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NBC é Natural Black Color. Mas também poderia ser CNN., Cor Negra Natural. Seriam Filhos d'1 Deus Menor, se juntássemos o irmão, Black Mastah, que participa via telefone a partir de Manchester. Ouve-se A Mensagem. Escuta-se o coração. Torres e reis, no roque de um Xadrez feito à mão no início dos anos 90.
Vamos ao Vira. E torna a virar. Até de Stand Up se vai falar. Da música portuguesa aos concertos em Portugal, com preconceitos e cachets pelo meio. A ligação ao Rap, com Sam The Kid, Valete ou os Da Weasel na berlinda. Um programa em que o Slow J também fez perguntas. E eu muito respondi. You Are Forgiven, como diria o próprio, é o que eu espero.
As redes sociais são uma oportunidade perdida? A internacionalização e os Poetas de Karaoke, uma cápsula chamada You Are Forgiven e uma família de apelido Sente Isto. Vasco Ruivo, a competividade na produção, a África de Burna Boy ou as raízes portuguesas numa conversa muito Slow J.
Sem mapas ou GPS a conversa com Slow J vai a todo o lado. Da ligação a Papillon à aprendizagem em Londres sem esquecer o álbum mais recente You Are Forgiven e vários concertos que marcaram o percurso de Slow J. Julinho KSD, Stevie Wonder, e não só, também entram na conversa.
Das Cartas a Jovens Poetas à Circunvalação(e não só), o novo álbum Madrepérola. Os convidados, o processo criativo, um elogio a Charlie Beats, a recusa da viúva de Zeca Afonso, a liquida paixão pelo mar. Sophia de Mello Breyner, Mão Verde, o estado actual do Hip Hop/Rap em Portugal e o que dizem os ouvidos de Capicua.
A rapper do Porto fala das reacções ao seu trabalho, das suas referências e da dificuldade em descobri-las no universo Hip Hop no feminino. Os primeiros passos com a ajuda de Mundo Segundo, M7 e D-One. As diferenças de ser mulher num género musical predominantemente masculino.
Falo? Fala! E bem. E muito. Finalmente uma MC n'A Teoria da Evolução. Do novo álbum Madrepérola, que é lançado no dia 17 de Janeiro, ao percurso trilhado no Hip Hop Tuga, desde o ponto de partida ainda de lata na mão. Há por aqui bilhetes de ida e volta.
As mixtapes, partes de Homo Libero a verem a luz do dia, porque não saiu o disco, a importância dos produtores e a inevitável passagem por BFF, com tudo o aconteceu à sua volta.
As credenciais de um dos mais influentes MCs nacionais que não esquece os pioneiros na luta pela preservação da cultura Hip Hop. E a edição em vinil de 2 álbuns históricos.
A Melhor Rima de Sempre pode ter uma versão 2.0, o Canal 115 volta ao activo com a 1.ª maquete e estórias que fazem história. Uma nova produtora a nascer e um nome brasileiro a seguir: MC Marechal.
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