Ações humanas como a agricultura, a pecuária e o lançamento do esgoto in natura podem ter comprometido a qualidade da água do Lago de Furnas, alterando as concentrações de E. coli, ou seja, de indicador de contaminação fecal. E isso compromete a balneabilidade do lago, isto é, a possibilidade de usos recreativos do reservatório, como a natação, já que o nível elevado de contaminantes pode causar danos à saúde humana. É o que indica uma dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFMG.