Antigas Novidades - podcast de heavy metal, rock progressivo, jazz, blues, MPB e rock classico

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Antigas Novidades - podcast de heavy metal, rock progressivo, jazz, blues, MPB e rock classico episodes

  • #444 Led Zeppelin: tudo o que você precisa saber sobre o disco de estreia! Primeiro livro oficial do Antigas Novidades!

    Olha que bacana! Saiu o primeiro livro oficial do Antigas Novidades: Tudo o Que Você Precisa Saber Sobre o Disco Led Zeppelin - digital e livro físico! BASTA CLICAR AQUI PARA ADQUIRIR O SEU EXEMPLAR!

    Não vamos recontar a história, vamos apenas deixar ela em uma linha do tempo mais fácil para ler. Que tal saber mais sobre a história do álbum de estreia do Led Zeppelin, explorando desde os bastidores da formação da banda até os detalhes técnicos de gravação, passando por polêmicas de autoria, capas icônicas e o impacto cultural que moldou gerações?


    No programa de hoje, vamos dar uma pincelada no disco, mas tudo está no livro!


    Aroldo Glomb é jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Tuiuti do Paraná, com especialização em Estratégias da Comunicação. Apaixonado por rock, jazz e blues, Aroldo construiu uma carreira sólida em veículos e empresas de comunicação e criou a coleção Antigas Novidades, dedicada a explorar os discos de estreia das maiores bandas da história. Além disso, é idealizador e apresentador do programa Antigas Novidades, onde debates e análises apaixonadas sobre música ganham vida.

    Com prefácio do jornalsita e YouTuber Aldo Portes de França, o livro está disponível para compra na Amazon.com.br, este livro é leitura essencial para fãs de música e colecionadores que desejam compreender como o Led Zeppelin incendiou o mundo do rock logo em sua estreia.


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    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho.

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    1 hr 36 min
  • #443 Satan - Court in the Act (1983): um clássico da NWOBHM que abriu caminho para o speed e o thrash.

    O álbum Court in the Act marcou a estreia da banda britânica Satan e se tornou um clássico cult da New Wave of British Heavy Metal. Lançado em 1983, o disco combina instrumentais atmosféricos como Into the Fire e The Ritual com faixas intensas como Trial by Fire, Broken Treaties e Alone in the Dock.

    Neste episódio, analisamos os riffs velozes, os vocais dramáticos de Brian Ross e as letras que abordam injustiça, guerra e resistência. Também discutimos como o disco antecipou elementos do speed e do thrash metal, influenciando gerações posteriores.

    Mais do que uma estreia, Court in the Act é um retrato da evolução do metal britânico e um marco que continua a inspirar fãs e músicos até hoje.

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    1 hr 39 min
  • #442 Wizards: Sound Of Life (1996) - Heavy Metal brasileiro de primeira qualidade

    Em meados da década de 1990, quando o heavy metal brasileiro conquistava espaço no cenário internacional graças ao sucesso de bandas como Angra, outro grupo paulista também chamava a atenção do público japonês. Era o Wizards, banda formada por amigos de infância que transformaram um sonho adolescente em uma carreira de destaque.

    A história do Wizards começou no bairro do Morumbi, em São Paulo. Christian, Mendel e Bezi eram vizinhos e, depois de assistirem ao lendário show do Kiss no Estádio do Morumbi, em 1983, decidiram que também queriam formar uma banda de rock. Incentivados pela família, Christian ganhou uma guitarra de seu tio, enquanto Mendel e Bezi receberam, respectivamente, uma guitarra e uma bateria de seu pai, o senhor Meyer, que sempre apoiou os ensaios dos filhos.

    Após passarem por diferentes projetos musicais, o nome definitivo surgiu quase por acaso. Durante um ensaio, Assad Gazhal, primo de Christian e então guitarrista da banda ao lado de Leandro Florence, anunciou: "O nome da banda vai ser Wizards!". A ideia agradou a todos e, daquele momento em diante, nascia oficialmente o Wizards.

    Depois de gravarem algumas demos, uma oportunidade inesperada mudou completamente o destino do grupo. Um empresário japonês, antigo conhecido do pai de Christian, ouviu uma das fitas da banda e ficou impressionado. Levou a gravação para o Japão e, poucos meses depois, veio a notícia: a gravadora JVC queria lançar o Wizards.

    O álbum de estreia, "Wizards", foi lançado em 1995, já contando com Kadu na guitarra e Charles Dalla assumindo os teclados. Na época, o empresário da banda era o mesmo do Angra e teria adiado estrategicamente o lançamento para evitar uma concorrência direta entre os dois grupos. O disco foi um enorme sucesso no Japão, alcançando a oitava posição na tradicional revista Burnn!, superando nomes como Van Halen, além de render ao Wizards o prêmio de banda revelação do ano. Apesar desse reconhecimento internacional, o grupo enfrentava resistência no Brasil por fugir do estereótipo visual do heavy metal da época, já que seus integrantes não adotavam o tradicional visual de cabelos longos e roupas típicas do gênero.

    Em 1996 chegou o segundo álbum, "Sound Of Life", considerado o trabalho que consolidou definitivamente a banda no mercado brasileiro. O disco apresenta um hard rock melódico com forte influência do AOR e do heavy metal tradicional, combinando refrões marcantes, guitarras técnicas e teclados que reforçam a identidade sonora do grupo.

    Mesmo sem alcançar a projeção internacional de alguns de seus contemporâneos, o Wizards construiu uma trajetória singular dentro do hard rock brasileiro. "Sound Of Life" permanece como um dos grandes álbuns nacionais do gênero, reunindo excelente produção, composições inspiradas e um equilíbrio raro entre técnica, melodia e acessibilidade. É um disco que merece ser redescoberto tanto pelos fãs do hard rock melódico quanto por quem deseja conhecer um capítulo importante da história do metal brasileiro dos anos 1990.

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    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho.

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    1 hr 34 min
  • #441 Joelho de Porco - São Paulo: 1554/Hoje (1976)

    Se alguém disser que o rock brasileiro começou apenas nos anos 80, com bandas como Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho ou Paralamas do Sucesso, além de ser um ignorante, está perdendo uma história inteira que ficou esquecida anos antes.

    Antes disso, no começo dos anos 70, em plena São Paulo tomada pela modernização acelerada, pelo crescimento urbano descontrolado e pela censura da ditadura militar, surgiu uma banda que parecia não pertencer a lugar nenhum.

    Uma banda que misturava rock pesado, psicodelia, samba, humor, teatro, crítica social e uma enorme vontade de debochar de tudo.

    Essa banda era o Joelho de Porco.

    Uma banda que, anos depois, seria lembrada como “a melhor banda que ninguém conhece”.

    O disco São Paulo: 1554/Hoje (1976) teve a seguinte formação


    Próspero Albanese — vocais

    Tico Terpins — baixo e vocais

    Walter Baillot — guitarra, violão, guitarra lap steel e vocais

    Flávio Pimenta — bateria e percussão

    Sérgio Sá — arranjos, piano, piano elétrico e órgão

    Dudi Guper — percussão

    Essa formação representa uma fase muito importante do Joelho de Porco porque junta o lado teatral e irreverente da banda com uma sonoridade mais elaborada.

    Era rock. Mas não era apenas rock. Tinha peso de hard rock, referências tropicalistas, humor, colagens culturais e uma visão muito particular do Brasil.

    O álbum é dividido em dez faixas, seguindo uma narrativa quase cinematográfica.

    A ordem das músicas é:

    Lado A

    1 — Hey Gordão

    2 — Boeing 723897

    3 — Mardito Fiapo de Manga

    4 — Cruzei Meus Braços… Fui Um Palhaço

    5 — Debaixo das Palmeiras

    Lado B

    6 — México Lindo

    7 — Aeroporto de Congonhas

    8 — São Paulo By Day

    9 — A Lâmpada de Edison

    10 — Meus Vinte e Seis Anos


    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho.

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    1 hr 29 min
  • #440 Entombed: Wolverine Blues (1993)

    Em 1993, o Entombed lançou Wolverine Blues e redefiniu os rumos do death metal. Neste episódio, exploramos a trajetória da banda desde seus primórdios como Nihilist, passando pelos clássicos Left Hand Path e Clandestine, até chegar ao momento decisivo que deu origem ao subgênero death ’n’ roll.

    Com Lars-Göran Petrov nos vocais, Uffe Cederlund e Alex Hellid nas guitarras, Lars Rosenberg no baixo e Nicke Andersson na bateria, o Entombed ousou misturar a brutalidade do death metal com grooves de hard rock e punk. Produzido por Tomas Skogsberg no lendário Sunlight Studios, o álbum trouxe riffs arrastados, refrões memoráveis e uma energia visceral que redefiniu o metal extremo.

    Falamos também da polêmica capa com o personagem Wolverine da Marvel, lançada sem o consentimento da banda, e de como isso marcou a relação entre underground e mainstream nos anos 90. Além disso, fazemos uma análise faixa a faixa, mostrando como cada música contribuiu para a identidade única do disco.

    No final, fica claro: Wolverine Blues não foi apenas um álbum, mas um manifesto que abriu caminho para novas sonoridades e consolidou o Entombed como uma das bandas mais inovadoras da cena sueca.

    1. Eyemaster

    2. Rotten Soil

    3. Wolverine Blues

    4. Demon

    5. Contempt

    6. Full of Hell

    7. Blood Song

    8. Hollowman

    9. Heavens Die

    10. Out of Hand

    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho.

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    1 hr 35 min
  • #439 Sword e os 40 anos de Metalized (1986), uma pérola do metal otientista

    O álbum Metalized da banda canadense Sword é um clássico do heavy metal dos anos 80, lançado em 1986 pela Aquarius Records. Com riffs poderosos e letras intensas, tornou-se um marco da cena metálica e é a estreia que colocou o grupo no mapa internacional.

    O álbum traz dez faixas cheias de energia e peso, consolidando o grupo como uma das revelações do heavy metal da época. Com vocais marcantes de Rick Hughes e guitarras afiadas de Mike Plant, Metalized é uma viagem sonora que mistura agressividade e melodia, permanecendo relevante até hoje para fãs do metal clássico.

    1. F.T.W. (Follow the Wheel) – 3:38

    2. Children of Heaven – 2:38

    3. Stoned Again – 3:27

    4. Dare to Spit – 3:45

    5. Outta Control – 3:00

    6. The End of the Night – 3:00

    7. Runaway – 3:38

    8. Where to Hide – 3:43

    9. Stuck in Rock – 3:37

    10. Evil Spell – 4:14

    • Rick Hughes – Vocais e teclados

    • Mike Plant – Guitarra e teclados

    • Mike Larock – Baixo

    • Dan Hughes – Bateria

    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. Participação do Jorge Andrade do PodDiscos!

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    47 min
  • #438 The Doobie Brothers, The Captain and Me (1973): disco obrigatório para qualquer pessoa que se julga apreciadora de música, em especial de rock

    Em 1973, os The Doobie Brothers lançaram The Captain and Me, um álbum que se tornou referência absoluta no rock clássico. Produzido por Ted Templeman, o disco mistura funk, folk californiano, country-rock e blues, criando uma sonoridade versátil e marcante. Com sucessos como Long Train Runnin’ e China Grove, o álbum conquistou o público e consolidou a identidade da banda nos anos 70.

    Cada faixa revela uma atmosfera única: o groove contagiante de Natural Thing, o blues sombrio de Dark Eyed Cajun Woman, o folk vibrante de Clear As the Driven Snow e a balada romântica South City Midnight Lady. A diversidade sonora é reforçada pelas guitarras de Tom Johnston, pelas composições de Patrick Simmons e pela força rítmica da dupla de bateristas John Hartman e Michael Hossack.

    A capa do álbum também é histórica: fotografada sobre as ruínas da Interestadual 5, destruída pelo terremoto de San Fernando em 1971, mostra a banda vestida como pioneiros do século XIX em uma diligência puxada por cavalos. Uma imagem que simboliza ousadia e resiliência, reforçando o caráter icônico do disco.

    The Captain and Me é um clássico obrigatório para quem se diz roqueiro de verdade. Um álbum que mistura estilos, cria identidade e permanece como referência essencial do rock dos anos 70.

    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho

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    57 min
  • #437 Opeth: uma linha do tempo infernal em seis atos (com surpresa ao final)

    Existe uma linha invisível ligando brutalidade, melancolia e genialidade musical — e o novo episódio do podcast Antigas Novidades atravessa exatamente esse território ao apresentar Opeth. Mais do que revisitar músicas, o episódio mergulha em uma verdadeira experiência sonora, acompanhando Metamorfose Progressiva, uma jornada sinsitra.


    Esta é uma banda que saiu das profundezas do death metal para construir paisagens musicais extremamente sofisticadas, sombrias e imprevisíveis.

    Ao longo do programa, o ouvinte percorre da tempestade até a calmaria, entendendo como cada fase da banda redefiniu o peso, a técnica e a emoção dentro do metal progressivo. Entre riffs esmagadores, violões espectrais e mudanças de andamento que parecem desafiar qualquer lógica, surge um mosaico sombrio do Opeth. Um retrato de uma das bandas mais elaboradas e inquietantes da música pesada contemporânea.

    O episódio é um convite para entrar em um som infernal, atmosférico e quase cinematográfico. Uma viagem para quem gosta de músicas longas, complexas e emocionalmente devastadoras. E quando tudo parece ter chegado ao ápice, ainda existe uma faixa surpresa no final esperando para virar completamente a experiência de cabeça para baixo.

    No Antigas Novidades, Opeth não aparece apenas como uma banda, mas como uma entidade artística que transformou o metal em algo transcendental.

    #Opeth #MetalProgressivo #DeathMetal #PodcastRock #AntigasNovidades #ProgMetal #HeavyMetal



    No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho

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    1 hr 10 min
  • #436 Def Leppard fez A MELHOR estreia de uma banda da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM) com On Through the Night (1980)? Parece que sim!

    Em 1980, o Def Leppard lançou seu primeiro álbum, On Through the Night, e entrou para a história como uma das bandas líderes da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). Produzido por Tom Allom, o disco trouxe energia juvenil, riffs marcantes e melodias acessíveis que já apontavam para o sucesso mundial que viria nos anos seguintes.

    A formação da banda na época era composta por Joe Elliott (vocais), Steve Clark (guitarra), Pete Willis (guitarra), Rick Savage (baixo) e Rick Allen (bateria, com apenas 16 anos!). Essa química foi essencial para criar um som cru e poderoso, que se destacou em meio ao cenário britânico dominado por bandas mais pesadas e sombrias.

    O álbum trouxe singles como "Wasted", "Hello America" e "Rock Brigade", além de versões regravadas de faixas do primeiro EP, como "Rocks Off" e "Overture". Uma curiosidade marcante é a introdução falada de "When the Walls Came Tumbling Down", feita por Dave Cousins, líder da banda Strawbs, que imitou o estilo dramático do ator britânico Laurence Olivier.

    Apesar de muitas músicas terem saído dos setlists após 1983, faixas como "Rock Brigade" e "Wasted" voltaram em shows especiais nos anos 2000. No Brasil, “Rock Brigade” ganhou ainda mais relevância por inspirar o nome da revista Rock Brigade, criada em 1981 e que se tornou referência na cena metal nacional.

    O disco foi certificado ouro em 1983 e platina em 1989, mostrando que seu impacto cresceu com o tempo. Hoje, On Through the Night é lembrado como um marco inicial da jornada do Def Leppard rumo ao estrelato, misturando peso e melodia com sabedoria além da idade dos músicos.


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    58 min
  • #435 Totem exagerou em Descarga (1972): jazz, funk, Candombe, rock psicodélico, fusion, muita distorção e percussão

    Em 1972, a banda Totem atingia um de seus momentos mais intensos e criativos com “Descarga”, segundo álbum da histórica banda uruguaia liderada por Rubén Rada. Gravado nos estúdios ION, em Buenos Aires, o disco amplia a fusão entre rock, jazz e candombe afro-uruguaio, transformando ritmo em identidade cultural, política e espiritual.

    Mais solto, coletivo e percussivo que o álbum de estreia, “Descarga” mergulha na ideia da descarga musical como explosão de energia. Cada faixa funciona como um organismo vivo, conduzido pela voz poderosa de Rubén Rada, pelas guitarras atmosféricas de Eduardo Useta e Enrique Rey, pela cozinha hipnótica de Daniel “Lobito” Lagarde, Roberto Galletti e Mario “Chichito” Cabral.

    O disco abre com “Heloísa”, trazendo um clima contemplativo e jazzístico, antes de mergulhar nos grooves corporais de “Orejas” e “Manos”, onde o candombe elétrico pulsa de maneira quase ritualística. “Pacífico” oferece um respiro atmosférico, enquanto “Todo Mal” mergulha em tensão e psicodelia, refletindo o clima político turbulento do Uruguai do início dos anos 70.

    No lado B, “Negro” surge como uma afirmação direta da identidade afro-uruguaia, uma das declarações mais fortes da carreira de Rubén Rada. “Mi Alcoba” traz delicadeza e introspecção, enquanto “Un Sueño Para Gonzalo” leva a banda para territórios do jazz-rock progressivo com liberdade instrumental e construção cinematográfica. O encerramento com “Descarga” sintetiza tudo: improvisação, celebração coletiva e explosão rítmica em estado puro.

    Mesmo considerado por alguns críticos menos experimental que o primeiro disco, “Descarga” se consolidou com o tempo como uma obra essencial do rock latino-americano. Um álbum físico, quente e profundamente humano, que antecipou caminhos fundamentais para a música uruguaia nas décadas seguintes.

    Formação:
    Rubén Rada — voz e percussão
    Eduardo Useta — guitarra
    Enrique Rey — guitarra
    Mario “Chichito” Cabral — percussão
    Daniel “Lobito” Lagarde — baixo
    Roberto Galletti — bateria

    Lado A:
    Heloísa
    Orejas
    Manos
    Pacífico
    Todo Mal

    Lado B:
    Negro
    Mi Alcoba
    Un Sueño Para Gonzalo
    Descarga


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    50 min

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Antigas Novidades é um podcast sobre música dedicado aos clássicos, bandas obscuras e às histórias por trás dos discos que marcaram gerações. Aqui você encontra episódios sobre rock clássico, rock progressivo, heavy metal, jazz, blues e MPB, além de análises profundas de álbuns icônicos, bandas lendárias e movimentos que definiram a história da música.