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Alessandra Tavares é uma amiga que o doutorado me trouxe. É mãe, é professora de rede pública e do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN). Atualmente faz estágio pós-doutoral na USP e sempre pesquisou negritude: das maltas de capoeiras aos sambistas e povo do Axé do Rio de Janeiro… E tudo isso “sem se esquecer de onde veio”! ❤️ E é assim que falamos de trajetória, de ancestralidade e corpos negros na academia... Estranhamentos e ressignificações. É também assim que ela fala de Mano Eloy, homem negro, jongueiro (cumba), sambista, sindicalista e do Axé que nasceu em Eng. Passos (Resende) e foi para o Rio de Janeiro, fundou a Império Serrano e se posicionou como negro e coletivamente através da negritude! ✊🏽✊🏽✊🏽
Ou acesse seu Currículo Acadêmico 👇🏽
http://lattes.cnpq.br/5669354171766695
By LEONARDO ÂNGELO DA SILVAAlessandra Tavares é uma amiga que o doutorado me trouxe. É mãe, é professora de rede pública e do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN). Atualmente faz estágio pós-doutoral na USP e sempre pesquisou negritude: das maltas de capoeiras aos sambistas e povo do Axé do Rio de Janeiro… E tudo isso “sem se esquecer de onde veio”! ❤️ E é assim que falamos de trajetória, de ancestralidade e corpos negros na academia... Estranhamentos e ressignificações. É também assim que ela fala de Mano Eloy, homem negro, jongueiro (cumba), sambista, sindicalista e do Axé que nasceu em Eng. Passos (Resende) e foi para o Rio de Janeiro, fundou a Império Serrano e se posicionou como negro e coletivamente através da negritude! ✊🏽✊🏽✊🏽
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