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Imagine que você está com muita fome e sede. Aí você pensa naquele churrasco regado a muita carne, bebidas geladas, um prato que não só mate sua fome, mas que te dê prazer. Será que alguém pode comer por você, e assim matar seu apetite voraz? Lógico que não, né! Porque a minha fome, ou a sua fome, é só sua. E cada um tem um gosto. Assim é a carência de espírito, emocional. Acreditamos que outros possam suprir esse buraco emocional ou fome que sentimos. Projetamos no outro, esperando que ele seja um banquete nutritivo, saboroso, o prato dos sonhos. Aquele churrasco. E muitas vezes é carne de soja. Não se engane! Por mais que você queira acreditar nisso, não vai mudar o estado físico da carne de soja. Ela não vai ser aquele sonhado churrasco. Então! Não adianta. O negócio é fazer a nossa própria comida, com o nosso tempero pessoal e saborear. Parece difícil, mas às vezes ter o prazer de estamos na nossa casa e preparar o nosso próprio alimento é um ótimo exercício de alto estima. Eu tenho a cada dia me convencido que é exatamente isso que eu não havia me percebido. O tempo ensina a qualquer um. E se você não se mexer, ninguém vai fazer por você. E se seu emocional está assim. Pense! Reflita! Às vezes precisamos parar e dar meia volta. Isso não é vergonha. É ter atitude e coragem pra mudar.
No mar existem os redemoinhos parecidos com buracos negros no espaço.
Quando se formam, arrastam tudo o que está nas imediações.
Que o Sol é pra todos, já sabemos.
Mas que o redemoinho ou (buraco negro) é pessoal, talvez seja uma novidade pra nós.
‘‘Pessoas podem ser como buracos negros?’’
Identificar e aprender a lidar de forma equilibrada com esse fato, nos manterá a uma distância segura, ao passo que poderemos servir mesmo assim de ajuda a quem está disposto a ser ajudado.
Como encaramos e lidamos com isso é que nos colocará dentro ou fora deste redemoinho ou (buraco negro).
‘‘Nós mesmos podemos ser os nossos próprios redemoinhos ou (buraco negro)!’’
A certeza é aprendermos com as situações de forma positiva e constante. Sempre.
A vida é uma estrada de mão dupla.
Dois veículos passam, um ao lado do outro, cada um em uma direção.
Quem está indo e quem está voltando? Você sabe? Isso depende do objetivo de cada um e do ponto de vista de quem os vê passando.
Somos passageiros e condutores da longa estrada chamada vida.
Só podemos chegar ao destino se não ultrapassarmos em lugar proibido, ou se formos à velocidade permitida, pois a vida não perdoa quem a desafia.
É! ... A Vida é nossa, o importante não é sermos conduzidos mas, sim, conduzi-la da melhor forma.
Essa habilidade vem com o tempo, com a experiência.
Mas, fala sério! Quem é você nessa estrada?
O passageiro? Ou o motorista?
O jardim que planto hoje nem sempre foi o que contemplei.
Houve tempos que as flores do vizinho eram mais bonitas, mais perfumadas, as borboletas eram tantas e os beija-flores se multiplicavam.
Hoje sou diferente, eu mudei. Minha auto-estima fez-me ver que também poderia plantar e colher.
Eu me pego olhando com muito orgulho o meu quintal, tantas variedades de flores, árvores frutíferas, borboletas e até beija-flores.
Viu?
Eu mudei...
Sim, agora eu planto e colho, e contemplo o meu próprio jardim da vida.
O 100% não existe.
O que existe são: trabalhos, esforço, dedicação contínuam isso sim. Isso é o que vai levar você ao sucesso, a realizar os seus sonhos, às conquistas em sua vida.
Por que 100% é um ideal Inalcançável?
Porque nós estamos falando de Perfeição.
Essa perfeição não existe. O que existe é: nós pensarmos, nós mentalizarmos que podemos e vamos alcançar isso, sim. Isso vai fazer total diferença, seja no campo pessoal ou no campo profissional, no que você quiser.
Você acreditar, levantar a sua autoestima. Acreditar que você realmente pode, que você realmente consegue.
Pense nisso, reflita. Analise o que as outras pessoas falam pra você.
Você tem que separar o joio do trigo. Pode ser para o bem, pode ser para o mal, mas quem define, no final, é você.
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