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Diferenças entre vida social e vida em cooperação, sociedade vs companheirismo acerca das necessidades alheia e as suas próprias - como ambos possuem contrastes, em sentido de lidar e interagir em grupos.
[ESSES EPISÓDIOS TEM APENAS O INTUITO DE INFORMAR, EVITAR TORNAR O CONTEÚDO PESSOAL.]
Um breve resumo de introdução, do significado de todo o sistema de constelações do zodíaco védico, que tem como corpo celeste principal e prioritário, a lua, pois a lua é o verdadeiro regente do nascimento, já que as estrelas e por sua vez toda a sua casa estelar, são acompanhadas e vistas através do período lunar. É o sistema mais antigo e milenar para se prever períodos de vitórias, misérias, riquezas, saúde, bem-estar, felicidade e demais assuntos polêmicos que permeiam a humanidade como um todo. Enquanto os signos são 12, os nakshatras são 27. Enquanto os signos são regidos pelo movimento do sol, os nakshatras são regidos pelo movimento da lua.
Como podemos manipular as forças do espaço (imaginando), refrear nossa vontade de seguir o inconsciente do coletivo e usar nossas próprias rédeas individuais para tomar um rumo diferente da nossa capacidade de criar, recriar e imaginar situações diferentes para nós e para os outros. Tudo isso é força pessoal, mas uma força extrafísica, extremamente delicada para que o olho grosseiro e rude possa presenciar e sentir com clareza sua capacidade de modificar nosso entorno e nosso destino, nosso rumo.
Com a capacidade de extrapolar os limites da imaginação, se é preciso de cuidado e cautela com o que se está pensando e criando inúmeras vezes em sua cabeça. Pois a tendência da imaginação ao ser desenvolvida interiormente, é querer pular para fora logo em seguida.
Meditação número 11.
Como as polaridades se reúnem, se agrupam para dar forma a um ser completo, em paz e bem prolongado dentro da vida, capaz de se harmonizar com toda e qualquer forma de ser vivo ou de formas de vida, capaz de exemplificar e personificar a plenitude interior através do desapego de uma só expressão da sexualidade.
As casas: a terceira série da sabedoria oculta da astrologia. A nossa alfabetização sobre seus efeitos nas diferentes áreas de nossa vida, e como cada uma tem influência sobre um tema específico no desenrolar de nossas experiências de vida.
A casa 12 rege ilusões, desilusões, trabalhos e serviços de caridade, ONGs, ajudas humanitárias, hospitais psiquiátricos, asilos, prisões, doenças mentais, o mágico, o transcendental, a imaginação, o extraordinário, ter um universo particular, silêncio, meditação, espiritualidade, dissolução.
O que o nosso corpo cerebral realmente precisa não está em intelectualização exagerada, propagandas, notícias, vícios em televisões, livros com conteúdos pouco satisfatórios, difíceis ou maciços demais. O equipamento cerebral funciona como um instrumento perfeito que nos guia até aquelas direções exímias e certas, sentidas por nós como um verdadeiro êxtase e a felicidade enraizada, mas quando a mentalidade se prolonga em excessos de estímulos extrínsecos a nós, a bagagem mental começa tornar-se desvirtuosa, como um grande lixo fedorento, e disso as imagens e intuições são confusas e as mensagens na qual a mente deseja nos passar sobre nós mesmos e nossos caminhos, começam a empalidecer, perder vida e ficar em segundo plano, nos bastidores.
O verdadeiro conhecimento é sempre simples, esclarecedor e libertador. Nunca letárgico, confuso ou repressor.
As casas: a terceira série da sabedoria oculta da astrologia. A nossa alfabetização sobre seus efeitos nas diferentes áreas de nossa vida, e como cada uma tem influência sobre um tema específico no desenrolar de nossas experiências de vida.
A casa 11 rege as revoluções, economia global, causas sociais, igualdade, equidade, liberdade, cooperação, destruição dos moldes antigos, mudança de pensamento, ambição política, grupos e comunidades alargadas.
As casas: a terceira série da sabedoria oculta da astrologia. A nossa alfabetização sobre seus efeitos nas diferentes áreas de nossa vida, e como cada uma tem influência sobre um tema específico no desenrolar de nossas experiências de vida.
A casa 10 representa o trabalho, a disciplina e esforço que colocamos para atingir a meta desejada, status, imagem pública, lidar com o mundo lá fora, enfrentar o status quo, as pressões, as autoridades, governo, objetivos, sua marca, seu legado.
As casas: a terceira série da sabedoria oculta da astrologia. A nossa alfabetização sobre seus efeitos nas diferentes áreas de nossa vida, e como cada uma tem influência sobre um tema específico no desenrolar de nossas experiências de vida.
A casa 9 representa nosso eu divino, o contato com estudos superiores, verdades absolutas e universais que regem tudo, o mundo, religião, fé, crenças, dogmas, otimismo, filosofia, a natureza humana, viagens distantes, erudição, a busca pelo sentido da vida.
Como descobrimos, no fundo, se estamos mais inclinados para o peso ou para a leveza? Se somos atraídos mais pela sensação do peso ou o da leveza, e em qual espectro, ou extremo, tendemos a querer nos enraizar? Por que ambos normalmente são vistos como distantes, dessemelhantes, desvirtuosos um para o outro? Assim como bom e ruim, triste e alegre, monstro e príncipe, polícia e ladrão, herói e vilão? Como compreender com mais profundidade a união de ambos, a fraternidade que existe dentro destes dois objetos, sensações, pessoas, situações, pois esta é a modesta sinceridade: há uma atração na aparência, e por detrás da aparência, existe um fator oposto a aquilo na qual se atraiu.
O peso e a leveza são uma mesma substância vivendo em camadas diferentes dentro de um mesmo recipiente. O peso na camada mais grossa e o leve na camada mais fina.
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