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O programa Futuro no Campo, desenvolvido pela Emater-MG, vem capacitando jovens em todas as regiões do estado para fortalecer a sucessão familiar e a geração de renda no meio rural.
A iniciativa recebeu mais de 1.400 inscrições e selecionou 506 jovens, com idades entre 16 e 29 anos, de famílias atendidas pela Emater. O objetivo é incentivar que esses jovens permaneçam nas atividades agrícolas, com mais preparo técnico e visão empreendedora.
O programa vai completar 1 ano no mês de novembro e é composto por três projetos principais: Jovens do Café, Jovens do Leite e Jovem Empreendedor Rural, este último com ações voltadas para avicultura de postura, apicultura, fruticultura e olericultura.
Ao longo do processo, os participantes recebem capacitação técnica e acompanhamento direto dos extensionistas da Emater-MG. As atividades são divididas entre aulas on-line, treinamentos práticos nas propriedades e visitas de campo, que permitem aplicar o aprendizado de forma imediata. Ouça o podcast AgroTempo naqui no portal e também nos principais tocadores de podcasts.
Minas Gerais é o estado que mais se destacou no prêmio Mulheres do Agro 2025. Das dez mulheres premiadas, cinco são mineiras.
A premiação foi entregue durante o X Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que terminou ontem (23/10), em São Paulo. É a oitava edição da iniciativa, uma realização da Bayer e da Associação Brasileira do Agronegócio.
Minas Gerais marca presença no 10º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio. O evento acontece hoje e amanhã no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). Ponto de encontro de produtoras, executivas, empreendedoras e lideranças femininas do setor, o congresso terá uma representante da Faemg: Silvana Novais.
Gestora da gerência da Mulher, do Jovem e de Inovação do Sistema Faemg Senar, ela explica que o olhar da Faemg no congresso é de conexão.
Produtores rurais e técnicos da Emater Minas se reuniram Sul de Minas para duas etapas do Circuito Frutificaminas, nas cidades de Itanhandu e Passa Quatro. A ação teve como tema a produção de banana e o uso de caldas alternativas e bioinsumos na fruticultura.
O que desafia os produtores rurais em termos de segurança? Como insumos, grãos, rebanhos e cadeias produtivas podem estar seguros? E o que a Polícia Militar tem a ver com tudo isso?
Foi para esclarecer essas e outras questões que a P M de Minas Gerais e o Sistema Faemg Senar realizaram nesta semana o primeiro Seminário Segurança no Campo. O evento foi em Belo Horizonte e contou com cerca de 300 policiais militares. Mas a programação também foi transmitida ao vivo para unidades da corporação no interior, o que permitiu que mais militares participassem da formação.
Entre as empresas que se destacam nesse cenário está a Jequitinhonha Alimentos, fundada há 30 anos em Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, região Norte de Minas. A marca acaba de anunciar sua expansão para Belo Horizonte, abrindo novas frentes de negócios e fortalecendo sua presença no estado.
A Emater-MG iniciou este ano o primeiro levantamento feito pela empresa sobre a produção de cacau em Minas Gerais. Os dados começaram a ser catalogados em março e mostram que a cultura está ganhando espaço no estado.
Segundo o acompanhamento feito até agora pelos técnicos da empresa, Minas Gerais possui 480 hectares ocupados com cacau e uma produção anual estimada em 161 toneladas. A Emater-MG esclarece que estes números podem ser maiores, pois novas áreas ainda deverão ser identificadas.
A Região do Cerrado Mineiro vive um momento histórico. O 13º Prêmio registrou 714 inscrições de amostras de café, maior número já alcançado em todas as edições. O resultado supera as 547 inscrições do ano passado e consolida o Prêmio como uma das mais relevantes iniciativas de valorização da cafeicultura brasileira.
As inscrições se distribuíram entre quatro categorias: 272 amostras no Café Natural, 105 no Cereja Descascado, 207 no Fermentado e 130 na inédita Doce Cerrado Mineiro, que estreia este ano para premiar os cafés mais doces e típicos da região.
O agronegócio brasileiro, responsável por quase 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, enfrenta desafios que vão muito além da porteira. Logística precária, custos elevados de energia, necessidade de inovação tecnológica e carência de profissionais qualificados estão entre os principais entraves do setor. Para superá-los, a engenharia surge como parceira estratégica, capaz de oferecer soluções que ampliam a eficiência, reduzem perdas e garantem sustentabilidade.
Movido pela vontade de desenvolver a apicultura na região de Andrelândia, o produtor Luciano Campos convenceu o colega Leandro Silva a buscar mais informações sobre como formar uma associação de apicultores como as que já existem em São João Del Rei (Apis Del-Rei) e em Juiz de Fora (Apijur). Em fevereiro de 2025, nasceu a Aapiman - Associação dos Apicultores e Meliponicultores de Andrelândia. Hoje, são 15 associados, mas ainda há muito o que crescer já que, segundo Luciano, existem mais de cem produtores informais na região.
A Aapiman já tem um terreno e a expectativa é conseguir recursos para montar uma fábrica e beneficiar os produtos e, assim, vender direto para o consumidor. Por enquanto, a produção é comercializada em grupo para empresas exportadoras e entrepostos. A primeira remessa totalizou 18 toneladas de mel.
A quase 100km dali, em Caxambu, outro grupo de apicultores e meliponicultores está em busca da formalização. A união surgiu durante o ATeG oferecido por meio do Sindicato Rural da cidade.
O registro da Associação dos Apicultores do Circuito das Águas Mineiro (Apiscam) deve sair logo. Bruno Sant´Anna de Freitas faz parte da diretoria e conta que seria inviável cada um ter uma agroindústria e levar o produto para o mercado com um valor agregado maior.
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