Aqui Não Violante

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Aqui Não Violante episodes

  • EP 8 - Tem Alguém Aí?
    Será que a gente sabe fazer podcast ainda? Será que temos ainda o que falar? Será que tem pano pra manga? Algumas perguntas e um só sentimento: estamos de volta! Depois de um período sabático de mudanças e mais mudanças, o oitavo episódio da segunda temporada do Aqui Não Violante está aqui e com um convite: tem alguém aí do outro lado? Conta pra gente!
    32 min
  • EP 7 - O fator Beyoncé

    O impacto, importância e legado vivo de Beyoncé Knowles Carter chega no sétimo episódio da segunda temporada do Aqui Não Violante com o desafio de refletir sobre o início da carreira da artista mais premiada da história moderna e seu papel atual na luta antirrascista.

    30 min
  • EP 6 - Responsabilidade Afetiva

    A expressão é recente mas a urgência é pra ontem. O preço do afeto do jovem gay em relaçoes não românticas é assunto do sexto episódio da segunda temporada do Aqui Não Violante onde a gente falar sobre como quebrar o ciclo de sobrecarga afetiva é fundamental pra seguir em frente.

    29 min
  • EP 5 - Você está lindo agora!

    Preconceitos repassados em forma de elogio. Fetichização do corpo gordo e da busca incessante da perda do peso nas relações que construímos no dia a dia. O quinto episódio da segunda temporada do Aqui Não Violante chegou pra provocar a reflexão que não pode parar: qual parte da sua gordofobia você está disposto a largar hoje?

    24 min
  • EP 4 - Quem Pediu Esse Remake?

    Será que os filmes e séries de antigamente devem ser deixados em paz? Precisamos refazer e ressignificar tudo? O quarto episódio da segunda temporada do Aqui Não Violante é nosso primeiro convite a olhar diferente e criticamente para os produtos de mídia refeitos com a premissa de correção social de pautas e representações importantes para nossa comunidade atual.

    28 min
  • EP 3 - Redes de Auto-Cuidado

    Porque não podemos parar de falar de auto-cuidado? Como ocupar espaços de auto-cuidado e se sentir bem com isso? Quais partes do auto-cuidado são mais fáceis de serem acessadas? Tudo isso sob a perspectiva de quem é gay, preto e de origem humilde. O terceiro episódio da nova temporada do Aqui Não Violante tá aqui com várias perguntas pra gente fazer e talvez uma certeza: não é sobre só querer, é sobre poder e se sentir bem onde está.

    31 min
  • EP 2 - Para RuPaul, Obrigado por tudo!

    Are you ready, queens? O segundo episódio da nova temporada do Aqui Não Violante tá aqui pra fofocar, refletir, problematizar (?) e celebrar RuPaul e sua contribuição para sociedade através de Drag Race, o pioneiro reality show de competições de drag queens que trouxe para o mainstream a forma de arte celebrada pela comunidade LGBTQIA+ e que pavimenta até hoje caminhos inimagináveis até pouco tempo atrás.

    37 min
  • EP 1 - Música de Viado

    Voltamos! Imunizados. Animados. Preparados? Nem Sempre. O primeiro episódio do Aqui Não Violante chegou para provocar uma reflexão sobre como a gente segue moldando comportamentos normativos onde ninguém pediu e como isso limita a gente de seguir em frente.

    33 min
  • EP 13 - Deixe seu recado após o sinal

    Diga seu nome e a cidade de onde está lacrando! Sim. Chegou essa hora no Aqui Não Violante. Nosso décimo terceiro episódio nessa sexta-feira 13 é o último dessa primeira temporada. E para fechar, vamos fazer do jeitinho que combinamos lá no começo e aproveitar para celebrar o quanto é fundamental ter apoio e acolhida em tudo que a gente se propõe fazer. Mas não se acostuma não que logo mais estamos de volta.

    41 min
  • EP 12 - (Des)cancelados?

    Sem saber onde chegar mas buscando algumas respostas, o mundo dos cancelados e dos canceladores de repente não é tão diferente assim. O cancelamento e o viés racista para a rota de descancelamento são ponto de partida de no décimo segundo episódio do Aqui Não Violante.

    43 min

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Sendo gay preto e de origem periférica aos 30 e poucos (ou muitos), como foi o caminho até chegar aqui? O que contribuiu? O que boicotou? O que acelerou? O que nos mantém até hoje onde estamos? E mais importante: o que nos move a seguir em frente?