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A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) promete colocar no Congresso nesta terça mais de mil prefeitos de todo o País numa mobilização contra as medidas que vêm sendo aprovadas recentemente pelo governo federal, Congresso e Supremo Tribunal Federal que aumentam gastos e reduzem receitas dos municípios. A poucos meses das eleições, a CNM denuncia que essa ofensiva, batizada de “pauta grave dos três Poderes”, já tem custo imediato de R$ 73 bilhões por ano com as decisões já aprovadas. "Os prefeitos têm cálculos muito sólidos sobre as perdas que terão com essas PECs. As pessoas moram na base, nos municípios, e é ali que pega fogo; é ali que eles estão cara a cara com os cidadãos e os problemas gigantescos que o Brasil está enfrentando", diz Eliane.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve autorizar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação nesta terça-feira, 5, para investigar o gabinete paralelo na pasta, esquema revelado pelo Estadão. A oposição espera começar a apuração -- com audiências, convocações e quebras de sigilo -- em agosto, no mesmo mês de início da campanha eleitoral, tendo o presidente Jair Bolsonaro (PL) como alvo das diligências. "Pacheco não é muito animado com CPIs mas já demonstrou que não fará pressão contra ou a favor; vai agir como magistrado. De um lado, agosto começa com a CPI do MEC, provavelmente, e de outro, Bolsonaro esquentando sua campanha com o pacotão de bondades com o dinheiro público", diz Cantanhêde.
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By Estadão5
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A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) promete colocar no Congresso nesta terça mais de mil prefeitos de todo o País numa mobilização contra as medidas que vêm sendo aprovadas recentemente pelo governo federal, Congresso e Supremo Tribunal Federal que aumentam gastos e reduzem receitas dos municípios. A poucos meses das eleições, a CNM denuncia que essa ofensiva, batizada de “pauta grave dos três Poderes”, já tem custo imediato de R$ 73 bilhões por ano com as decisões já aprovadas. "Os prefeitos têm cálculos muito sólidos sobre as perdas que terão com essas PECs. As pessoas moram na base, nos municípios, e é ali que pega fogo; é ali que eles estão cara a cara com os cidadãos e os problemas gigantescos que o Brasil está enfrentando", diz Eliane.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve autorizar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação nesta terça-feira, 5, para investigar o gabinete paralelo na pasta, esquema revelado pelo Estadão. A oposição espera começar a apuração -- com audiências, convocações e quebras de sigilo -- em agosto, no mesmo mês de início da campanha eleitoral, tendo o presidente Jair Bolsonaro (PL) como alvo das diligências. "Pacheco não é muito animado com CPIs mas já demonstrou que não fará pressão contra ou a favor; vai agir como magistrado. De um lado, agosto começa com a CPI do MEC, provavelmente, e de outro, Bolsonaro esquentando sua campanha com o pacotão de bondades com o dinheiro público", diz Cantanhêde.
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