O recuo de Donald Trump em relação à Groenlândia é bem-vindo, pois sinaliza que, minimamente, a comunidade internacional conseguiu manter o direito internacional vigente em um cenário de desordem, afirma Raquel dos Santos. Para a professora de Relações Internacionais da UFF, a decisão do presidente dos Estados Unidos deve-se à pressão feita por países estratégicos contra a incorporação do território autônomo dinamarquês.
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