como podemos olhar com Curiosidade à nossa história?
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chega um momento em que “ficamos de saco cheio” de ouvirmos a mesma melodia melancólica sobre algo e coisas que fazem parte da nossa caminhada — isso pode ser um convite para olharmos para nós mesmas e o que vivemos até aqui em panorama, caminhando intencionalmente para uma perspectiva outra, alinhada com quem nós somos autenticamente;
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nós temos as possibilidades e podemos (somos dignas e merecedoras de) elevar a frequência vibratória da história que contamos sobre a nossa própria história.
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aqui, conseguimos perceber que os atravessamentos dos espaços que passamos, nos ambientes sociais que precisamos estar, influenciam e mantém um certo “piloto automático”. estar crescendo é também extrapolar as amarras daquilo que podemos ter acreditado que faziam parte de nossa identidade, mas na real eram apenas moldes que tentaram engessar a expressão multifacetada da divindade em nós.
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autoamor; autoestima; autorespeito; autopreservação são algumas chaves que Imani (@thehoodhealer) traz para alicerçarmos nosso devir expansivo, na liberdade de sermos plenamente.
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