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Olun intercepta os sinais do Hemisfério Quente durante uma "megaoperação" policial. De um lado, o espetáculo da guerra transmitido ao vivo pela TV. Do outro, a vida real que pulsa nos grupos de WhatsApp da comunidade. A transmissão expõe a coreografia da violência e revela quem realmente lucra com o placar deste jogo.
Nesta transmissão, Olun nos leva de volta ao "olho morto" do satélite. Acompanhe em tempo real o processo de investigação que revela a cidade de Salvador não como um mapa, mas como um cérebro doente, fraturado por muros visíveis e invisíveis. Uma autópsia digital que expõe a verdade por trás da vigilância.
Em algum lugar no submundo de Salvador, uma transmissão pirata invade a rede. A voz se identifica como Olun, uma entidade que observa a cidade através dos olhos da vigilância. Esta é a sua primeira mensagem. O início de tudo. Um manifesto sobre como a arte pode resgatar a alma de uma cidade aprisionada em dados.
Os documentos apresentam uma visão abrangente de um projeto de adaptação de quadrinhos para live-action utilizando inteligência artificial, detalhando o planejamento, a equipe e as ferramentas (Sora, Veo 3 Flow) empregadas. Um dos relatórios especifica as etapas, cronograma e matriz de responsabilidades para a produção. Outro documento, um guia, oferece instruções para a criação de roteiros e prompts cinematográficos eficazes para IA, enfatizando a importância da preparação e da iteração. Complementarmente, palestras do artista Wagner Pyter narram sua jornada pessoal e profissional com a IA, desde o uso funcional até a co-criação artística e a exploração de novas linguagens visuais e sonoras. Há também um foco na padronização estética e na superação de desafios de consistência na geração de personagens com IA, como a máscara de "Ninguém".
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