“ Em várias ocasiões na narrativa da batalha do Armagedom, as criaturas horrendas e os eventos assustadores ficam em segundo plano por um momento, e surge um vislumbre de uma verdade mais pessoal. Como vimos, uma delas está em Apocalipse 16:15: ‘Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha’.
Esse texto, que aparece no meio da única passagem na Bíblia que realmente menciona o Armagedom, ecoa muitas passagens do Novo Testamento sobre a preparação pessoal para a volta de Jesus e os eventos finais. “Outro texto é Apocalipse 17:14: ‘Esses guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois Ele é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis – e os que estão com Ele são chamados, escolhidos e fiéis’ (tradução do autor). No fim, a grande guerra retratada nesse verso envolverá um exército de pessoas cujo objetivo primário não é destruir os outros com armas, mas ser fiel ao seu chamado e eleição divina.
O Armagedom é uma batalha muito diferente das lutas travadas pelas nações e movimentos rebeldes hoje. Como eu tenho dito repetidamente, a batalha do Armagedom é uma luta pela mente. É também uma batalha pelo coração – um chamado à sincera fidelidade ao Cordeiro que foi morto” (Ap 5:9, 10, 12; 13:8; Jon Paulien, Armageddon at the Door. Hagerstown, Md.: Autumn House Publishing, uma divisão da Review and Herald, 2008, p. 193).