Programa Aqui tem Ciência apresenta pesquisa que recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de Tese: A popularização do uso das body cams, câmeras acopladas ao corpo, do tipo GoPro, levou ao boom dos chamados vídeos em primeira pessoa, nos quais as gravações são feitas enquanto os usuários realizam atividades como correr, surfar, andar de bicicleta e até mesmo trabalhar. O problema é que os vídeos gravados costumam ficar muito longos. Também é comum que sejam marcados pelas trepidações características do movimento natural no corpo de quem usa a câmera. Uma das técnicas que permitem reduzir e estabilizar os vídeos em primeira pessoa e, assim, assisti-los de uma forma mais agradável, é o Hyperlapse, que passou a ser oferecido por empresas de tecnologia como a Microsoft e o Instagram a partir de 2014. Doutor em Ciência da Computação pela UFMG, o pesquisador Michel Melo da Silva propôs o aprimoramento do método, denominado Hyperlapse semântico. A pesquisa, que recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de Tese, promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior, é apresentada no episódio 46 do programa Aqui tem ciência.