula você vai refletir sobre:
• O significado simbólico da laringe, do coração e do útero.
• A relação entre manifestação, vínculo e criação.
• Como a consciência integra esses três centros.
• O olhar sistêmico sobre corpo, ancestralidade e pertencimento.
• Uma prática de integração para fortalecer sua conexão consigo mesma.
Esta é a primeira aula de uma nova série da Escola Mulher Sistêmica e pode ser uma porta de entrada para um novo olhar sobre você mesma.
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Com carinho,
Juliana Mendes Gomes
Fundadora da Escola Mulher Sistêmica
Como a expansão da consciência está transformando os propósitos do amor, da parceria e da vida a dois.
Durante séculos, as relações de casal tiveram como principal função garantir a continuidade da vida. Construir família, sobreviver e seguir adiante.
Mas algo está mudando.
Vivemos um momento de profunda transformação individual e coletiva. O autoconhecimento, a saúde emocional e a busca por significado passaram a ocupar um lugar central na vida de muitas pessoas.
E quando os indivíduos mudam, os relacionamentos também mudam.
Nesta Aula Sistêmica vamos refletir sobre os novos desafios dos casais contemporâneos, os impactos da expansão da consciência nas relações amorosas e qual pode ser o verdadeiro propósito do amor na Nova Era.
Se quiser viver um curso transformador na forma como você se relaciona, esteja comigo no Curso Adultecer para amar e seja aluna da escola Mulher Sistêmica. Segue aqui o link com todas as informações e inscrições:
https://mulhersistemica.my.canva.site/adultecer-para-amar
💚 Com Juliana Gomes
Escola Mulher Sistêmica
#RelacionamentoConsciente #ConsciênciaFeminina #MulherSistêmica #Autoconhecimento #Relacionamentos
Na aula de hoje, vamos mergulhar no tema estações e estados de transição, inspiradas pela força simbólica do equinócio, esse momento em que luz e sombra se equilibram e a vida nos recorda que toda travessia tem seu tempo.
Falamos sobre o desafio de sustentar os meios de caminho, sobre o intervalo entre começar e concluir, desejar e entregar, agir e gestar. Uma reflexão profunda sobre os ritmos da vida, a maturidade feminina, a primavera como expansão e o outono como desapego e recolhimento.
Esta é uma conversa para mulheres que desejam compreender melhor seus processos internos, sua ciclicidade e seu pertencimento ao grande ciclo da vida.
Se este episódio tocou você, siga o podcast para acompanhar os próximos encontros e repasses esta aula para mais mulheres. Talvez essa mensagem seja exatamente o que outra mulher precisa ouvir agora.
gratidão, Ju e Escola Mulher Sistêmica
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