Presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), ele fala conosco através de uma entrevista virtual que, mesmo numa condição não presencial, são insuficientes para esconder a empolgação do agricultor ao falar sobre a revolução nos campos baianos.
Júlio é engenheiro agrônomo e agricultor, nascido na cidade de Casca, no Rio Grande do Sul. Chegou ao Oeste da Bahia em 1987, com a esposa e o filho, buscando um horizonte de maior crescimento e novas oportunidades.
Hoje, Júlio é Sócio e dirige o Grupo Fazenda Busato, que reúne 14 fazendas, gerando 1.000 empregos diretos,
O crescimento é fruto do trabalho, da dedicação e da tecnologia que os produtores utilizam, e que falar de sustentabilidade e investimentos em tecnologia no campo dariam assunto para um dia inteiro e conversa.
Ele comenta que o agricultor brasileiro é hoje quem mais produz, mas também é que m mais gasta.
Diante da necessidade do uso de defensivos para combate às pragas e doenças e de uso de fertilizantes para o solo e porisso é também o que menos ganha.
Além das questões no campo, temos uma logística que encarece o custo para o produtor e um excesso de tributação.
O grande desafio para o produtor atualmente é reduzir o custo de produção com as melhorias de infraestrutura para escoar a produção, e reduzir os tributos para que possamos se mais competitivos no mercado nacional e internacional.
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