O caso da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, que foi encontrada morta com um tiro na cabeça, passou a ser tratado como morte suspeita após contestação da família. Agora, por decisão da Justiça de São Paulo, a investigação deve seguir como feminicídio. A determinação partiu da juíza Giovanna Christina Colares, da 5ª Vara do Tribunal do Júri, que entendeu que, diante dos elementos do inquérito e da natureza do possível crime, o caso precisa ser analisado dentro da competência dos crimes contra a vida.
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices