Você pagaria uma guia de mais de R$ 200 mil ao INSS?
À primeira vista, parece absurdo. Mas existem situações em que o reconhecimento de um período trabalhado antes do ingresso no serviço público pode influenciar de forma relevante a aposentadoria.
Esse caminho pode envolver a retroação da DIC, o pagamento de contribuições em atraso, a emissão de CTC e a averbação do período no regime próprio.
Porém, isso não significa que o recolhimento seja sempre possível ou vantajoso.
Antes de pagar, é necessário verificar os documentos, a possibilidade de reconhecimento pelo INSS, a aceitação do período pelo RPPS, o impacto na regra de aposentadoria e o prazo para recuperar o valor investido.
Por isso, não faça qualquer pagamento em atraso ao INSS sem uma análise prévia e individualizada de um advogado especialista em Direito Previdenciário.
Uma guia paga sem planejamento pode não produzir o efeito esperado e se tornar uma verdadeira dor de cabeça.
Cada caso possui fatos, documentos e regras próprios.
Planejamento vem antes do pagamento.
*Este conteúdo tem caráter informativo e apresenta uma possibilidade jurídica — não uma promessa ou garantia de deferimento, de valor de benefício ou de resultado.
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