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Ouvintes do Alhures, a convidada deste episódio é muito especial e a gente acredita que muitas e muitos de vocês já conheçam: Beatriz Pagliarini Bagagli. Para quem não a conhece, os créditos são: graduada em Letras e em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e é mestra em Linguística pela mesma universidade. Ela escreve e administra o blog transfeminismo.com e tem interesse nas relações entre feminismo e lutas por reconhecimento das identidades transgêneras, travestis e transexuais. A pesquisa dela se situa na área da Análise do Discurso, com foco nas tensões e polêmicas entre esses movimentos, abordando questões como corpo e processos de subjetivação.
Neste episódio, escutamos mais um membro do Alhures, o Wellton da Silva de Fátima. Ele é graduado em Letras/Português/Literaturas pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRR), mestre em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pós-graduado em Mídias e Educação pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) e doutorando em Linguística pelo Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp). Wellton atua como professor da área de Letras/Português do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL). Lá, ele integra o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e o grupo Leitura, Educação e suas Ressonâncias (LER). Tem experiência em ensino básico, técnico e superior nas áreas de Linguística, Língua Portuguesa e Metodologia do Trabalho Científico. Interessa-se por questões de raça, gênero e sexualidade em sua relação com a linguagem e pelos estudos do discurso, principalmente, os inscritos no domínio teórico da Análise de Discurso materialista.
Nossa entrevistada de hoje é Deborah Pereira. Ela é graduada em Linguística pelo Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp), com mobilidade acadêmica na Universidade do Porto (Portugal). Mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp) e doutoranda em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF) com bolsa CAPES. Deborah tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Análise do Discurso. Desde os trabalhos de iniciação científica na graduação, ela tem interesse por discursos do/no digital, permeados pelas redes sociais e por discursividades do urbano. Atualmente, pesquisa sobre hashtags e arquivo, além de se interessar por movimentos sociais, formas de se manifestar politicamente e resistir nos ambientes digitais. Ela também é colaboradora do Laboratório Arquivo do Sujeito (LAS/UFF). Neste episódio do podcast Alhures, discutimos sobre um de seus trabalhos intitulado “De Amarildo ao Haiti: reflexões sobre universalidade e memória em torno de duas hashtags”. Para acessá-lo, clique neste link aqui: http://dx.doi.org/10.20337/ISSN2179-3514revistaENTREMEIOSvol16pagina121a131.
Música de fundo: "Accralate", de Kevin MacLeod (Link: https://incompetech.filmmusic.io/song/3336-accralate | License: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/).
No nosso podcast, conversamos com Felipe Nascimento, que é graduado em Letras e mestre em Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É doutor também em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tendo feito período sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3 e estágio na Universidade de Buenos Aires. Foi professor substituto de Língua Portuguesa na Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e, atualmente, é professor efetivo do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertão-PE). Nosso papo foi sobre sua tese de doutoramento, intitulada “Definir/conceituar: história e sentidos da palavra-conceito cultura em dicionários de línguas e de terminologias”, defendida no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp (IEL/Unicamp) e orientada pela Profa. Dra. Carolina Rodríguez.
O autor entrevistado da vez é Romulo Santana Osthues, que é jornalista, palhaço e produtor cultural. Atualmente, ele faz doutorado em Linguística no Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp) e é bolsista CNPq. Ele é graduado em Jornalismo pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e mestre em Divulgação Científica e Cultural pela Unicamp. Tem formação em palhaçaria pelo grupo Amigos do Nariz Vermelho e é um dos fundadores da companhia O Quintal de Fulana e Melão (www.oquintaldefulanaemelao.art.br), que tem como missão divulgar a cultura circense por meio da atuação palhacesca e da mediação jornalística. Além da constituição do Alhures, Romulo participa também dos grupos de pesquisa "O Discurso nas Fronteiras do Social: diferentes materialidades significantes" (IEL/Unicamp) e o "CIRCUS" (Faculdade de Educação Física/Unicamp).
Neste capítulo do podcast do Alhures, discutimos o texto “A condenação de manifestantes nos protestos de 2013: considerações sobre o funcionamento do discurso jurídico”, de autoria de Flávio Benayon. E foi com o próprio autor que batemos esse papo muito interessante. Flávio é doutorando em Linguística, com ênfase em Análise do Discurso, pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É membro da Escola Brasileira de Psicanálise - Movimento Freudiano (EBP-MF). Além disso, foi Professor Substituto de Linguística na Universidade Federal Fluminense (UFF) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ele é mestre em Linguística, também pela Unicamp, e licenciado em Letras pela UFF. Atualmente, o autor trabalha o caráter paradoxal e desigual constitutivo de diferentes objetos que circulam em manifestações sociais, na política partidária e no discurso jurídico. Possui interesse especial pelo funcionamento do retorno inscrito na ordem do discurso e por análises que mobilizem diferentes materialidades significantes.
Nosso convidado para essa conversa foi Rogério Luid Modesto, que é bacharel e licenciado em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), especialista em Gramática e Texto pela Universidade Salvador (UNIFACS) e fez seu mestrado e o doutorado em Linguística na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente, é professor de Língua Portuguesa e Linguística do Departamento de Letras e Artes da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Na UESC, ele é também coordenador do Projeto de Pesquisa “Tensões Raciais na Discursividade da Língua” (DLA/UESC) e integra a equipe de coordenadores do Projeto de Extensão “Programa de Divulgação em Estudos sobre Discurso e Argumentação” (ProEDA). É membro de grupos de pesquisa na UFRB, na Unicamp e na UFRGS. Esta última abriga um grupo do qual ele é vice-líder, o grupo Discurso e Arquivo (DARQ/UFRGS). Seus interesses de pesquisa são: Análise de Discurso; História das Ideias Linguísticas; Saber Urbano e Linguagem; discurso da/na cidade; discurso e arquivo; denúncia e resistência; discurso e relações raciais.
Nossa conversa desta vez é com Laís Virgínia Alves Medeiros, bacharela em Letras – Francês e mestra em Estudos da Linguagem, ambas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e, atualmente, doutoranda em Linguística na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Laís é integrante do grupo de pesquisa Mulheres em Discurso e do nosso Alhures. A pesquisa de nossa colega está no campo da Análise do Discurso pecheutiana e se concentra em feminismos e estudos de gênero. Falamos sobre um trabalho muito interessante que ela fez, publicado em junho de 2019 no volume 18 da “Entremeios - Revista de Estudos do Discurso”. O título do artigo é NOSSOS CORPOS NOS PERTENCEM: O SUJEITO DE DIREITO NO DISCURSO FEMINISTA. A pesquisa de Laís tem o fomento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
O Alhures é um grupo de trabalho, estudo e afeto. Nossos membros têm em comum a filiação à Análise de Discurso Materialista e, desde 2017, nos encontramos para discutir textos que nos atraem, desafiam e mobilizam; que nos colocam em movimento na teoria e na prática discursiva. Começamos lendo A Língua Inatingível (de Pêcheux e Gadet), depois nosso interesse se voltou para os diferentes sentidos produzidos acerca da noção de Formação Discursiva e, atualmente, temos investido em textos de/sobre Althusser e na leitura de nossos próprios trabalhos. Neste ano, cada vez mais árduo e instável, nasceu o desejo de compartilhar nossas conversas - que tem como fato inicial a ousadia de pensar (ou de suportar o que venha a ser pensado). Por isso, convidamos você a se juntar com a gente e ouvir nosso programa. Toda quinta-feira, às 19h, um episódio novinho.
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