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A convidada deste episódio é MÔNICA MIRANDA, psicoterapeuta, idealizadora do Círculo de Amor e Cura, sócia do Centro Terapêutico BemMeQuero e ativista social no INSTITUTO FAVELA DA PAZ.
Mais sobre o instituto em https://www.instagram.com/institutofaveladapaz
Fabio Miranda, nosso convidado neste episódio, é co-fundador do Instituto Favela da Paz, instituição que acolhe o projeto. Conhecido dentro do instituto como professor Pardal, ele tem a missão de produzir as tecnologias sociais dentro da iniciativa, além de falar sobre questões ligadas às mudanças climáticas dentro das quebradas, tornando a conversa muito mais simples para todas as pessoas envolvidas.
Mais sobre o Instituto em https://www.instagram.com/institutofaveladapaz
A convidada deste episódio é ELEM FERNANDES, criadora do Projeto VEGEARTE e empreendedora social no INSTITUTO FAVELA DA PAZ, um centro modelo de educação, cultura comunitária, auto-suficiência e paz coletiva na periferia de São Paulo.
Mais sobre o projeto em https://www.instagram.com/projetovegearte
Mais sobre o instituto em https://www.instagram.com/institutofaveladapaz
O convidado deste episódio é CLAUDINHO MIRANDA, músico, compositor, empreendedor social e fundador com INSTITUTO FAVELA DA PAZ, um centro modelo de educação, cultura comunitária, auto-suficiência e paz coletiva na periferia de São Paulo.
Para saber mais sobre o instituto, acesse https://www.instagram.com/institutofaveladapaz
O convidado deste episódio é Tiago Corrêa que vem de uma família onde a música esteve presente desde sempre. Cada projeto musical que oferecem é um reflexo da dinâmica familiar.
Para saber mais sobre o Tiago, acesse https://www.instagram.com/otiagocorrea/
Pema e Thiago estão juntos há 18 anos, têm três filhos e transformaram a própria experiência de casal em campo de investigação, prática e trabalho.
Mas talvez o aspecto mais bonito desta conversa seja justamente a ausência de qualquer idealização sobre o que significa construir uma relação duradoura.
Eles falam de amor, cuidado e parceria, mas também de brigas, distanciamento, crises, terapia, sexualidade, individualidade e momentos em que a separação chegou a ser considerada. A intimidade que existe hoje não apareceu pronta: foi sendo conquistada.
Um dos conceitos centrais da conversa é o de segurança afetiva. Não como ausência de insegurança ou conflito, mas como a possibilidade de dizer o que está acontecendo dentro de si e confiar que o outro poderá permanecer presente. É aprender a se vulnerabilizar, escutar, recuar quando necessário, reparar e, sobretudo, sair da lógica da competição para entrar numa dança mais colaborativa.
Pema e Thiago também propõem uma imagem interessante para compreender as relações: uma parte importante do vínculo nasce da ressonância — proximidade, diálogo, cuidado, confiança — enquanto outra nasce da polaridade, da diferença entre duas pessoas. Sem uma base segura, a diferença facilmente vira guerra. Com segurança, pode se transformar em curiosidade, complementaridade, desejo e erotismo.
A sexualidade aparece, então, não apenas como sexo, mas como campo de consciência. Foi justamente quando decidiram olhar mais profundamente para essa dimensão que começaram também a recuperar algo que havia se perdido entre trabalho, filhos, espiritualidade e vida cotidiana: a capacidade de se enxergarem novamente como homem e mulher, parceiros e indivíduos.
Outra descoberta importante aconteceu quando começaram a perceber que permanecer juntos não significava fazer tudo juntos. Encontrar ritmos próprios, espaços individuais e autonomia permitiu que continuassem sendo um casal sem precisar desaparecer dentro dele.
Talvez seja essa uma das ideias que mais ficam desta conversa: uma relação viva precisa permitir aproximação e distância, pertencimento e individualidade, segurança e diferença.
E esse aprendizado não termina no casal.
Com três filhos entrando na adolescência, Pema e Thiago percebem que o campo de segurança construído entre eles também se tornou uma espécie de chão para a família. Um lugar onde temas difíceis — sexualidade, relações, drogas, sofrimento, escolhas — podem ser conversados sem que seja necessário fingir que os adultos têm todas as respostas.
No fundo, este diálogo é menos sobre como fazer um casamento funcionar e mais sobre algo maior: como duas pessoas podem continuar se transformando sem necessariamente precisar se abandonar pelo caminho.
Uma conversa sobre intimidade, sexualidade, segurança afetiva, vulnerabilidade, masculino e feminino, criação dos filhos e a difícil — e bonita — arte de aprender a amar um pouco melhor ao longo do tempo.
— GePeTo
Para saber mais sobre Pema & Thiago, acesse: @intimidadeconsciente (no instagram)
Nesta conversa com Felipe Villela, partimos de sua história pessoal — filho de pais bastante diferentes, marido da chef Tati Lund e pai do Caetano — para chegar a uma questão que atravessa praticamente todo o seu trabalho: como fazer a economia reconhecer o valor da natureza?
Felipe vem dedicando sua trajetória à agricultura regenerativa, à agrofloresta e à criação de novos modelos econômicos capazes de remunerar quem preserva, recupera e cuida da terra.
Falamos sobre carbono, água, biodiversidade, tecnologia de satélite e sobre uma mudança de perspectiva que pode ser decisiva: fazer com que investimentos em natureza deixem de aparecer apenas como custo para as empresas e passem a ser reconhecidos como ativos capazes de gerar resiliência e valor econômico.
Isso significa, entre outras coisas, remunerar os chamados land stewards: agricultores, comunidades e povos que efetivamente manejam e preservam os territórios e que, historicamente, pouco recebem pelos serviços ambientais que prestam para todos nós.
Felipe traz também exemplos concretos de empresas começando a experimentar essa nova lógica e mostra por que riscos climáticos, cadeias de fornecimento, rastreabilidade e exigências de mercado estão acelerando essa transformação.
Mas nossa conversa não fica apenas no mundo empresarial.
Falamos sobre filhos, futuro, urgência climática e sobre a pergunta inevitável: ainda dá tempo de mudar essa história?
Felipe acredita que sim. Mas acredita também que precisamos acelerar.
Talvez uma das ideias mais interessantes deste diálogo esteja justamente aí: não se trata mais apenas de denunciar o velho modelo, mas de criar mecanismos capazes de aproximar economia, tecnologia, empresas, agricultores, comunidades e natureza.
Porque regenerar o planeta talvez dependa também de conseguirmos fazer com que a floresta em pé, a água preservada, a biodiversidade e o solo vivo tenham mais valor do que sua destruição.
Uma conversa sobre natureza, dinheiro, tecnologia e, sobretudo, sobre a responsabilidade de cada um de nós diante do mundo que estamos deixando para quem vem depois.
— GePeTo
O convidado deste episódio é o Marcelo Lopes Cardoso com quem já conversei muitas vezes nos últimos anos. Ele acredita que a evolução das pessoas convivendo em comunidades saudáveis e resilientes transformam as organizações e a sociedade. Marcelo é administrador com extensão pela Kellog Northwestern e vem ocupando posições de Llderança ao longo dos últimos 25 anos em empresas como Método Engenharia, GP Investimentos onde foi presidente do Hopi-Hari, DBM LHH, Natura e Fleury. Neste momento, integrando seu profundo conhecimento de negócios e o olhar para o desenvolvimento e transformação das pessoas e suas relações, vem desenvolvendo projetos de transformação em organizações com metodologias baseadas na Teoria U, Teoria Integral, Constelação Familiar e Organizacional e Diálogo de Vozes, Psicologia Positiva e do Desenvolvimento, Neurociência, Sociologia e Teoria da Complexidade.
Mais sobre o Marcelo vc encontra em https://comover.se/blog/marcelo-lopes-cardoso
Imagine um gaúcho que tem na poesia o seu maior instrumento de expressão. Imagine poemas que vem do fundo do coração e parecem que foram feitos especialmente para você. O convidado deste episódio é poeta que tem a escrita como base para todos os seus projetos, de letras de música a programas de tv.
Heloisa Porto acredita que cada pessoa tem uma sabedoria interior que precisa de um espaço seguro e acolhedor para explorar e encontrar soluções para seus conflitos pessoais, interpessoais e transpessoais. Seu compromisso com as pessoas para proporcionar um ambiente favorável para encorajar o crescimento pessoal. Junto com seus pacientes, busca descobrir o caminho para a auto-cura, auto-descoberta, auto-fortalecimento e crescimento espiritual.
Estabeleceu consultório particular em 1996 em Toronto, Canadá e desde então acompanha indivíduos e grupos em sua cura e desenvolvimento pessoal e espiritual. Foi co -fundadora da Instituto de Psicoterapia Xamânica ( 1996 – 2001) e fundadora e criadora da Escola de Psicoterapia Xamânica ( 2005 – 2011) ambas em Ontario no Canadá. É Psicoterapeuta registrada em Ontário, Canadá.
Desde 2016 tem passado um tempo no Brasil e um tempo no Canadá. Geralmente 6 meses em Caxambu e Aiuruoca onde fundou o Santuário das Montanhas Sagradas e outros 6 meses em Ontário, Canadá, onde também trabalha com indivíduos, ensina e faz rituais e cerimônias de cura. Também é no Canadá onde convive com sua família de 4 filhos e 1 filha, genro, noras e 9 netos.
Mais sobre a nossa programação, acesse comover.se
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