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Se você acompanha a gente há um tempo, já deve saber que uma das premissas do podcast é fazer as gravações sem roteiro ou nenhum tipo de combinado prévio. Isso tem sido muito rico quando nos encontra em sintonia de momentos e assuntos, mas também cria desafios interessantes nos dias em que os transbordamentos de cada uma de nós três puxam para lados que parecem muito diferentes. A relação com o corpo, a relação com os amigos… Pode haver paralelos entre as duas coisas? Será que as nossas relações de afeto no mundo aqui fora podem ser vistas como um tipo de “corpo estendido”, um organismo único? Ou, por outro lado, e se o que chamamos de “eu” for na verdade uma dupla mente/corpo, ou quem sabe até um quarteto, se considerarmos também o corpo emocional e o “eu” espiritual?
By TransbordandoSe você acompanha a gente há um tempo, já deve saber que uma das premissas do podcast é fazer as gravações sem roteiro ou nenhum tipo de combinado prévio. Isso tem sido muito rico quando nos encontra em sintonia de momentos e assuntos, mas também cria desafios interessantes nos dias em que os transbordamentos de cada uma de nós três puxam para lados que parecem muito diferentes. A relação com o corpo, a relação com os amigos… Pode haver paralelos entre as duas coisas? Será que as nossas relações de afeto no mundo aqui fora podem ser vistas como um tipo de “corpo estendido”, um organismo único? Ou, por outro lado, e se o que chamamos de “eu” for na verdade uma dupla mente/corpo, ou quem sabe até um quarteto, se considerarmos também o corpo emocional e o “eu” espiritual?