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Aí sim!
O Caminho do Vazio é o caminho das formas. Pois embora seja informe, sua manifestação tangível se dá na formulação que lhes emprestamos.
Às vezes somos pouco generosos ou nos falta criatividade, e Ele se apresenta no remendo de tudo o que há. Outras vezes, entretanto, nos inspiramos e abrimos os sulcos para sua expressão. São as obras de nossas vidas que abrigam parte desse incognoscível. Um objeto, uma relação, um legado – animados pelo espírito daquilo que É.
Uma coisa não é mais do que outra. Mas pode uma coisa traduzir mais fielmente o Vazio? A arte empresta sentido para nossa existência. Mas existe, de fato, sentido? E, se sim, é mesmo a arte que nos empresta.
Há mesmo um caminho? Se sim, vamos trilhá-lo. Ou melhor, entalhá-lo!
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Próximas Lives (Páginas Abertas):
Páginas Abertas #38 – 06/09 às 20:00 [Grande Fraternidade (Branca) Universal]
Páginas Abertas #39 – 04/10 às 20:00 [Os 7 Raios e suas Virtudes]
Páginas Abertas #40 – 22/11 às 20:00 [Páginas Rasuradas #3 – Quando as coisas dão Errado…]
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O post DM #77 – Entalhando o Tao – com Felipe Gravuras apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Aí Sim!
Um sistema de desenvolvimento marcial implica em uma filosofia que estruture passo a passo o avanço do estudante no caminho daquela técnica e em seu auto aprimoramento. É por isso que nenhuma arte marcial se resume à posições de combate, porque o desempenho do praticante depende de seu desenvolvimento integral, nas várias áreas de sua vida.
No Ninjutsu, especificamente, isso se torna mais explícito, no sentido de que há toda uma dedicação espiritual que fundamenta a formação do praticante no sentido de integrar corpo, mente e espírito e na realização do potencial máximo daquele indivíduo. Esses fundamentos espirituais têm muito do ocultismo japonês – uma tradição antiga e fechada, tal como esses mistérios deveriam ser.
Nesse episódio vamos perscrutar algumas dessas tradições orientais, não só japonesas, e as formas como elas foram aplicadas na antiguidade e suas adaptações contemporâneas. Mais do que isso, vamos entender a função essencial de um diário na transmissão de poder de um sacerdote para seus instruídos!
Pegue sua pena e prepare o seu nanquim, você vai querer anotar algumas coisas…
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Páginas Abertas #37 – 02/08 às 20:00 [O Conselho dos Sábios: A Comunhão dos Santos]
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Páginas Abertas #39 – 04/10 às 20:00 [Os 7 Raios e suas Virtudes]
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O post DM #76 – Magia Japonesa – com Doshi Frederico apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Aí Sim!
Uma das tarefas do Neófito na Santa Ordem é se familiarizar com um oráculo. O texto explica: desenvolver intimidade com um método divinatório é adquirir uma nova forma de pensar o mundo, uma linguagem que consiga traduzir as nuances sutis da Natureza.
Embora as instruções deixem o estudante livre para escolher seus métodos e hajam textos sobre a beleza poética e o refinamento do I Ching, ou sobre a consistência e a solidez da geomancia, todo estudante de Thelema em algum momento vai se debruçar sobre o Tarot de Thoth, por que ali existem várias das chaves para a interpretação e compreensão desse sistema mágicko.
Nosso convidado manja, e muito, de Tarot! Mas até chegar em thelema o caminho é tortuoso. E para ser um bom tarólogo é preciso ter experiência de vida & vocabulário simbólico. É assim que a gente aprende a ler as entrelinhas da existência!
Vai, puxa uma carta, e dá o play!
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O post DM #75 – Thelema & Tarot – com Taromancer (Juliano Ferrari) apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Aí Sim!
A bruxaria, desde sempre, é marginal. É uma prática íntima, advinda das entranhas de quem conjura o sagrado e o profano com as mesmas mãos, e que recusa a industrialização e se faz inacessível ao insensível. E, ainda que sistematizada, só conversa com quem se dispõe a aprender suas linguagens e dialogar com as sombras de seu ser.
Ainda que haja todo um movimento de higienização, & de rótulos & de tendências que descaracterizam o que é a bruxaria, ainda assim a arte resiste. Não pela recusa em se tornar mero produto cultural, mas pela essência do fazer mágico que é natural & instintivo, e transcende as definições mercadológicas & os arreios morais imputados.
Nossa convidada também tem uma história de resistência & transcendência. Trafega por vários universos que se coordenam a partir de sua prática, e assim comunga hipnose & ocultismo de maneira magistral. Mas há muito a ser considerado acerca dessa comunhão, e é o que vamos fazer nessa entrevista!
Esteja pronto pois você estará em transe em 3… 2… 1… play!
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Próximas Lives (Páginas Abertas):
Páginas Abertas #36 – 05/07 às 20:00 [Mão Esquerda & Mão Direita]
Páginas Abertas #37 – 02/08 às 20:00 [Grande Fraternidade Universal]
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O post DM #74 – Bruxaria Carniceira – com Thalita Leal (Awena Venom) apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Aí Sim!
Seria o Martinismo uma via mística? Muitos alegam que sim, posto que a via cardíaca é mais contemplativa do que operativa, de fato. Isso não quer dizer, entretanto, que o Martinismo seja passivo. Muito pelo contrário, o trabalho interno é o cerne do processo de Reintegração e sem este trabalho não há avanço no caminho.
Nesse episódio, trataremos, entretanto, do Martinismo Independente. Ou seja, de sua observação e prática sem estar integrado necessariamente a um grupo ou instituição. Mas, que para isso, exige um grau de estudo avançado, mas de comprometimento maior ainda. Afinal, muitas vezes é mais fácil executar suas tarefas ante uma observância alheia do que nas circunstâncias de sua própria vigília.
Coloque, portanto, sua máscara e cordão que a nossa sessão está prestes a começar!
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Próximas Lives (Páginas Abertas):
Páginas Abertas #36 – 05/07 às 20:00 [Mão Esquerda & Mão Direita]
Páginas Abertas #37 – 02/08 às 20:00 [Grande Fraternidade Universal]
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O post DM #73 – Martinismo Independente – com Chrystian Revelles apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Ai sim!
Os enteógenos são parte fundamental da espiritualidade humana desde que o mundo é mundo. Idolatrados por uns, renegados por outros, uma coisa é certa: seu uso concede acesso a estados de consciência extraordinários.
A espiritualidade, por si só, é arte de implementar e desenvolver a consciência humana. Não usamos a palavra “expandir” por que ela é simplista e não descreve o trabalho interno a ser realizado, que é justamente lidar com situações plurais e assimila-las de forma coesa e progressiva.
Entretanto, o que define esses atributos? Uma consciência pode se desestruturar? Ou estar tão desorganizada a ponto de não processar ou mesmo embaralhar os fatos? E o que pode advir desse processo? É definitivo? Como corrigir a situação?
Diversos povos originários acreditavam no poder da medicina natural na ordenação da matriz interna do indivíduo. E, também, que essas medicinas eram indicadas para pessoas & situações específicas, administradas de forma correta & responsável. E que se isso fosse seguido à risca, produziam-se, sim, estados de consciência luminosos que permitiam ao indivíduo os vislumbres da transcendência e novas formas de implementar a consciência, sua & do Todo.
Essa é uma ciência que tem sido banalizada, e por isso é um tema sensível. Mas é justamente por isso que precisamos tratar dele por aqui.
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Próximas Lives (Páginas Abertas):
Páginas Abertas #35 – 07/06 às 20:00 [Ocultismo & Misticismo]
Páginas Abertas #36 – 05/07 às 20:00 [Mão Esquerda & Mão Direita]
Páginas Abertas #37 – 02/08 às 20:00 [Grande Fraternidade Universal]
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O post DM#72 – Medicinas Naturais – Com Débora Chabes apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Aí sim!
Às vezes ouvimos dizer por aí que o Candomblé é uma “religião iniciática”. Mas qual é a procedência desses dizeres? E o que isso significa de fato?
O Candomblé possui, sim, seus ritos de passagem e de iniciação, e é uma religião que exige muito de seus adeptos: disciplina, comprometimento, responsabilidade e respeito – entre outras qualidades que são imprescindíveis para se trilhar o caminho de nação. Mas definir a religião sob a ótica cerimonial ou esotérica é limitar a riqueza de seus conceitos e fundamentos próprios.
Talvez por ser uma religião de mistérios haja tanta desinformação ao seu redor. É que a quantidade de gente tentando perscrutar as frestas dos barracões acaba falando demais, sem ter vivência e nem fundamento. Por isso que a gente tem que abaixar a cabeça e ouvir de quem sabe e de quem vive a tradição.
Tire os sapatos, pise na terra e sente no chão, pois hoje vamos ter uma aula!
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Casa de Candomblé @ileaseomoogiyan
Casa de Umbanda @Reino_de_oxala_
O post DM #71 – Xirê dos Orixás – Com Dan de Òsógiyan apareceu primeiro em Diário Mágicko.
Aí Sim!
O caminho da Mão Esquerda é reconhecidamente um caminho de maior liberdade. Isso não quer dizer, entretanto, descompromisso e inconsequência. Muitos são os estudantes que são atraídos à essa senda por acreditarem que sua aversão à ortodoxia se aliviará em um caminho fácil e independente.
A verdade, é que a via da mão esquerda exige tanto do estudante como qualquer outro caminho. Talvez até mais, para conseguir se desviar de marmoteiros, mal caráteres & pessoas em busca de atenção e poder a qualquer custo e que abundam nos arredores dessa vertente.
Muitos são os obstáculos para se conseguir avançar na via sinistra, tantos os internos, como estes externos. É por isso que pessoas verdadeiramente comprometidas com suas trajetórias e que buscam contribuir com o cenário e com outros estudantes são raros e extraordinárias. E são essas as pessoas a quem temos que dar ouvidos.
O episódio de hoje traz não um, mas dois convidados, também parceiros da podosfera, que vêm nos apresentar uma nova perspectiva de como a espiritualidade pode ser vigorosa e pulsante!
Coloque suas guias, firme a vela e dê o play com fervor.
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O post DM #70 – O Caminho da Mão Esquerda – com Bruno Lorencini & Mabi Matos apareceu primeiro em Diário Mágicko.
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No budismo o conceito de Amor-Bondade é muito caro. Entende-se que a bondade amorosa é a forma perfeita de se relacionar com todos os outros seres que nos cercam. Mais do que meramente compaixão, esse é um atributo ativo que pode ser empregue em qualquer circunstância em que se esteja.
Mas, enquanto alguém que pratica a bondade amorosa enxerga sua possibilidade em cada momento, aqueles que estão fora do caminho de elucidação de sua consciência não conseguem enxergar muitos outros caminhos além da disputa e da violência. E bondade só se adquire pela prática da flexão de um bom coração.
Entretanto, é possível estimular um coração extenuado a partir de certas práticas. Hoje, especificamente, trataremos de cânticos que são entoados em razão da felicidade e da realização de todos os seres sencientes. Estamos falando do Paritta Metta Sutta e da recitação por monges tailandeses num retiro de vipassana.
Deixe essa canção tocar o seu coração, vem!
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O post DM #69 – Paritta Metta Sutta – com Luciana Morin apareceu primeiro em Diário Mágicko.
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Quando pensamos sobre o reencantamento do mundo é natural admitirmos um paradigma animista: tudo está vivo, todas as coisas interagem entre si, e o ser que é capaz de comungar com o universo é um Xamã.
O xamanismo, portanto, fala muito da habilidade de transitar entre esferas e universos diferentes, de comunicar com o sagrado em suas diversas expressões, de acessar os saberes naturais e assimilá-los em si.
O Xamã, portanto, não é um indivíduo super dotado, mas sim alguém que se permitiu sensibilizar-se. Alguém que, deliberadamente, escolhe comungar com A Fonte e com tudo do que dela provém. Alguém que, nesse trabalho de flertar com o Infinito, vai também pouco a pouco se integrando e se tornando mais… inteiro.
Quando pensamos assim, o xamanismo não é tanto um sistema pré-definido, mas uma forma de atuar no mundo de maneira mais natural e espontânea. E esse papel pode ser visto em diversos sistemas iniciáticos, embora sob nomes diferentes.
Mas, você consegue enxergar a semelhança? Não existe desenvolvimento espiritual legítimo sem que haja comunhão com o diferente. E é sobre isso que vamos tratar nesse episódio.
Vem com a gente!
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O post DM #68 – Xamanismo & Integração – com Richard Unterberger apareceu primeiro em Diário Mágicko.