5. Qual é o conselho do Novo Testamento para os casamentos divididos pela religião? 1 Co 7:12-15; 1 Pe 3:1, 2
A bênção de ser um cônjuge cristão. Em 1 Coríntios, Paulo respondeu à inquietação dos convertidos. Eles desejavam saber se permanecer casado com um cônjuge incrédulo poderia ser ofensivo a Deus ou trazer contaminação para si e para seus filhos. Paulo disse que não. A condição sagrada do casamento e sua intimidade devem continuar após a conversão de um parceiro. A presença de um cristão “santifica” o cônjuge e os filhos do casal.
A palavra “santifica” deve ser entendida no sentido de que o incrédulo entra em contato com as bênçãos da graça ao viver com um companheiro cristão. Por mais doloroso que seja, o cônjuge descrente pode decidir abandonar o casamento. Embora as consequências sejam sérias, a palavra misericordiosa do nosso Deus, que sempre defende a liberdade de escolha do ser humano, é que, caso o descrente queira se separar, “que se separe”.
O cristão, “em tais casos [...], não fica debaixo de servidão” (1 Co 7:15, NVI). Chamados para viver em paz. Evidentemente, a preferência da Palavra de Deus é que, apesar dos desafios de um lar espiritualmente dividido, seja encontrada uma forma pela qual a paz de Cristo reine ali. A esperança é manter o casamento intacto, evidenciar o triunfo do evangelho em meio às dificuldades e promover o conforto do cônjuge com quem o cristão é uma só carne, embora ele(a) seja incrédulo(a).
6. Quais são as limitações da responsabilidade de um cônjuge cristão para com o outro que é descrente?
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Há maior probabilidade de levar o cônjuge não cristão para Cristo quando o cristão manifesta benignidade, fidelidade inabalável, serviço humilde e testemunho cativante. Em um casamento cristão, a submissão surge da reverência a Cristo (compare com Ef 5:21). Antes de se relacionar em submissão cristã com um incrédulo, o cristão deve se submeter e ser fiel primeiramente a Deus. A fidelidade às reivindicações de Deus não exige que o cônjuge cristão sofra abuso nas mãos de um parceiro violento.
Você conhece alguém que luta com a incredulidade do cônjuge? Você pode ajudar essa pessoa?