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  • Calibragem de risco custa R$ 3 bi ao setor elétrico, diz Delta Energia | Luiz Fernando Vianna - diálogos da transição 2026
    No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista André Ramalho recebeu Luiz Fernando Leone Vianna, vice-presidente Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia.
    O executivo trouxe um balanço dos projetos vencedores no leilão de reserva de capacidade — a ampliação da UTE William Arjona (67 MW) e a Usina Campo Grande (150 MW) — e adiantou que a empresa pretende antecipar a entrega de 2028 para 2027, utilizando equipamentos usados em meio a um mercado de máquinas novas inflacionado e com escassez.
    Vianna também fez uma análise crítica da crise de liquidez que atinge o setor de comercialização de energia, apontando como principais causas a distorção do PLD em relação à operação real do sistema e a calibragem do mecanismo de aversão ao risco (CVaR, em inglês), que elevou o custo do setor em R$ 3 bilhões para um ganho marginal de apenas 0,3% na segurança dos reservatórios.
    Ele defendeu que ajustes regulatórios são urgentes para que a abertura do mercado prevista para 2027 não se torne uma "abertura de direito sem efetividade", já que a atratividade do preço e a confiança do consumidor são essenciais para vencer a inércia da migração.
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    🎙️ Entrevistado: Luiz Fernando Leone Vianna, VP Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia
    🎤 Apresentador: André Ramalho, editor de Gás da agência eixos
    📍 Gravado em: Energy Summit 2026 | estúdio eixos | Marina da Glória, Rio de Janeiro
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    🕐 Capítulos
    00:00 — Abertura e apresentação do convidado
    01:29 — Projetos vencedores no LRCAP
    02:38 — Pacificação do leilão e homologação pela Aneel
    02:55 — Antecipação de entregas e busca por equipamentos usados
    04:32 — Crise de liquidez no mercado de comercialização de energia
    05:26 — Tradener e o histórico do mercado livre brasileiro
    06:30 — PLD distorcido onera calibragem do nível de aversão ao risco
    08:30 — Custo de R$ 3 bi para ganho marginal de 0,3% nos reservatórios
    09:19 — Ajustes regulatórios para a abertura do mercado em 2027
    10:26 — Desafios da migração: preço atrativo e confiança do consumidor
    12:04 — Comparação com o setor de telecomunicações
    13:20 — Consolidação do mercado livre e o novo perfil do consumidor varejista
    14:41 — Encerramento e agradecimentos
    #DeltaEnergia #Delta #LRCAP #UTE #termelétrica #térmicasagás #gásimportado #WilliamArjona #energiaeletrica #mercadolivreenergia #comercializaçãoenergia #PLD #PreçodeLiquidaçãodasDiferenças #CVaR #aversãoaorisco #CMSE #transicaoenergetica #EnergySummit2026 #eixos #agenciaeixos #estudioeixos
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    Conteúdo feito com auxílio de Inteligência Artificial e revisado por jornalista.
    16 min
  • EPE projeta 6,6 GW de baterias até 2035 e aposta em armazenamento hidráulico, diz Thiago Prado | diálogos da transição 2026
    No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, a jornalista Gabriela Rude recebeu Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O executivo detalhou as contribuições da estatal para o leilão de baterias previsto para o final do ano, destacando a metodologia locacional que identifica os pontos mais críticos do sistema elétrico e os requisitos técnicos baseados em normativas internacionais.
    Prado revelou que a projeção de armazenamento no Plano Decenal (PDE) saltou de 800 MW para 6,6 GW até 2035, consolidando a tecnologia como peça-chave para manter a renovabilidade da matriz. Ele também abordou os estudos sobre flexibilidade do sistema, que vão além da capacidade de atender picos e incluem a velocidade de resposta a rampas positivas e negativas.
    Sobre as grandes cargas — data centers e hidrogênio —, o presidente alertou que a demanda pode crescer até 60% e defendeu que esses empreendimentos nasçam com flexibilidade e resposta à demanda para não onerar ainda mais o sistema. Por fim, adiantou que a EPE lançará em julho um modelo inédito de integração geração-transmissão com mais de 26 mil elementos geoespacializados.
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    🎙️ Entrevistado: Thiago Prado, presidente da EPE
    🎤 Apresentador: Gabriela Ruddy, editora de Mercados da agência eixos
    📍 Gravado em: Energy Summit 2026 | estúdio eixos | Marina da Glória, Rio de Janeiro
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    🕐 CAPÍTULOS
    00:00 — Abertura e apresentação do convidado
    01:14 — Leilão de baterias e metodologia locacional da EPE
    02:20 — Requisitos técnicos e serviços das baterias no sistema
    03:15 — Plano Decenal: projeção de 6,6 GW de armazenamento
    03:28 — Estudos sobre flexibilidade do sistema elétrico
    05:15 — Armazenamento hidráulico reversível e regulação com ANA
    08:28 — Grandes cargas: data centers e hidrogênio no PDE
    10:30 — Crescimento de 60% na demanda e cenários de incerteza
    11:33 — Integração geração-transmissão e redução do curtailment
    13:20 — Resposta da demanda e alocação de custos
    15:12 — Aprimoramento do mecanismo de resposta à demanda
    16:23 — Encerramento e agradecimentos
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    #EPE #EmpresadePesquisaEnergética #baterias #bess #leilãodebaterias #armazenamentodeenergia #eletricidade #ONS #PlanoDecenal #PDE2035 #PDE2036 #cortedegeração #curtailment #hidrelétrica #hidrelétricasreversíveis #licenciamentoambiental #consumodeenergia #consumodeeletricidade #datacenters #hidrogênioverde #Redata #MMGD #TransiçãoEnergética #EnergySummit2026 #eixos #agenciaeixos #estudioeixos
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    17 min
  • Gustavo de Marchi, CEO da Gasmig | podcast gas week #28
    Ao estúdio eixos, Gustavo De Marchi, presidente da Gasmig, detalha o projeto pioneiro da distribuidora para levar biometano ao Triângulo Mineiro, com contrato de 250 mil m³/dia e 400 km de redes locais. Ele explica a chamada pública que recebeu 27 propostas, a parceria com a Geo Biogas e Mitsui, e o potencial de expansão para outras regiões de Minas.
    O executivo também aborda o debate sobre a classificação de gasodutos, a indexação ao Henry Hub que protegeu as tarifas em Minas dos efeitos da guerra; o projeto Sul de Minas e o potencial de desenvolvimento de corredores a gás no estado. Uma conversa sobre o futuro do biometano e da distribuição.
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    Capítulos
    00:00 — Abertura
    01:12 — Perfil pessoal de Gustavo De Marchi
    02:57 — Projeto de biometano no Triângulo Mineiro
    05:35 — Competitividade do biometano e atributo ambiental
    07:56 — Harmonização entre leis federal e estadual
    10:50 — Contrato com a Geomit
    12:38 — Potencial da mobilidade urbana
    15:19 — Empresas âncoras do projeto
    16:23 — Integração com o Grupo Cemig
    18:42 — Debate sobre classificação de gasodutos
    24:43 — Judicialização no STF e espaço para convergência
    27:33 — Projeto Sul de Minas
    31:41 — Data centers e exclusão do gás no Redata
    33:23 — Mercado livre em Minas já supera 70%
    35:15 — Gasmig como hub de soluções energéticas
    37:40 — Potencial da CCEE para organizar o mercado de gás
    42:23 — Indexação ao Henry Hub e reajuste zero
    43:06 — Necessidade de um indexador brasileiro
    45:31 — Prioridades para o próximo governo
    47:18 — Gas release como indutor de competitividade
    48:08 — Considerações finais
    #gasmig #biometano #minasgerais #triângulomineiro
    49 min
  • CNPE se reúne com biocombustíveis (e aceno ao agro) no radar I comece seu dia
    NESTA EDIÇÃO. CNPE se reúne nesta quarta com E32 e moratória das importações de biodiesel na pauta;
    Departamento de Energia dos EUA reduz projeção para o preço do petróleo para 2026 e 2027 – mas barril volta a subir na terça;
    ONS divulga lista dos agentes admitidos na 1ª Temporada de Acesso de 2026, que reorganiza fila de acesso de pedidos de conexão de grandes consumidores de energia.
    ***Locução gerada por IA
    5 min
  • Marcelo Mendonça, diretor executivo da Abegás | podcast gas week #24
    Marcelo Mendonça, diretor-executivo da Abegás, analisa os gargalos que mantêm o gás natural caro no Brasil. Ele defende a metodologia RCM para reduzir tarifas de transporte, critica a exclusão do gás de políticas como o Redata e alerta para o risco de alta de 25% nos preços da molécula em agosto.
    O executivo também comenta a necessidade de revisão da Lei do Gás, a busca por indexadores nacionais e as oportunidades para o GNV em veículos pesados. Uma visão estratégica das distribuidoras para o setor.
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    Capítulos
    00:00 Abertura
    03:03 Perfil pessoal de Marcelo Mendonça
    04:18 Nova proposta da ANP para base de ativos das transportadoras
    05:52 Risco de judicialização da revisão tarifária das transportadoras
    07:40 Risco de fuga de investimentos com tarifas mais baixas
    09:06 A agenda regulatória do gás no último ano do governo Lula 3
    10:13 Prioridades para o próximo governo na política do gás
    14:09 Oportunidades em veículos pesados e data centers
    17:25 Migração industrial para outros combustíveis preocupa
    20:24 Possibilidade de revisão da Lei do Gás
    21:34 Margem de distribuição não é vilã da conta final
    24:07 O equilíbrio entre expansão da rede e modicidade tarifária
    27:59 Impacto da guerra: reajuste de 19% em maio e previsão de mais 25% em agosto
    31:43 Debate sobre indexador nacional para preço do gás
    34:11 Brasil tem demanda potencial, mas preço atual trava investimentos
    37:07 Indexador precisa refletir realidade dos diferentes setores
    40:42 O conflito federativo sobre a classificação de gasodutos
    45:08 Abegás defende discussão entre esferas federal e estadual
    46:00 Considerações finais e encerramento
    #gasnatural #abegas #industria #preçodogás
    47 min
  • Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink | podcast gas week #25
    Marcelo Rodrigues, CEO da GNLink, explica o funcionamento do mercado de GNL em pequena escala (small scale) e como a empresa opera três plantas de liquefação no Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte. Ele detalha os planos de dobrar a capacidade para 600 mil metros cúbicos por dia até 2028.
    O executivo também analisa as oportunidades no transporte pesado, a parceria com distribuidoras para interiorizar o gás, a entrada da Copa Energia no capital e as perspectivas para biometano e internacionalização. Uma visão prática de quem está expandindo o acesso ao gás off-grid.
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    Capítulos
    00:00 Abertura
    02:36 Perfil pessoal de Marcelo Rodrigues
    04:12 Um ano da entrada da Copa Energia no capital da GNLink
    05:08 1º ciclo de crescimento: três plantas de liquefação em operação
    06:23 Foco em 2026 é na estratégia comercial para aumentar capacidade contratada
    07:59 Planos de expansão do 2º ciclo de investimentos
    09:47 Vantagem competitiva do portfólio diversificado
    11:17 Meta de dobrar capacidade para 600 mil m³/dia até 2028
    12:02 Vetores de crescimento: indústria e distribuidoras
    13:26 Potencial de 30 projetos de gasoduto virtual com distribuidoras
    15:00 Engenharia verticalizada acelera conversão de clientes
    16:07 Fornecimento a termelétricas de pequeno porte do LRCAP
    18:31 Parceria com Oncorp e terminal de GNL em Pernambuco
    20:08 Atuação no Polo Gesseiro de Pernambuco com Copergás
    21:27 Estratégia para o mercado de transporte pesado
    23:39 Impacto da guerra no Oriente Médio acelera descarbonização
    26:12 Foco no modal rodoviário, sem planos para barcaças
    27:44 Desafios para destravar caminhões a gás no Brasil
    29:25 Competitividade do GNL frente ao GLP subsidiado
    32:19 Acesso a capital e linhas de crédito para o setor
    35:52 Biometano ainda tem entraves de escala e CAPEX
    39:58 Precificação do GNL combina IPCA e Brent
    43:55 Potencial de Minas Gerais e tecnologia multimodal
    45:37 Internacionalização: Argentina e Paraguai
    48:56 Prioridade para o novo governo é destravar escoamento do gás
    52:16 Considerações finais e encerramento
    #GNLink #gasnatural #GNL #smallscale #transportes
    54 min
  • Vinícius Romano, head de gás da Rystad na América Latina | videocast gas week #26
    Vinícius Romano, head de gás da Rystad Energy para a América Latina, analisa os efeitos do acordo de paz entre EUA e Irã sobre o mercado global e brasileiro de gás.
    Ele explica a recuperação gradual da oferta, a pressão sobre os preços do Brent e do GNL até 2028, e as perspectivas para o mercado spot no Brasil.
    O executivo também comenta a dinâmica do LRCAP, a integração com a Argentina e Bolívia e comenta sobre o caminho para o abrasileiramento dos preços. Uma visão estratégica de quem monitora o setor na região.
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    Capítulos
    00:00 Abertura
    01:34 Perfil pessoal de Vinícius Romano
    02:40 Impactos da guerra no Oriente Médio no mercado de gás
    04:00 Recuperação gradual da oferta de petróleo e GNL
    06:00 Preços de petróleo e GNL devem seguir pressionados
    08:00 Efeitos sobre o preço do gás no Brasil
    10:00 Tendência de queda no percentual do Brent nos contratos
    12:00 Ano de inflexão para o mercado livre de gás
    14:00 Indexação ao Brent deve se manter no curto prazo
    16:00 Caminhos para o abrasileiramento do preço do gás
    18:00 Gás não associado e flexibilidade são chave
    20:00 Volatilidade do spot reflete oferta e demanda
    22:00 Baixa liquidez amplia spreads de preço
    24:00 LRCAP trará mais volatilidade com térmicas conectadas
    26:00 Novos terminais de GNL e projetos termoelétricos
    28:00 Integração regional: Bolívia e Argentina
    30:00 Gás boliviano pode ser desviado para Argentina
    34:00 Argentina tem 80 milhões m³/dia em projetos de GNL
    36:00 Prioridades para o próximo governo na agenda do gás
    38:00 Considerações finais e encerramento
    #Rystad #guerranoirã #gásnatural #brent #gnl
    46 min
  • Importação de diesel da Rússia despenca e Brasil recorre a EUA e Índia I comece seu dia
    NESTA EDIÇÃO. Brasil reduz compras de diesel da Rússia em junho, após ataques a refinarias e terminais.
    Congresso prorroga prazo para analisar medida provisória que criou subvenções a combustíveis.
    TBG e UTE Paulínia Verde firmam acordo para transporte de gás natural para atender ao contrato do leilão de reserva de capacidade.
    BNDES financia compra de ônibus menos poluentes em SC, SP e DF.
    ***Locução gerada por IA
    4 min

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