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é fato que as nossas escolhas determinam o que acontece na nossa vida, mas as escolhas que a gente deixa de fazer desenham o nosso destino também. nosso caminho é atravessado por tanta coisa que no fim, a verdade é que gente caminha na incerteza
pelo menos é o que eu acho, ouve e me conta se você concorda ;)
às vezes, a gente esquece que escolher o que é melhor pra nós é doloroso e exige que nós tenhamos paciência com o processo de evolução e com a gente mesma. vem ouvir um pouco sobre a carta d'a justiça e como a gente precisa ser lâmina, apesar da dor.
um pouco do nove de espadas e tudo que o medo pode fazer que a gente faça, até mesmo fugir das decisões que são importantes para nós mesmas. eu, gabizinha, refletindo sobre as reverberações desse sentimento que ninguém gosta, mas todo mundo tem. escuta e me conta o que você acha ;)
tá cansada diva? eu também. o problema é que como a gente descansa se tá se cobrando produtividade o tempo todo? vem ouvir pra lembrar que descanso é necessidade e não merecimento!
hoje o podcast completa dois anos e eu acho que caiu a minha ficha de como existe uma Gabi antes e uma Gabi depois dele
acho que a gente nunca percebe um evento canônico quando ele acontece, só depois que a gente percebe a transformação que aquilo nos causou
o mesmo vale para pessoas que passam na nossa vida. fugir desses atravessamentos é fugir de viver.
talvez esse seja um convite pra gente sempre se permitir ser atravessado, porque nunca dá pra saber o que vai ser um marco na nossa existência!
você já se sentiu desconectada de si, perdida, sem caber direito na sua própria vida? é, eu também. mas deixa eu te contar: a gente sempre vai encontrar algo ou alguém que nos traga de volta pro nosso eixo, que nos lembre qual é a nossa essência. um pouco sobre eu perdida nas ruas de Lima, uma igreja de Nossa Senhora do Rosário e a carta da Estrela.
você se sente responsável pelas expectativas que a sua família criou pra você? muitas vezes a gente se sente tão no dever de suprir as expectativas da nossa família que a gente esquece o que realmente quer. uma reflexão sobre o naipe de espadas e a importância da gente lembrar que o nosso caminho é nosso. ouve e me conta o que acha!
a gente fala pouco sobre como é cansativo realizar sonhos, mas é isso que nos move: a possibilidade de materializar os nossos desejos, mesmo que a gente precise se esforçar!
a gente fala muito aqui sobre como é importante impor limites, se respeitar, se posicionar, etcetc. mas e o que a gente precisa trabalhar na gente mesmo pra ser mais leve pro outro? não é fácil olhar para si, mas é necessário. afinal, é possível amar sem correr riscos? principalmente crescer, amadurecer e cuidar das suas próprias questões.
esses dias fiz uma prova sobre "O eterno retorno" de Nietzsche e fiquei pensando como os ciclos se repetem e, principalmente, porquê. seriam oportunidades ou alguma punição? escuta e me conta o que achou :)
inscrição do ritual
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