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As disputas em jogo com a tese do marco temporal estão diretamente associadas à situação de insegurança alimentar de cerca de 180 famílias indígenas do povo Avá Guarani no extremo oeste do Paraná. Essa é uma das inumeráveis histórias que se espalham pelas terras e territórios do Brasil que fazem parte do contexto da demarcação de terras indígenas.
“Quando não estamos em uma terra demarcada, não podemos construir nossa casa. Além de não termos acesso a serviços básicos como saneamento, saúde e educação”, relata o cacique Natalino Almeida, líder da Tekoha ITy Mirin, em Itaipulândia, a 73 quilômetros de Foz do Iguaçu.
Além dos impactos dos grandes empreendimentos, o território de diversos povos originários pelo país sofrem com invasões e degradação do meio ambiente, além de ameaças e ataques à população. O relatório “Conflitos no Campo Brasil 2022”, elaborado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e divulgado em abril, aponta que no ano passado 18 indígenas foram assassinados em disputas pela questão do território. A análise da identidade social revela que os crimes vitimaram ainda sem-terras (9), ambientalistas (3), assentados (3) e trabalhadores assalariados (3). O documento ainda aponta que a Amazônia Legal concentrou 59% dos conflitos por terra em 2022.
Entre denúncias – como a do Povo Avá Guarani – e disputas – com o marco temporal – o programa Bem Viver da Rádio Brasil de Fato destaca um emaranhado de “nós” que envolve os direitos de diversos povos do Brasil no acesso à terra e ao território.
Ficha técnica:
O post Atar e desatar: Bem Viver repercute o “nó” do marco temporal diante dos direitos dos povos apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
By Brasil de FatoAs disputas em jogo com a tese do marco temporal estão diretamente associadas à situação de insegurança alimentar de cerca de 180 famílias indígenas do povo Avá Guarani no extremo oeste do Paraná. Essa é uma das inumeráveis histórias que se espalham pelas terras e territórios do Brasil que fazem parte do contexto da demarcação de terras indígenas.
“Quando não estamos em uma terra demarcada, não podemos construir nossa casa. Além de não termos acesso a serviços básicos como saneamento, saúde e educação”, relata o cacique Natalino Almeida, líder da Tekoha ITy Mirin, em Itaipulândia, a 73 quilômetros de Foz do Iguaçu.
Além dos impactos dos grandes empreendimentos, o território de diversos povos originários pelo país sofrem com invasões e degradação do meio ambiente, além de ameaças e ataques à população. O relatório “Conflitos no Campo Brasil 2022”, elaborado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e divulgado em abril, aponta que no ano passado 18 indígenas foram assassinados em disputas pela questão do território. A análise da identidade social revela que os crimes vitimaram ainda sem-terras (9), ambientalistas (3), assentados (3) e trabalhadores assalariados (3). O documento ainda aponta que a Amazônia Legal concentrou 59% dos conflitos por terra em 2022.
Entre denúncias – como a do Povo Avá Guarani – e disputas – com o marco temporal – o programa Bem Viver da Rádio Brasil de Fato destaca um emaranhado de “nós” que envolve os direitos de diversos povos do Brasil no acesso à terra e ao território.
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