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O que você faz quando se sente ameaçado?
Será que combatemos ou convivemos com restrições opondo resistência?
Mas e se a vida for muito mais do que resistir?
Talvez a felicidade esteja ligada à integração, ao desapego de nosso eu antigo para crescermos em direções de maior plenitude.
Acho que este pensar paciência com esta ótica revolucionou a minha vida.
Será que vai revolucionar a sua?
Será que amor e felicidade são dois acontecimentos que se relacionam em nossas vidas?
Será possível ser feliz sem amar?
Será possível amar e não ser feliz?
Vamos pensar sobre o assunto?
Você já pensou que talvez exista uma fórmula para produzir felicidade?
Neste episódio penso um pouco sobre a construção autoral da felicidade. Acho que este é um sentimento que possui nossas impressões digitais.
Mesmo assim existem componentes, atitudes e caminhos comuns a todas as felicidades que construímos.
Vamos a 2022 com mais felicidade?
Guiamos nossas vidas através de ideias coletivas e carregamos a esperança de que sejamos prósperos.
Quais são os ícones ocidentais coletivos de prosperidade que você reconhece na sua vida?
Te convido a ouvir o episódio 073 do podcast Acordei Inspirado para aprofundar esta reflexão
Com medo do julgamento externo, muitas vezes calamos nossas vozes internas diante daquilo que nos incomoda e seguimos em frente conflituados sem a oportunidade de elaborarmos nossas questões.
Com medo de incomodar o outro, de sermos mal vistos ou excluídos do contexto social em que estamos inseridos, muitas vezes preferimos calar, mutilar a nós mesmos a buscarmos formas de diálogo e de construção conjunta.
Neste contexto, como será que vemos a presença de Jesus e as celebrações de seu nascimento em nossa vida?
Estaremos abertos a renascer em nossos propósitos e ideais?
Quanta força já conseguimos investir na construção de nós mesmos?
Será que conseguimos nos abrir para contar a ajuda daqueles que estão presetes na vida conosco?
À medida que nos aproximamos do final do ano, este marco cíclico que nos leva a refletirmos sobre a realização de nossos planejamentos e sobre a montagem de um novo ciclo de intensões, vamos identificamos falhas e aspectos individuais que podem ser melhorados.
Naturalmente acabamos desejando referências melhores para nortear nossas ações e acho que é neste sentido que o episódio de hoje nos ajuda.
Nos dirigimos por referenciais ou por influências? Onde estão nossos referenciais?
Você já se sentiu feliz e foi capturado por um sentimento de medo de que aquele momento nunca mais se repetiria?
Por que será que temos dificuldade de vivermos a felicidade em toda a sua amplitude possível?
E se a gratidão for um energético da felicidade?
Muitas vezes nos percebemos ricos e potentes, capazes de suprimos nossas necessidades e às necessidades do próximo mais próximo.
Muitas vezes criamos narrativas de total dedicação ao outro e seguimos pela vida ocultando nossas próprias carências.
Será que é possível nos percebermos carentes e ainda assim suprimos necessidades de outras pessoas?
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