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"Amor é isso, sexo é aquilo”, como já cantarolava Rita Lee. Conceito super simples de ser compreendido, né? Ahãm, Cláudia. Senta lá.
A gente sabe mesmo diferenciar uma coisa da outra? Na teoria, parece fácil separar o desejo carnal de um sentimento mais profundo. Na prática, a coisa muda. Aquela química insana, os encontros que viram rotina, a carência que bate junto com a libido... tudo isso vai criando um pensamento muito confuso, onde muita gente se vê envolvida emocionalmente por algo que, a princípio, era só física. É absolutamente possível se apaixonar pelo sexo de alguém? O corpo também tem memória afetiva: prazer intenso + confiança + regularidade = apego. E talvez por isso, tamanho dilema. Por que tanta gente tem dificuldade para separar sexo de sentimento?
"Amor é isso, sexo é aquilo”, como já cantarolava Rita Lee. Conceito super simples de ser compreendido, né? Ahãm, Cláudia. Senta lá.
A gente sabe mesmo diferenciar uma coisa da outra? Na teoria, parece fácil separar o desejo carnal de um sentimento mais profundo. Na prática, a coisa muda. Aquela química insana, os encontros que viram rotina, a carência que bate junto com a libido... tudo isso vai criando um pensamento muito confuso, onde muita gente se vê envolvida emocionalmente por algo que, a princípio, era só física. É absolutamente possível se apaixonar pelo sexo de alguém? O corpo também tem memória afetiva: prazer intenso + confiança + regularidade = apego. E talvez por isso, tamanho dilema. Por que tanta gente tem dificuldade para separar sexo de sentimento?