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O filho pródigo só se lembra da casa do pai quando percebe que seus recursos acabaram e que a fome é real. Nesse momento, reconhece o caráter do pai: provedor, generoso e justo, que oferece fartura não só a ele, mas também aos empregados.
Muitas vezes, a culpa e o remorso nos afastam de nossos pais, mas mesmo assim continuamos sendo filhos (Ex. 22:12). Ao voltar, o filho é acolhido pelo pai com alegria, amor e compaixão, sem acusações, e reconectado à família.
O filho mais velho, que já tinha tudo, representa a dracma perdida: mesmo dentro de casa, é possível se perder quando não reconhecemos nosso valor.
Como filhos de Deus, precisamos compreender nossa identidade n’Ele, para viver plenamente como filhos, com autoridade e liberdade que o sangue de Jesus nos deu.
Filhos são uma grande missão, e Deus confia aos pais um papel sagrado: o de conduzir e proteger, assim como José fez com Jesus. Por trás de uma missão cumprida, existe um pai que honra seu chamado, um homem justo com um coração sensível à voz de Deus.
Nesta ministração, vamos refletir sobre como Deus nos capacita para sermos mais que bons pais, sermos maridos que amam e honram suas esposas, pois um lar forte gera confiança e segurança para os filhos. Vamos entender o que significa ter um coração justo, disciplinar com amor e conduzir a família segundo o propósito divino.
Se você é pai, marido ou deseja entender como Deus quer agir em seu coração para direcionar sua família, este momento é para você.
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Jesus, o Deus do Recomeço
João 21.1–14
No culto de domingo (03/08), fomos impactados por uma poderosa reflexão em João 21. Após dias de incerteza e frustração, os discípulos decidem voltar ao que sabiam fazer: pescar. Mas, mesmo assim, nada conseguiram. Foi mais uma madrugada vazia — sem direção, sem resultado, sem propósito.
É nesse cenário de frustração que Jesus aparece na praia. Eles não o reconhecem de imediato, mas Ele os chama:
"Lançai a rede do lado direito do barco."
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O Senhor é o Deus Provedor
No domingo, 20 de julho, nosso pastor Helder, em mais uma ministração da série “Crises”, nos trouxe um olhar sensível sobre como Deus age em nossas crises financeiras e sobre como nós devemos agir.
Em Mateus 17, os coletores do imposto de duas dracmas perguntam a Pedro se Jesus paga os impostos. Esses impostos eram destinados à manutenção do templo, e Pedro responde que sim, sem nem mesmo perguntar ao Mestre, pois conhecia o caráter de Jesus, que era obedecer.
Quando Pedro volta para casa, Jesus o questiona: de quem os reis cobram impostos, dos filhos ou dos outros? Pedro responde: dos outros. Então, Jesus demonstra que Ele estava isento de pagar por ser filho do Rei, mas, para que Pedro não se escandalizasse, manda que ele jogue o anzol ao mar e retire o primeiro peixe.
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Jesus profere essas palavras em um dos momentos mais sombrios
antes da cruz.
Era quinta-feira à noite. Algumas horas antes do Getsêmani, da
traição, da prisão e do início da Paixão.
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Nesta ministração, somos desafiados a olhar para dentro, rever nosso jeito de ser e reconhecer que muitas vezes nossas crises são oportunidades para nos aproximarmos de Jesus e alinharmos nossas amizades.
A fé do centurião nos lembra que mesmo em momentos de dor e limite, Jesus pode agir. Não permita que traumas, orgulho ou isolamento te parem. Permita que Cristo entre na sua história e te ensine a viver relacionamentos que fortalecem a sua caminhada.
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Nesta mensagem ministrada em nossa igreja pelo pastor Helder Vale, vamos aprender com a história de Nabal e Abigail.
Nabal escolheu a grosseria e fechou portas de bênção. Abigail escolheu a sabedoria e salvou sua casa.
Quando Davi enviou homens em paz pedindo ajuda, Nabal respondeu com grosseria e desprezo, negando ajuda a quem o havia protegido, por orgulho e ingratidão (1 Sm 25:10-11). Essa escolha quase trouxe destruição para sua casa.
Mas Abigail escolheu a sabedoria: preparou alimentos, foi ao encontro de Davi com humildade, intercedeu e salvou sua casa do juízo que se aproximava (1 Sm 25:18-31).
Que também possamos escolher a humildade, a sabedoria e a paz, mesmo em momentos de crise.
“A palavra branda desvia o furor.” (Pv 15:1)
João — o discípulo que foi transformado pelo amor.
Ele não começou manso.
Era chamado de Filho do Trovão.
Temperamental. Intenso.
Mas Jesus viu além do seu temperamento.
Viu um coração moldável. Um vaso pronto para ser transformado.
Foi aos pés de Jesus que João aprendeu a amar.
E é ali, bem perto dEle, que nós também somos curados, moldados, refeitos.
Permaneça perto.
Permita ser transformado.
De Filho do Trovão… ao discípulo do Amor.
Um coração que honra a Deus é um coração que tem as virtudes do Espírito Santo
manifestado nas atitudes de alguém transformado. Deus planta em nossos corações, corações
que atrai a presença das pessoas para o Reino de Deus.
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Palavra ministrada pelo pastor da AD Viva, Helder Vale.
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