A Igreja Presbiteriana da Barra está com o coração moído. Morreu ontem, de modo súbito, o diácono Rogério, provavelmente, vítima do coronavírus.
Na nossa memória consta o registro de um cristão operoso, humilde, amante da boa teologia.
Um ponto tem mexido com a alma e as crenças de não poucos cristãos: a crise humanitária também atinge as suas vidas. Membros das mais diferentes igrejas contraíram o vírus, e sabe-se de muitos que vieram a óbito.
Como explicar o fato de que quem crê e quem não crê morrerem indistintamente? Não era para a providência divina ser mais seletiva nessas horas, revelando ao mundo o cuidado que exerce pela vida dos que servem a Cristo?