Segundo o Ministério da Saúde, qualquer hospital público com obstetrícia pode fazer um aborto legal, no entanto, na prática, só 85 fazem. A criminalização do aborto não é obstáculo para que milhares de mulheres façam o procedimento de maneira clandestina. No entanto, em clínicas não confiáveis e sem ajuda médica nenhuma, a vida delas corre perigo.
Esse é o contexto que o “Baile de Máscaras” traz para discussão, por meio do trabalho integrado de Língua Portuguesa e Biologia, acerca do tema aborto inserido na embriologia e saúde pública.
A ideia foi dividir a conversa em três partes: mortes de mulheres em decorrência de abortos mal realizados, as consequências sociais e os impactos nos hospitais públicos e privados.
O objetivo desse episódio é trazer reflexão e flexibilidade sobre um assunto que deve ser visto como questão de saúde pública e não algo arbitrário.
Para isso, Beatriz, Bruno, Guilherme, Helena, Isabela, Maria e Thaís contaram com a participação da bióloga Tatiana Ganasevici para o bate-papo, a fim de esclarecer dúvidas sobre a temática.
Acomode-se de mente aberta e venha aproveitar esse Baile de Máscaras!
https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/08/17/brasil-registra-6-abortos-por-dia-em-meninas-entre-10-e-14-anos-estupradas.ghtml
https://www.uol.com.br/universa/reportagens-especiais/aborto-clandestino/ https://www.scielo.br/
https://www.msdmanuals.com/
https://www.jurisway.org.br/v2/dhall.asp?id_dh=16839
https://www.msf.org.br/noticias/consequencias-do-aborto-inseguro
https://piaui.folha.uol.com.br/os-abortos-diarios-do-brasil/
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/07/sus-gasta-r-500-milhoes-com-complicacoes-por-aborto-em-uma-decada.shtml#:~:text=Em%20uma%20d%C3%A9cada%2C%20o%20SUS,raz%C3%A3o%20da%20gravidade%20dos%20casos