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Este vídeo é o quarto de uma série em que comento três ensaios críticos do escritor Don Herron, publicados no meio da década de 1980, sobre as primeiras obras de Stephen King. Ele questiona os méritos de King como autor de terror, à luz da tradição literária do gênero.
Os três ensaios de Herron podem ser encontrados no livro Death Lit, disponível para venda na Amazon (link de associados, com percentual da compra indo para mim): https://link.amazon/B0i8r9MIs
Aos que desejem conhecer melhor Don Herron, o site oficial dele é: Up and Down These Mean Streets | The official website of Don Herron
Neste vídeo, comento o discurso do Papa Leão XIV a um grupo de escritores convidados, durante o aniversário de 100 anos da editora do Vaticano (Libreria Editrice Vaticana).
Abordo como, para Sua Santidade, escrever é um ato de descoberta da verdade sutil que se encontra presente na realidade. Depois, trato da escrita como um ato de humanidade, já que ela abrange todo o espectro da experiência humana e, nisso, permite-nos descobrir perspectivas e pontos de vista diferentes dos nossos. Em seguida, comento como a literatura revela, por meio de histórias, a presença de Deus. Por fim, concluo, junto com o discurso, que os escritores são necessários para criarem espaços de liberdade e autenticidade, por meio dos quais a graça divina pode fazer ressoar a promessa da consolação e da paz.
Leia na íntegra o discurso (em inglês) aqui: https://www.vatican.va/content/leo-xiv/en/speeches/2026/giugno/documents/20260624-scrittori-lev.html
O livro mencionado por mim é The Gift: How the Creative Spirit Transforms the World, de Lewis Hyde. Você pode adquiri-lo aqui (link de associado da Amazon): https://link.amazon/B05EPLegV
Neste vídeo, dou cinco dicas de como aprimorar a leitura, a partir do sistema prescrito pelo escritor norte-americano Scott Fitzgerald no livro College Of One, de Sheila Graham.
As dicas são:
1. Alternar um livro de não-ficção (sem tê-lo terminado) com um de ficção (com obrigação de terminar); encaixar entre um e outro uma obra de poesia.
2. Buscar que todos os livros tenham algo em comum: o autor, o contexto histórico, o estilo literário, os temas etc.
3. Ler de modo ativo, tomando notas, fazendo associações, avaliando etc.
4. Ler com alguma rapidez, de modo a ter uma sensação de progresso.
5. No caso de escritores de ficção e poesia, além dos livros deles, ler biografias consagradas sobre eles, bem como suas correspondências (de preferência em paralelo às obras).
A obra College of One pode ser adquirida aqui (link de associado da Amazon): https://link.amazon/B0bkxZ7bU
Neste vídeo, apresento uma pirâmide de aprendizagem, com os assuntos que um aspirante a escritor de ficção precisa estudar. Trata-se de proposta minha, a partir do que os escritores Stephen King e Goethe defendiam para a formação literária. Para ajudar os interessados a cumprir o programa, compartilho o método de leitura do escritor norte-americano Scott Fitzgerald, o qual comecei a utilizar recentemente e que mudou o modo como eu leio livros.
Neste vídeo, leio a ementa do curso de Letras da Universidade do Maine dos fins da década de 1960, período em que Stephen King foi aluno. Com isso, é possível termos uma ideia do que um aspirante a escritor da época estudava no ambiente acadêmico. Ao fim, sugiro uma adaptação do programa para nós, escritores brasileiros.
Neste vídeo, comento sobre meu novo livro, A Guerra do Fumo (Santo André: Editora Minimalismos, 2026), sobre as características da escrita teatral e, com base em texto de Álvaro Lins, sobre a vantagem do teatro em relação às outras artes. Termino por conclamar os escritores a se dedicarem mais à dramaturgia.
Neste vídeo, leio as três primeiras partes de meu conto A Entrevista do Século. Trata-se da história de um jornalista ateu que, para provar que o Diabo não existe, decide... entrevistá-lo.
Leia o conto completo aqui: https://douglaslobo.substack.com/p/a-entrevista-do-seculo
Neste vídeo, leio e comento resenha minha na revista À Margem sobre o romance The Shards, de Bret Easton Ellis. Trato do estilo, da trama e da realidade social da obra, além de aspectos da estética pós-modernista do escritor. Ambientado em 1981, o livro conta a história de quatro adolescentes de uma escola de elite de Los Angeles cuja rotina é alterada com a chegada de um novo e misterioso aluno.
Leia a resenha aqui: https://amargemliteraria.substack.com/p/uma-espiada-na-elite
Para mais textos do tipo, basta me seguir no Substack: https://substack.com/@douglaslobo?utm_source=user-menu
Adquira o livro The Shards, de Bret Easton Ellis (links de Associados da Amazon):
1. Edição dos EUA: https://amzn.to/3P7KEfb
2. Edição de Portugal: https://amzn.to/4rtBOG9
Neste vídeo, discuto (e critico) o excesso de subjetivismo na literatura contemporânea. Defino os termos “objetividade” e “subjetividade” e mostro como eles se manifestam na obra literária. Menciono a crítica de Goethe ao subjetivismo que dominava a literatura alemã da época dele e detalho como esse mesmo fenômeno cria, nos dias atuais, uma literatura umbigocêntrica e afastada da realidade. Termino lendo, a propósito do tema, trecho do livro O Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho.
Neste vídeo, repasso 14 lições que Mário de Andrade deu a Fernando Sabino, no início da carreira deste, na primeira metade da década de 1940.
Abordo, dentre outras questões, a disciplina do escritor, a necessidade de ambição serena e a busca constante de aprimoramento. Também, a importância de o aspirante a escritor conhecer a que gêneros e famílias espirituais ele se inclina, a autonomia da obra após a publicação e a rejeição (peculiar à visão de Mário de Andrade) da "espontaneidade" e da "sinceridade" na feitura literária. As cartas trocadas entre os dois estão reunidas no livro Cartas a um Jovem Escritor e suas Respostas, publicado pela editora Record. Adquira a obra aqui: https://amzn.to/4kuteFj
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