Jesus aparece primeiramente no Cenáculo, desejando a todos a paz e o perdão. A segunda aparição é oito dias depois, para tirar um de seus discípulos da incredulidade, Tomé, que ao não estar presente na primeira aparição de Nosso Senhor, duvidou de sua vinda e disse que teria que tocar nas chagas dos pregos e na ferida aberta pela lança em Cristo, para crer. Comemoramos hoje (11) o Domingo da Misericórdia, que perdoa a dureza e incredulidade de Tomé. A certeza da presença de Jesus passa a ser atestada pela fé dos que foram testemunhas oculares, que foi a confirmação da fé. A maior prova de que Jesus está vivo, se encontra na mudança de vida dos que creem sem ter visto. Os sinais que acompanham a ação dos apóstolos evocam a continuidade da missão de Jesus e realizam a profecia que Ele fez “quem crê em mim fará as obras que eu faço e fará até maiores do que elas”. Esse momento é um marco inclusive para as futuras gerações de cristãos, como testemunho da misericórdia de Cristo pelo perdão e a reconciliação da humanidade.
Também rezamos hoje pela 58ª Assembleia Geral da CNBB, que reunirá a partir de 12 de abril 286 bispos de todo o país para tratarem de assuntos que impactam na vida dos cristãos e também oremos pelas famílias das vítimas da Covid-19.