Parece ser tradição tupiniquim o plano de carreira dos ex-presidentes: começam desconhecidos, ficam populares, se elegem e depois de sair do trono de capo supremo, vão para outro trono, que é sinônimo de vaso sanitário, porque dali só sai merda, sendo os reis de proclamar abobrinhas econômicas. Sem qualquer ad-curriculum, já é hilário um sociólogo falar de economia, mas FHC (Fiofó Humano Chorumento) levou isso a um novo estágio. O ex-presidente lançou um livro (o que por si só é estranho dado que até o hit da Caneta Azul tem mais QI que ele), em que coloca lorotas como participação gadosa e concorda com a ideia non-sense do Eduardo Suplicy dizendo que: "Ideia da renda universal não sei mais se é absurda". Ou seja, o resto de sanidade que o velho tinha, acabou!