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Neste episódio conversamos acerca das palavras mais bonitas e...algumas das mais feias do nosso vocabulário.
Neste episódio conversamos sobre as principais figuras de linguagem: Aliteração, anáfora, antítese, assonância, catacrese, elipse, eufemismo, hipérbato, hipérbola, ironia, metáfora, metonímia, onomatopeia, paradoxo, pleonasmo, prosopopeia, sinestesia e zeugma.
Nasceu em Braga, em 1974, e é licenciado em História e Ciências Sociais. Participou, por sua iniciativa, em diversas explorações arqueológicas pelo país ao longo de vários anos. Militou, mais tarde, nas tropas paraquedistas. Regressado à vida civil, dedicou-se à escrita e fundou, em Braga, um bar de inspiração celta, onde se realizaram concertos memoráveis das melhores bandas ibéricas desse género musical. Escreveu Era Uma Vez Um Homem (Prémio Literário UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), Os Provocadores de Naufrágios (2018) e Autópsia (2019), todos publicados pela Guerra e Paz.
João Nuno Azambuja nasceu em Braga, em 1974, e é licenciado em História e Ciências Sociais. Participou, por sua iniciativa, em diversas explorações arqueológicas pelo país ao longo de vários anos. Militou, mais tarde, nas tropas paraquedistas. Regressado à vida civil, dedicou-se à escrita e fundou, em Braga, um bar de inspiração celta, onde se realizaram concertos memoráveis das melhores bandas ibéricas desse género musical. Escreveu Era Uma Vez Um Homem (Prémio Literário UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), Os Provocadores de Naufrágios (2018) e Autópsia (2019), todos publicados pela Guerra e Paz.
Junta-se a nós para falar do mais recente livro, Breviário da Vingança, editado pela Guerra e Paz.
Estas marcas passaram por, de acordo com especialistas da língua, uma “derivação imprópria” ou uma “conversão”, i.e., houve uma mudança de categoria gramatical, passando de nome próprio para nome comum.
Atualmente, estas palavras encontram-se dicionarizadas, tendo algumas sofrido uma alteração em termos de grafia.
Episódio inspirado no Podcast Ciberdúvidas da LP.
Neste episódio abordamos algumas das palavras que não pronunciamos correctamente.
Continuamos com o nariz enfiado na obra de Cervantes, 'O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de La Mancha'. Apresentamos, neste episódio, mais de duas dezenas provérbios utilizados por Cervantes, com os seus equivalentes na língua portuguesa.
Para este episódio, voltamos a consultar a tradução do D. Quixote (2005) para a Relógio D'Agua, de José bento, e o artigo "Los refranes de Don Quijote de la Mancha en la traducción portuguesa", de Lucília Chacoto.
Os erros de tradução são mais comuns do que gostaríamos de acreditar, ou admitir.
As causas podem ser as mais variadas, podendo incluir uma inexperiência no ramo por parte do tradutor, uma falta de contexto para a terminologia ou simplesmente a ausência de um tradutor qualificado - o famoso caso do amigo quetem um primo que morou nos Estados Unidos e fala inglês.
A história está repleta de exemplos de erros que tiveramconsequências graves, embora alguns tenham sido até engraçados! Neste episódio apresentamos alguns dos piores.
José Miguel Braga | Bracarense de gema. É doutorado pela Universidade do Minho em Ciências da Comunicação, na especialidade de Teoria da Cultura, com uma tese dedicada ao ator intitulada "Aqui é o Mundo - sobre teatro e técnicas de expressão".
Iniciou a carreira como professor do ensino secundário em 1978, no Liceu Sá de Miranda, em Braga. Foi Leitor de Português entre 1987 e 1996 em França, nas universidades Blaise Pascal de Clermont-Ferrand e Paris X - Nanterre.Foi professor de Interpretação do Curso Profissional de Artes do Espectáculo - Interpretação da ESAS (Escola Secundária Alberto Sampaio) em Braga. Foi professor auxiliar convidado da Licenciatura em Ciências da Comunicação do ICS/UM, tendo tido a seu cargo a formação dos alunos de 1º ano em "Técnicas de Expressão". Leccionou “Corpo e Performance” e "Corpo e Escrita".
É ator, encenador e dramaturgo no âmbito do trabalho desenvolvido pelo PIF'H (Produções Ilimitadas Fora d'Horas), colaborando também com a companhia de teatro Malad'Arte e com o Grupo de Teatro São João Bosco, do Seminário Conciliar. Tem dedicado a sua vida ao ensino e formação dos jovens, privilegiando a comunicação teatral e a comunicação literária.
Publicou poesia e teatro em edição de autor. Dedica-se atualmente à escrita diarística, à escrita teatral, à poesia e à ficção.
Em 2023, recebeu o prémio Galardões "A Nossa Terra" e em 2024 publicou o livro 'O Caminho de Royat' pela Humus.
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