Devocional Edificai

Atos 24:1-27 Paulo se defende diante do Tribunal - Devocional 558


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Agora Paulo está preso e vulnerável entre os dois poderes, o religioso e o civil, o poder combinado de Jerusalém e Roma era praticamente invencível.
No entanto, Paulo tinha convicção de que não era traidor da igreja nem do Estado. Ele não havia cometido nenhum pecado de blasfêmia. Paulo foi acusado injustamente e estava sendo julgado por estar contra a lei dos judeus, contra o templo e contra César, Paulo se defendeu diante de uma multidão de judeus e do Sinédrio. Agora, seria julgado diante dos procuradores Félix e Festo, e do rei Agripa II.
As acusações tinham natureza política e religiosa, o público presente era em parte romano e parte judeu.
Assim, quando Paulo falou com a multidão de judeus e com o Sinédrio, o comandante Romano Cláudio estava ali ouvindo, e, quando Paulo se apresentou a Félix, Festo e ao Rei Agripa II, representantes de Roma, os judeus estavam ali o acusando.
Paulo se defende de todas as acusações levantadas contra ele e prova que os argumentos usados eram falsos. Paulo prova que não é um perturbador da paz. Paulo não foi a Jerusalém para criar transtornos, pelo contrário foi para adorar a Deus e ofertar ao povo judeu. Foi para abençoar e não para causar tumulto. Paulo prova que o Caminho não é uma seita. Paulo reafirma que é seguidor da religião do Caminho, mas, ao mesmo tempo, diz que não se trata de uma seita como os judeus a chamavam, pois ele adorava ao Deus de seus pais e cria no ensinamento das Escrituras. Paulo não era um inovador, mas um homem absolutamente fiel à fé dos seus antepassados. A religião do Caminho não era uma novidade religiosa inventada por Paulo, mas tinha suas raízes no Antigo Testamento. O Cristo anunciado por Paulo era o mesmo proclamado pelos profetas. Paulo prova que não profanou o templo e que nada fez de errado. Longe de ir a Jerusalém profanar o templo, seu propósito era essencialmente religioso. Paulo foi a Jerusalém para demonstrar amor à sua nação e respeito às leis judaicas. Foi levar ofertas, Paulo entrou no templo com esse propósito. O tumulto não foi criado por Paulo, mas pelos judeus fanáticos. Quem profanou o templo não foi Paulo, mas seus acusadores.
A postura de Paulo despertou curiosidade no Governador Félix que chamou Paulo para conhecer um pouco mais acerca do Caminho, e ouvi-lo a respeito da sua fé em Cristo. Paulo não pregava para agradar, Paulo pregou ao Governador sobre consciência, justiça, domínio próprio e juízo vindouro. Ao abordar estes temas, Paulo mostrou a Félix e esposa que eles deveriam tomar uma atitude em relação ao pecado que cometiam. O governador ficou com medo do julgamento futuro, mas recusou-se a se arrepender dos seus maus caminhos e se voltar para a fé em Jesus. A atitude de Félix foi deplorável, pois ao invés de arrepender-se, deixou para depois a mais importante decisão de sua vida, e disse a Paulo por agora, podes retirar-te, e, quando eu tiver oportunidade, chamar-te-ei. O deixar para depois, é a mais insensata e mais perigosa decisão da vida de uma pessoa, quando se trata da salvação de sua vida. O dia do arrependimento é hoje. O tempo do acerto com Deus é agora. Amanhã pode ser tarde demais!
Deus abençoe e que você tenha um excelente dia.
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