Anestesistas e Anestesiologistas

Anestesistas e Anestesiologistas

By Marcio Augusto LacerdaMedicineHealth & Fitness
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Anestesistas e Anestesiologistas episodes

  • A Anestesia Começa Antes da Agulha

    A anestesia começa muito antes da entrada no centrocirúrgico. Neste episódio, discutimos como a escuta ativa, a consultapré-anestésica e a comunicação clara ajudam a reconhecer medos, experiênciasanteriores e necessidades que não aparecem nos monitores, mas podem modificar oplanejamento e a segurança do cuidado. O conteúdo aborda também acolhimento nasala cirúrgica, consentimento informado, comunicação diante de intercorrências,escolha ética da técnica, uso responsável de protocolos e continuidade do cuidadono pós-operatório. Uma reflexão sobre como técnica, presença e respeito secomplementam em toda a jornada anestésica.

    25 min
  • O Paradoxo do Inovação em Anestesiologia

    🎙️️ O Paradoxo da Inovação: Bloqueio Cervical na Tireoidectomia Ainda Vale a Pena? | Debate Clínico
    Descrição/Legenda para o Vídeo e Podcast:
    Fazer MAIS é sempre sinônimo de fazer MELHOR na anestesiologia?
    Neste novo episódio do Canal Anestesistas e Anestesiologistas, entramos em um debate clínico profundo provocado por uma excelente publicação do canal Anestesia com Café (@anestesiacomcafe) sobre o bloqueio do plexo cervical em tireoidectomias e a anestesia poupadora de opioides.
    A ultrassonografia ampliou nossas possibilidades, mas a proliferação de técnicas regionais traz um dilema: ser moderna e tecnicamente executável basta para tornar uma intervenção necessária?
    Analisamos o recente ensaio clínico de Jegarl et al. (Anesthesiology, 2026), que levantou a hipótese do "Efeito Teto": quando um protocolo multimodal (ERAS) já é muito eficiente, o bloqueio adicional pode não trazer benefícios globais perceptíveis para o paciente, acrescentando apenas tempo, custos e riscos invisíveis.
    Neste episódio, você vai aprender:

    • O Paradoxo da Inovação: Como separar a novidade tecnológica do verdadeiro valor clínico.
    • A Defesa vs. A Acusação: O bloqueio reduz opioides e antieméticos, mas isso justifica o procedimento de rotina?
    • O Desafio P-M-B-P-P: Um método simples de 5 portões (Problema, Magnitude, Base, Proporcionalidade e Preferência) para decidir quando intervir.
    • Medicina de Precisão: Como individualizar a decisão com base no risco real de cada paciente, fugindo do automatismo.
    • Jegarl AM, et al. Superficial cervical plexus block and quality of recovery after thyroidectomy: a randomized clinical trial. Anesthesiology. 2026.
    • McEvoy MD, et al. Consensus statement on optimal analgesia... Perioper Med. 2017.
    • Nilsen P, et al. Theories, models, and frameworks for de-implementation... Implement Res Pract. 2020.

    A excelência anestésica não está em acumular técnicas, mas em selecionar com precisão o que resolve um problema relevante para quem está na mesa cirúrgica.
    👇 DEIXE SUA OPINIÃO NOS COMENTÁRIOS:Na sua prática diária, você faz o bloqueio cervical de rotina ou de forma seletiva? Qual evidência faria você mudar de conduta?
    🔔 Gostou do debate?Inscreva-se no canal, deixe seu like e compartilhe este episódio com aquele colega de centro cirúrgico para elevar o nível das discussões!
    📚 Referências citadas neste episódio:
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    9 min
  • 🎧 Cefaleia Pós-Raqui (CPPD): Novas Diretrizes, Mitos Derrubados e Tratamento Baseado em Evidência

    🎧 Cefaleia Pós-Raqui (CPPD): Novas Diretrizes, Mitos Derrubados e Tratamento Baseado em Evidência


    A Cefaleia Pós-Punção Dural (CPPD) é uma das complicações mais temidas na anestesia neuroaxial, mas você tem certeza de que a sua conduta clínica está atualizada?

    Neste episódio, mergulhamos nas diretrizes multissociedade mais recentes (SOAP, ASRA Pain Medicine e ESAIC - 2024) para trazer um guia definitivo sobre a prevenção e o manejo da CPPD. Deixamos as práticas empíricas do passado para trás e dissecamos o que a ciência de fato comprova.

    O que você vai aprender neste episódio:

    • Mitos derrubados: Por que o "repouso absoluto" e a "hiper-hidratação" caíram por terra (e como o repouso pode até piorar o quadro!).

    • Prevenção na ponta da agulha: O impacto do decúbito lateral vs. posição sentada e o protocolo de cateter intratecal após punção acidental.

    • Fisiopatologia além da dor: Como a hipotensão liquórica traciona os nervos cranianos, causando diplopia e zumbido.

    • Farmacologia na prática: O papel fundamental da nossa dipirona no Brasil, a dose exata da cafeína e o uso emergente da dexmedetomidina nebulizada.

    • A Batalha das Intervenções: A verdade sobre o Bloqueio do Gânglio Esfenopalatino (BGEP) como terapia de ponte versus o inabalável padrão-ouro: o Tampão Sanguíneo Peridural (Blood Patch).

    • Terceira Linha: O que fazer quando o padrão-ouro falha? (Cola de fibrina e cirurgia).

    Seja você anestesiologista, residente, estudante de medicina ou profissional da linha de frente, este conteúdo foi desenhado para atualizar a sua prática com evidências de altíssimo nível.

    ▶️ Dê o play, atualize seus protocolos e não esqueça de se inscrever no canal/podcast! Deixe nos comentários: qual dessas novas evidências mais mudou a sua rotina?

    Capítulos (Timestamps sugeridos):00:00 - Introdução e o Consenso de 202402:15 - Como a CPPD realmente acontece (Fisiopatologia)05:30 - Prevenção: Agulhas, Posição e Cateter Intratecal10:45 - Mitos desconstruídos: Repouso e Hidratação14:20 - Tratamento Farmacológico: Dipirona, Cafeína e Dexmedetomidina Nebulizada19:10 - Terapias de Ponte: O real papel do BGEP23:50 - O Padrão-Ouro: Tampão Sanguíneo Peridural (Blood Patch)28:15 - Falhas e Terapias de Resgate (Terceira Linha)31:00 - Sinais de Alerta e Acompanhamento Ativo Institucional

    #Anestesiologia #CPPD #CefaleiaPosRaqui #BloodPatch #MedicinaBaseadaEmEvidencias #AnestesiaObstetrica #DiretrizesMedicas #PodcastDeMedicina #EducacaoMedica

    30 min
  • Sedação ambulatorial: O que diz a nova Resolução CFM 2471/26 e como isto intensificou o debate com os Cirurgiões-Dentistas

    🚨 Atenção, colegas anestesiologistas e cirurgiões-dentistas: a nova Resolução CFM nº 2.471/2026 mudou completamente o cenário da sedação ambulatorial!
    No carrossel de hoje, destrinchamos as principais mudanças estruturais e éticas que vão impactar o nosso dia a dia prático. Você sabia que agora a estrutura mínima exigida para qualquer estabelecimento que realize sedação é a do Grupo 4? E mais: a função de administrar a sedação e monitorar o paciente exige um médico anestesiologista com RQE exclusivo, proibindo definitivamente o acúmulo de tarefas por quem executa o procedimento.
    Também abordamos:🔹 A criação oficial do SAA (Serviço de Anestesia Ambulatorial).🔹 A obrigatoriedade universal da Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA) e retaguarda hospitalar.🔹 O panorama atualizado sobre a suspensão judicial da sedação profunda na odontologia (Resolução CFO nº 295/2026).
    É o momento de revisar nossas rotinas e alinhar novas sugestões de segurança institucional para garantir total conformidade durante estes 180 dias de vacatio legis.
    💬 Deslize o carrossel, leia a análise completa e deixe sua opinião aqui nos comentários: você acredita que a obrigatoriedade da estrutura do Grupo 4 viabilizará procedimentos mais seguros ou criará barreiras operacionais e comerciais para as clínicas ambulatoriais? Vamos debater!
    📌 Salve este post para consultar as regras sempre que precisar e compartilhe com sua equipe do centro cirúrgico.
    🔗 Quer se aprofundar ainda mais e ter acesso aos nossos resumos em PDF? Acesse a área do Assinante do Anestesistas e Anestesiologistas para conferir o material completo e conteúdos exclusivos.
    @anestesistaseanestesiologistas / @marcioaugustolacerda1966
    #Anestesiologia #SedacaoAmbulatorial #MedicinaDefensiva #SegurancaDoPaciente #DireitoMedico #CFM #CFO #AnestesiaCarioca #AnestesiaSegura

    27 min
  • O paradigma dos inibidores de SGLT2, cetoacidose euglicêmica e controle metabólico perioperatório

    Este episodio analisa o uso perioperatório dos inibidores deSGLT2, destacando seus benefícios cardiorrenais e o risco específico de cetoacidose diabética euglicêmica. A discussão integra fisiopatologia, fatores precipitantes, escolha anestésica, suspensão pré-operatória, vigilância metabólica, tratamento inicial e critérios seguros para reintrodução. O ponto central é que a glicemia isolada pode mascarar cetose e acidose em evolução; por isso, pacientes de risco exigem avaliação de beta-hidroxibutirato, equilíbrio ácido-base, ânion gap, potássio, hidratação e estado nutricional. Ao final, o episodio propõe uma abordagem prática baseada em estratificação de risco, comunicação interequipes, documentação clara e uso de anexos operacionais para apoiar a decisão clínica à beira-leito.

    27 min
  • Reposição Volemica em Lipoaspiração


    Resumo Clínico: Manejo Perioperatório na Lipoaspiração de Grande Porte
    A lipoaspiração em decúbito ventral (DV) prolongado exige rigor hídrico, pois a infiltração atua como expansão volêmica maciça (58% a 70% da solução é absorvida sistemicamente). A técnica Super-wet (1:1) é o padrão atual, minimizando perdas sanguíneas e sobrecarga cardiopulmonar.
    Cálculos de Reposição (Fórmula de Rohrich/Trott)A restrição venosa é a regra de ouro na anestesia:

    • < 4.000 ml aspirado: Apenas hidratação basal de manutenção.
    • $\ge$ 4.000 ml aspirado: Basal + 0,25 ml de cristaloide IV para cada 1 ml excedente a 4.000 ml.
    • Relação de Fluidos: (Infiltrado + IV) / Aspirado. A meta de segurança deve ser mantida entre 1,2 e 1,8.

    Escolha Anestésica e SuporteA anestesia geral é o padrão-ouro por assegurar a via aérea contra o edema faringolaríngeo. Em bloqueios axiais, a hipotensão da simpatectomia deve ser tratada com vasopressores, jamais com bólus de fluidos. O suporte obrigatório abrange: controle térmico (manta e fluidos aquecidos), profilaxia mecânica de TEV e monitorização do débito urinário (SVD).
    Manejo do Edema GravitacionalPara mitigar o edema facial e a quemose em DV, utiliza-se a mesa em proclive (10° a 15°), alinhamento cervical neutro e proteção ocular. No pós-operatório, elevação de cabeceira e dexametasona IV são indicadas. A furosemida é ineficaz no edema posicional isolado e gera risco de choque.
    Segurança e Blindagem ProfissionalOs limites farmacológicos são 35 mg/kg para lidocaína e 0,07 mg/kg para epinefrina, exigindo a disponibilidade de Emulsão Lipídica a 20% em sala. Normativas limitam a aspiração a 7% do peso e 40% da superfície corporal. O registro minucioso dos volumes no prontuário e a aplicação destas sugestões clínicas são vitais para a segurança e defesa do anestesiologista.

    18 min
  • Peridural Torácica – Segurança Absoluta para Alguns e Riscos Desnecessários para Outros

    Fala, pessoal! Sejam bem-vindos a mais um episódio. Hoje vamos falar sobre uma das ferramentas mais poderosas — e ao mesmo tempo delicadas — da anestesiologia moderna: a Peridural Torácica (PT). Vamos passar rápido pelo o que você precisa saber para a prática e para a sua proteção jurídica.
    A peridural torácica é o padrão-ouro para analgésica em cirurgias de grande porte do tórax e abdome superior, como toracotomias, colectomias e hepatectomias, além do manejo de trauma com múltiplas fraturas de costela.
    A grande vantagem? Qualidade de analgesia. Ela reduz o uso de opioides sistêmicos, melhora a mecânica ventilatória do paciente no pós-operatório — diminuindo o risco de atelectasias e pneumonias — e ainda atenua a resposta metabólica ao estresse cirúrgico.
    Mas nem tudo são flores. É uma técnica de maior complexidade anatômica do que a peridural lombar, devido à angulação acentuada dos processos espinhosos.
    O grande desafio hemodinâmico é o bloqueio simpático: ao atingir os níveis de T1 a T4, podemos ter hipotensão e bradicardia severas por bloqueio das fibras cardioaceleradoras. E, claro, temos as complicações graves que todo anestesiologista teme: a toxicidade por anestésico local (LAST), o hematoma epidural e o abscesso.
    Na prática: recusa do paciente, sepse e coagulopatia são contraindicações absolutas. E atenção especial aos anticoagulantes! Respeitar os tempos de suspensão dos fármacos antes da punção e antes da retirada do cateter é o que separa um procedimento bem-sucedido de uma tragédia neurológica.
    Por falar em tragédia, a peridural torácica tem alto potencial de judicialização, principalmente por sequelas neurológicas motoras. O segredo para a sua segurança jurídica se resume em três pilares:

    1. Consentimento Informado claro: O paciente precisa saber dos riscos neurológicos antes de ir para a sala.
    2. Prontuário impecável: Anote os tempos de suspensão de anticoagulantes, os detalhes da punção e os testes realizados.
    3. Vigilância no pós-operatório: Bloqueio motor prolongado ou dor focal na coluna exige ressonância magnética imediata. O diagnóstico tardio de um hematoma epidural é a causa número um de condenações judiciais.
    1. CANGIANI, L. M. et al. Tratado de Anestesiologia SAESP. 9. ed. São Paulo: Editora Ateneu, 2021.
    2. GROPPER, M. A. et al. Miller's Anesthesia. 9th ed. Philadelphia: Elsevier, 2020.
    3. HORLOCKER, T. T. et al. Regional Anesthesia in the Patient Receiving Antithrombotic or Thrombolytic Therapy: American Society of Regional Anesthesia and Pain Medicine Evidence-Based Guidelines (Fourth Edition). Regional Anesthesia and Pain Medicine, v. 43, n. 3, p. 263-309, 2018.
    4. MANION, S. C.; BRENNAN, T. J. Thoracic Epidural Analgesia and Acute Pain Management. Anesthesiology, v. 115, n. 1, p. 181-188, 2011.
    5. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANESTESIOLOGIA (SBA). Diretrizes de Anestesia Regional e Anticoagulação. Rio de Janeiro: SBA, 2020.

    Resumindo: a peridural torácica transforma o pós-operatório do paciente, mas exige precisão técnica, vigilância contínua e documentação rigorosa. Ficamos por aqui hoje e até o próximo episódio!
    📚 Referências Bibliográficas

    30 min
  • Música no Centro Cirúrgico

    Música no Centro Cirúrgico 🎶🏥

    🟢 Os Benefícios:

    Ouvir música (especialmente as familiares e preferidas) pode reduzir o estresse, a ansiedade e a carga mental da equipe durante a cirurgia. 🧘‍♂️✨

    ⚠️ Os Riscos:

    O volume alto é o maior inimigo! Ele prejudica a comunicação, mascara o som de alarmes vitais e aumenta as chances de erros. 📉🗣️

    🎚️ A Música Ideal (Regras de Ouro):

    • Volume: Entre 50 e 60 dB 🔊 (A legislação brasileira - NR 17 - proíbe passar de 65 dB em ambientes de concentração).

    • Ritmo: Estável, entre 60 e 80 bpm ⏱️.

    • Estilo: Instrumentais ou com poucas letras, sem mudanças bruscas e sem graves muito fortes 🎸🚫.

    • Audibilidade: Todos na sala devem conseguir conversar e ouvir alarmes em tom de voz normal 💬.

    🔴 Quando DESLIGAR a música (Silêncio Obrigatório):

    • Recepção do paciente e Time-Out (Checklist) 📋

    • Indução anestésica, despertar e extubação 🛌

    • Eventos críticos, emergências ou sangramentos 🚨

    • Disparo de alarmes de monitores ou bombas de infusão 🔔

    ⚖️ Legislação e Protocolo (POP) no Brasil:

    As normas (NR 17 e ABNT) e conselhos (CFM e SOBECC) exigem vigilância constante e conforto acústico. O uso de fones de ouvido individuais é proibido 🚫🎧. A decisão de ouvir música deve ser da equipe, mas se houver qualquer intercorrência ou desconforto, a segurança do paciente exige o silêncio imediato! 🛑👨‍⚕️👩‍⚕️

    Referências Bibliográficas

    • American Society of Anesthesiologists. (2025). Statement on Distractions.

    • Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). NBR 10152: Acústica - Níveis de pressão sonora em ambientes internos.

    • Conselho Federal de Medicina (CFM). Resolução CFM nº 2.174/2017.

    • El Boghdady, M., & Ewalds-Kvist, B. M. (2020). The Influence of Music on the Surgical Task Performance: A Systematic Review. International Journal of Surgery, 73, 101-112.

    • Fu, V. X., Oomens, P., Sneiders, D., et al. (2019). The Effect of Perioperative Music on the Stress Response to Surgery: A Meta-Analysis. The Journal of Surgical Research, 244, 444-455.

    • Fu, V. X., Oomens, P., Kleinrensink, V. E. E., et al. (2021). The Effect of Preferred Music on Mental Workload and Laparoscopic Surgical Performance in a Simulated Setting (OPTIMISE): A Randomized Controlled Crossover Study. Surgical Endoscopy, 35(9), 5051-5061.

    • Grant, L., Nicholson, P., Davidson, B., Finch, S., & Manias, E. (2026). Communication Failures and the Influence of Noise in the Operating Room: A Prospective Cohort Study. Journal of Clinical Nursing.

    • Ministério do Trabalho e Emprego (Brasil). Norma Regulamentadora 17 (NR 17) - Ergonomia.

    • Narayanan, A., Khashram, M., & Fisher, J. P. (2025). Randomized Cross-Over Trial Comparing Stress Responses Amongst Undergraduates and Surgeons With and Without Background Music During Simulated Surgery. Scientific Reports, 15(1), 19461.

    • Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico (SOBECC). Diretrizes de Práticas em Enfermagem Cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde.

    • Wahr, J. A., Prager, R. L., Abernathy, J. H., et al. (2013). Patient Safety in the Cardiac Operating Room: Human Factors and Teamwork: A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation, 128(10), 1139-69.

    • Weldon, S. M., Korkiakangas, T., Bezemer, J., & Kneebone, R. (2015). Music and communication in the operating theatre. Journal of Advanced Nursing, 71(12), 2763-74.

    10 min
  • História da Anestesia Venosa - Parte 01

    Você conhece a história fascinante por trás da anestesia venosa moderna? 💉🩺


    Hoje vamos começar uma série sobre ela...... Dos primórdios até a TIVA atual .... A primeira parte já está pronta !!!!!


    Neste podcast, embarcamos em uma jornada no tempo para explorar como a medicina superou dogmas antigos para descobrir a via intravenosa.


    Do mito de Galeno à quebra de paradigma com William Harvey, e a primeira e bizarra injeção experimental de Christopher Wren... É uma história de coragem, inovação e, claro, alguns experimentos inusitados com vinho e ópio! 🍷😮


    Acompanhe essa evolução que pavimentou o caminho para a anestesiologia segura e precisa que praticamos hoje.


    ouça até o fim e nos conte nos comentários: qual desses pioneiros você acha que teve a ideia mais "fora da caixa"? 👇


    E se você gostou dessa dose de história da medicina, não esqueça de salvar o podcast para consultar depois e nos avaliar com 05 estrelas !


    Lembre-se !!!! O artigo completo está disponivel para assinantes do Canal no Instagram..... Considere se associar !!!! @anestesistaseanestesiologistas

    12 min
  • Manobra de Heimlich

    🍷 **Jazz, luzes de neon, um jantar chique e... uma rolha de carne na garganta?!** 🥩


    Nos loucos anos 70, desmaiar no meio do restaurante era tão comum que ganhou o apelido digno de filme *noir*: a **"coronária do café"**. Todo mundo em volta jurava que era um ataque cardíaco, mas o vilão real era bem menos glamouroso: um pedaço de bife mal mastigado bloqueando a traqueia! 🕵️‍♂️


    A recomendação médica da época? Dar bons tapas nas costas da vítima. Só tinha um probleminha gravitacional: bater nas costas funcionava igual a bater em uma garrafa para tirar a rolha... a força só empurrava a comida ainda mais para o fundo! 🍾💥


    É aí que entra o **Dr. Henry Heimlich**, um cirurgião rebelde que olhou para os nossos pulmões e enxergou um grande fole de lareira. Ele descobriu que um "abraço por trás" com um belo tranco no diafragma ejetava o obstáculo pela pura força do ar comprimido! 🌬️🚀


    Mas a melhor parte da história é o motim midiático. Sabendo que a burocracia médica levaria anos para aprovar sua técnica, Heimlich deu uma de herói subversivo: "furou a fila" da ciência e vazou os diagramas diretos para os jornais, colunas de fofoca e revistas femininas! 🗞️🗣️


    Ele colocou o passo a passo pendurado com ímã nas geladeiras de todo o país antes mesmo das grandes associações médicas darem o aval. O establishment médico pirou? Com certeza! Houve brigas de ego, tretas com a Cruz Vermelha e muita controvérsia. 🥊


    Mas, no fim das contas, a ousadia (e teimosia) brilhante desse médico transformou garçons, taxistas e avós nos maiores e mais improváveis heróis de todos os tempos. 🦸‍♀️🦸‍♂️


    Salva esse post e manda para aquele amigo que tem o péssimo hábito de comer rápido demais (só por precaução)! 👀👇


    #ManobraDeHeimlich #CuriosidadesHistoricas #MedicinaRebelde #PrimeirosSocorros #HistoriaDaCiencia #Anos70 #Curiosidades #FatosDesconhecidos

    14 min

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Olá, pessoal! Sejam muito bem-vindos ao podcast do Anestesistas e Anestesiologistas. O espaço dedicado à história, à prática e à evolução da nossa especialidade. Eu sou Marcio Augusto Lacerda, sou médico Anestesiologista e coordeno o conteúdo deste canal .....