
Sign up to save your podcasts
Or


Do que você sente vergonha? Por muitas vezes ao longo da vida nos deparamos com acontecimentos que nos fazem sentir envergonhados. Pode ser algo corriqueiro como uma apresentação em público ou pode ser alguma atitude tomada por impulso que resultou em algo que te gera arrependimento, em geral a vergonha se conecta com um sentimento de as pessoas vão te julgar se virem você com esse nível de exposição.
Todos os dias você acorda, levanta da cama, e acende a luz do seu quarto. Uma rotina diária e continua que se torna completamente automática frente às preocupações do cotidiano. Você nem pensa ou se dá conta disso no seu dia a dia, até o dia em que aperta o interruptor, e nada... É tão automático, que nem eu e nem você percebemos que apenas nesse pequeno exercício de instantes, já existe a expectativa de que a lâmpada do quarto vai acender ao apertar o botão do interruptor. Sim ou não? E nós só percebemos o valor dessa expectativa atendida quando ela não acontece.
A imagem dessa cena funciona perfeitamente para a nossa vida como um todo. Já parou para pensar a quantidade de conexões que precisaram dar certo para a lâmpada do seu quarto acender todos os dias? Quem desenhou a lâmpada, quem cuida da linha de montagem, quem embala e prepara a caixa para o caminhão, a pessoa que dirige o caminhão, a que organiza as prateleiras... Ufa, ainda faltam tantos...
Quantas vezes você já sentou em cima de uma decisão, empurrou com a barriga, e postergou até não aguentar mais continuar repetindo o que te incomoda? Eu já vivi muitas vezes esse tipo de situação até tomar consciência desse padrão e aprender a me conectar mais comigo mesmo.
Muitas vezes um dos caminhas mais difíceis e solitários pode ser a busca por si mesmo. Se permitir fazer as escolhas que fazem sentido para si ainda que estejam no sentido oposto do que a maioria dos seus amigos, familiares e pessoas à sua volta. E ao mesmo tempo diversas emoções surgem nesse trajeto. Luz e sombra que se acompanham e revezam enquanto você busca se manter em equilíbrio.
Ao longo da vida, seguimos um caminho tido como natural, de estudar, se formar em uma determinada profissão, começar a trabalhar, e seguir uma carreira a partir das oportunidades que surgem, e ainda muitas vezes conforme as necessidades que temos de remuneração para a arcar com a vida que se quer viver.
Um dos pontos que mais me chama atenção é conhecer pessoas que vivem de forma coerente com o que lhes importa. Essa é uma escolha nada trivial, e que muitas vezes envolve caminhos diferentes dos mais difundidos pelo status quo. Envolve realizar mudanças, envolve agir. Porque salvo raríssimas exceções, cada um de nós descobre o que importa para si através da prática, de errar, acertar, se conectar com as próprias dores e com aquilo que lhe faz bem. E com o tempo, conseguir distinguir uma coisa da outra, para fazer mais do que te faz bem, e cada vez menos repetir o que já não cabe mais. Nesse episódio eu e Joana conversamos sobre o impacto de se conectar com esse caminho coerente.
De tempos em tempos todos nós paramos para colocar a vida em perspectiva e fazer um balanço do quanto segue fazendo sentido o nosso dia a dia. Se a resposta for "não", o incômodo e a inquietude tendem a forçar uma escolha por mudança. Eu vivi isso na minha vida por mais de uma vez, e nesse episódio eu recebo o Pedro Cirri, um querido amigo da minha formação em Coaching Ontológico no Chile, que também viveu esse processo na sua vida. A gente conversa sobre os impactos dessa jornada de fazer uma mudança de vida, seus aprendizados, descobertas e o mergulho de sentido que é corrigir o rumo em direção a um viver coerente com o que é importante para cada um.
Tonia Casarin é Mestre em Educação pelo Teachers College da Universidade de Columbia, em Nova York. Ela atua na aprendizagem dos pilares fundamentais do desenvolvimento socioemocional junto a adultos e crianças, e é Autora dos livros bestsellers “Tenho Monstros Na Barriga” e “Tenho Mais Monstros Na Barriga”, em que ajuda crianças e pais a identificarem e nomearem as emoções.
Hoje começa essa minha mais nova aventura! E sabe aquela sensação de borboletas no estômago? Então… Nesse momento é exatamente assim que eu estou me sentindo! O episódio de hoje tem a ver com isso: vamos conversar sobre aprender e como fica o nosso mundo interno durante o processo de viver algo novo. Porquê? Porque não tem nada de óbvio em aprender e viver algo novo. Você já parou pra compreender como é o SEU processo de aprendizagem? Vem ver o que a gente sentiu sobre isso!
From the publisher's feed