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Sair para jantar, tomar um drink, ir ao cinema ou dar uma esticada num barzinho no fim de semana. O que antes era uma rotina natural na fase do conhecimento afetivo tornou-se um pesadelo financeiro para muitos casais. O fenômeno, batizado globalmente como "Date-flation" (a inflação do namoro), reflete como o custo de vida elevado passou a ditar as regras do universo amoroso das novas gerações.
Dados do relatório The Economics of Dating Report, publicado pelo serviço Zelle, apontam a dimensão do problema: 84% dos jovens das gerações Z e Millennials alteraram a vida amorosa por restrições financeiras. Deste grupo, 32% reduziram a frequência de encontros, 11% pausaram totalmente a busca por parceiros por falta de verba e 17% admitiram ter acumulado dívidas apenas para acompanhar o padrão de consumo do par. O dado mais impactante revela que, para metade dos entrevistados, a estabilidade financeira passou a pesar mais do que a própria química romântica.
Não atoa é disso que trata, nesta quinta (05) o Interessa! A bancada recebe no estúdio a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar para investigar se a busca pelo par ideal tornou-se fria e pragmática ou se a sociedade está simplesmente ajustando expectativas à realidade econômica.
Uma amiga próxima da família, pessoa de confiança que frequentava a casa e acompanhou a rotina ao longo dos anos, passa a ocupar o lugar de parceira afetiva do filho ou da filha adulta. A situação, que parece roteiro de ficção, mas acontece na vida real, costuma desencadear uma tempestade de sentimentos contraditórios: surpresa, constrangimento, medo do julgamento social e uma amarga sensação de confiança traída.
A partir dessa provocação dramatúrgica marcante em folhetins - como a relação entre Aldeíde e André em Vale Tudo, Olenka e Iran em Avenida Brasil, ou Shirley e Alberto em Senhora do Destino -, o Interessa coloca o tema no centro do debate. Nossas meninas analisam os impactos psicológicos e relacionais desse dilema.
O que realmente incomoda: idade, lealdade ou perda de controle?
O atrito muitas vezes vai além do mero preconceito com a diferença de idade. A grande questão reside na quebra da expectativa de lealdade entre amigas e no reposicionamento abrupto dos papéis familiares. A pessoa que antes ocupava um lugar de igualdade na amizade com os pais passa a habitar a esfera íntima do filho, criando uma dinâmica incômoda de convivência.
Como diferenciar preconceito... de preocupação? Vem saber no Interessa!
Onde acompanhar
Assista à transmissão completa nos canais oficiais O TEMPO e O TEMPO LIVRE no YouTube, além de cortes e discussões nas redes sociais no Instagram (@programainteressa) e no TikTok (@interessa.otempo).
Descobrir o falecimento de um amigo, parceiro ou familiar por meio de um comunicado insensível nas redes sociais, uma notificação de aplicativo ou, até mesmo, durante uma transmissão ao vivo.
Parece impossível, né? Mas a cena, que há poucos anos realmente poderia ser (porque, de fato, é!) um absurdo, tornou-se uma tendência frequente e dolorosa na cultura digital contemporânea. A necessidade desenfreada de figurar como o "primeiro a publicar" e a corrida pelo engajamento atropelaram preceitos básicos de humanidade, cuidado e respeito ao luto alheio.
Para tratar desse fenômeno e, quem sabe, entendê-lo, o Interessa recebe nesta terça-feira (03) - pós Dia de Finados - a professora de psicologia do UNI-BH, Aline Ottoni, a fim de investigar a falta de repertório emocional da sociedade moderna para lidar com temas difíceis - e os estragos provocados pela comunicação fria intermediada por telas.
Informar uma tragédia a alguém através de um chat ou postagem pública funciona como uma espécie de escudo para quem envia: o emissor se blinda do impacto emocional direto, da reação de dor e do confronto "olho no olho".
No entanto, para quem recebe a notícia, o impacto bate como um golpe devastador, sem qualquer preparo, acolhida ou o conforto de um abraço presencial. Por isso esse papo é tão necessário. Acompanhe!
A revelação surpreendente feita pelo artista plástico brasileiro Romero Britto em sua autobiografia de que enfrentou um câncer de próstata em segredo ao longo de seis anos trouxe à tona uma discussão urgente que ultrapassa o âmbito médico.
Diagnosticado precocemente durante um check-up de rotina graças ao alerta de seu médico, Britto realizou o tratamento, passou por cirurgia e está em remissão há dois anos. A postura do artista de vivenciar o processo em silêncio, entretanto, expõe um comportamento recorrente no universo masculino: o isolamento e a dificuldade de externar dores e vulnerabilidades ligadas a doenças estigmatizadas.
O caso serve como ponto de partida para o Interessa Podcast desta segunda-feira, 02 de novembro, sob o comando de Renata Zacaroni e com bancada formada pelas jornalistas Tatiana Lagôa e Raphael Ramos. O programa recebe no estúdio o médico urologista e andrologista, Dr. Leonardo de Souza Alves, especialista no tratamento de disfunções sexuais e infertilidade masculina, para desmistificar o Novembro Azul e incentivar a prevenção periódica.
O medo da vulnerabilidade e os entraves culturais
Por que os homens ainda sentem tanta resistência em frequentar consultórios e realizar exames preventivos vitais, como a dosagem de PSA (exame de sangue) e o toque retal? A medicina explica a relação dos fatores culturais, que ainda associam o autocuidado a uma falsa percepção de fraqueza e o medo de alterar a rotina ou a apreensão em relação aos exames como os motivos pelos quais a população masculina se afasta da prevenção - fazendo com que a busca por ajuda ocorra apenas quando os sintomas já estão avançados.
O câncer de próstata é o segundo tipo mais comum entre os homens no Brasil. Por ser uma doença silenciosa em suas fases iniciais, sem apresentar dores ou desconfortos aparentes, a realização dos exames de rastreio a partir dos 45 ou 50 anos (dependendo dos fatores de risco familiares) é a única forma de garantir um diagnóstico precoce, etapa na qual as chances de cura chegam a 90%.
Medicina, arte e otimismo na recuperação
O debate vai abordar ainda o equilíbrio entre a conduta médica rigorosa e a postura mental do paciente durante o tratamento. Em momento algum Romero Britto, conforme declarações dadas publicamente, negligenciou os protocolos da medicina tradicional, mas escolheu se cercar de arte, espiritualidade e rotinas ativas para evitar que o medo paralisasse sua vida.
Em uma era dominada por filtros, narrativas de sucesso instantâneo e vidas aparentemente perfeitas exibidas nas redes sociais, o que realmente tem o poder de tocar o coração e transformar a mentalidade de alguém?
A resposta não está em biografias inalcançáveis de celebridades ou em fórmulas prontas de "positividade tóxica", mas na identificação profunda com a humanidade e os desafios do outro.
Nesta quinta, o Interessa usa como pretexto o lançamento do livro Vidas que inspiram histórias reais (Volume 2) - idealizado pelas jornalistas Flávia Presoti e Luciana Avelino, do podcast Histórias Reais - para investigar por que relatos de superação vividos por pessoas comuns exercem tanto fascínio e geram tanta esperança.
O poder da identificação pela vulnerabilidade
A publicação reúne relatos verídicos de 22 profissionais de áreas diversas como medicina, comunicação e empreendedorismo, comprovando que inspirar não exige um pedestal. Neste dia, a bancada recebe no estúdio Luciana Avelino, além das participações da mentora de carreiras Leila Said e de Flávia Presoti.
Encontrar significado nas próprias cicatrizes e compartilhar aprendizados sem a máscara da perfeição é o primeiro passo para ressignificar a dor e descobrir que toda vida real carrega em si a potência de ser uma história inspiradora.
A campanha do Outubro Rosa é amplamente reconhecida pela conscientização sobre a detecção precoce do câncer de mama e a ampliação do acesso a exames como a mamografia digital. No entanto, existe uma dimensão silenciosa que muitas vezes fica à margem das estatísticas: o impacto emocional e a reorganização da identidade feminina diante do diagnóstico de uma doença grave.
A fim de entender esse árduo processo, o Interessa Podcast, com apresentação de Renata Zacaroni e participação das jornalistas Flaviane Paixão e Queila Ariadne, recebe a psicóloga clínica Zaine Martins, nesta quarta (28). A profissional viveu a dura experiência de passar do lugar de quem cuida para o lugar de quem precisa ser cuidada ao enfrentar o tratamento contra o câncer de mama. Essa travessia deu origem ao seu livro Seguindo Plena, que combina a técnica da psicologia, acolhimento afetuoso e referências da MPB para amparar outras mulheres no mesmo processo.
A vivência pessoal de quem sentiu a dor de dentro fortalece a empatia no atendimento de pacientes oncogênicos, mostrando que a busca pela recuperação integral da saúde envolve fé, coragem e o direito de viver todas as etapas do processo sem a obrigação de demonstrar uma força inabalável o tempo todo.
Seja para assistir a lançamentos aterrorizantes no cinema, encarar passeios em casas mal-assombradas ou maratonar histórias sombrias, milhões de pessoas investem tempo e dinheiro com um objetivo curioso: sentir medo.
Embora para alguns a simples menção de um filme de terror pareça um convite ao sofrimento, para outros a experiência de tomar um susto fabricado gera uma profunda sensação de prazer e relaxamento.
Com a proximidade do Halloween, o Interessa Podcast, comandado por Renata Zacaroni, coloca em debate a psicologia e a neurociência por trás do chamado "medo recreativo". O programa vai contar ainda com as participações das jornalistas Flaviane Paixão e Tatiana Lagôa e do psicólogo, mentor e hipnoterapeuta, Thiago de Paula.
Estudos recentes revelam um impacto surpreendente do hábito de consumir conteúdos de terror: fãs do gênero costumam demonstrar maior resiliência psicológica diante de crises reais. Como estão habituados a processar a ansiedade e o medo em cenários fictícios e seguros, esses indivíduos desenvolvem uma espécie de "treinamento" emocional para administrar estados de alerta na vida prática.
ACOMPANHE!
Assista à transmissão ao vivo e aos recortes do debate nos canais oficiais do O TEMPO e do O TEMPO LIVRE no YouTube, além do Instagram (@programainteressa) e do TikTok (@interessa.otempo).
A revelação recente do jornalista Pedro Bial, diagnosticado com enfisema pulmonar aos 68 anos devido aos tempos em que era "fumante bravo" - apesar de estar há 18 anos completamente longe do vício -, é, verdadeiramente, assustadora. O caso do apresentador traz à tona uma realidade dolorosa, mas necessária: a fumaça do cigarro causa lesões cumulativas e irreversíveis na estrutura dos pulmões, cujos sintomas graves podem se manifestar décadas após a interrupção do hábito.
O enfisema, inclusive, é a pauta central do Interessa - apresentado por Renata Zacaroni, com bancada formada pelas jornalistas Renata Nunes e Lorena Martins - nesta segunda (26). O programa recebe o Dr. Bruno Horta Andrade, coordenador do serviço de pneumologia da Rede Mater Dei, para analisar os aspectos clínicos da doença e o preocupante fenômeno comportamental do "fumo cool".
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O fumo como "acessório de moda" e o aumento entre jovens
Em uma contradição gritante com a busca moderna por bem-estar e saúde mental, o cigarro vem passando por um perigoso resgate estético impulsionado pela moda, por celebridades e por influenciadores em plataformas digitais. Hashtags como #cigarettegirl transformaram o vício em um fetiche visual associado à rebeldia e ao estilo, contribuindo para reverter anos de queda nos índices globais de tabagismo. Nossas meninas também tratam disso no debate de hoje.
Sinais silenciosos e o diagnóstico precoce
O enfisema pulmonar é uma das formas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e costuma dar sinais graduais que são frequentemente ignorados. Falta de ar ao realizar pequenos esforços, cansaço progressivo e tosse crônica costumam ser confundidos com asma, bronquite ou simples perda de condicionamento físico decorrente da idade.
O diagnóstico transparente de figuras públicas como Pedro Bial cumpre um papel pedagógico fundamental ao desmascarar a fantasia estética do cigarro e lembrar o verdadeiro custo do vício para o corpo humano
ACOMPANHE!
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A eterna fixação em torno da anatomia masculina voltou a dominar o centro dos debates nas redes sociais recentemente, impulsionada por dois extremos opostos e altamente comentados. De um lado, a repercussão de um processo judicial envolvendo o ex-jogador da NFL Matt Kalil, após sua ex-mulher expor detalhes íntimos e alegar incompatibilidade em uma transmissão ao vivo - ela equiparou o órgão sexual dele a "três a quatro latas de refrigerante". Do outro, o desabafo público do personal trainer Kieran John, que relatou sofrer com episódios de objetificação por ter 25 centímetros.
Partindo desses cenários extremos, o Interessa debate, de forma madura, sobre o peso que o corpo e as medidas exercem no imaginário coletivo, nas relações afetivas e na saúde mental.
Até que ponto a obsessão coletiva por números e padrões inatingíveis transforma a sexualidade, que deveria ser um espaço de troca e prazer, em uma fonte constante de ansiedade e cobrança por desempenho? O que realmente importa na equação do prazer?
Manter a fidelidade, cumprir horários de trabalho, economizar recursos e agir com civilidade. Comportamentos que deveriam ser a base de qualquer convivência saudável e respeitosa ganharam as redes sociais recentemente após o relato da norte-americana Riley Madison. Ela expôs publicamente a lista de "sacrifícios" que o ex-marido alegava ter feito pelo casamento, um documento que incluía obrigações fundamentais tratadas como grandes concessões.
O episódio gerou forte repercussão global e serve de ponto de partida para o debate no Interessa desta quinta-feira (22), apresentado por Renata Zacaroni, com a participação das jornalistas Queila Ariadne e Tatiana Lagôa - além da visão especializada de um psicólogo convidado.
Para muitos casais, o desgaste e o insucesso das relações não nasce da falta de sentimento, mas de um profundo desalinhamento sobre o que significa "estar em um pacto de convivência".
Vamos entender, a partir das 14h, ao vivo, como essa assimetria gera o chamado desgaste invisível. Muitas vezes, a sustentação emocional da casa e a gestão das expectativas recaem sobre quem espera uma parceria real, enquanto o outro enxerga o compromisso como uma limitação à própria liberdade, e não como uma escolha consciente de construção a dois.
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