O pecado fez separação entre o homem e Deus. Um grande abismo foi aberto entre eles e, a menos que esse abismo fosse fechado, a humanidade estaria condenada à destruição eterna. O abismo era profundo e perigoso. Foi necessário algo absolutamente incrível para que o problema do pecado fosse resolvido e a humanidade pecadora fosse reconciliada com o Deus justo e santo. Foi necessário que Alguém eterno e divino como o próprio Deus Se tornasse humano e, em Sua humanidade, oferecesse Seu corpo como sacrifício pelos nossos pecados.
2. O que João 1:1 a 3 e 14 e Filipenses 2:5 a 8 ensinam sobre Jesus? Assinale a alternativa correra:
A. ( ) Jesus foi criado por Deus e não é eterno.
B. ( ) Jesus estava com Deus e era Deus. Ele é eterno.
Cristo é eterno e não depende de nada nem de ninguém para existir. Ele é Deus, não a mera aparência exterior de Deus, mas o próprio Deus. Sua natureza essencial é divina e eterna. Jesus manteve essa divindade, mas Se tornou um ser humano a fim de obedecer à lei como ser humano e morrer como Substituto por todos aqueles que transgrediram a lei, ou seja, todos nós (Rm 3:23). Cristo Se tornou homem, sem nenhuma vantagem em relação aos outros humanos. Ele obedeceu à lei de Deus, não mediante Seu poder divino interior, mas confiando no mesmo poder divino exterior, disponível a toda a humanidade. Jesus era plenamente Deus e plenamente homem.
Isso significa que Aquele que sustenta “todas as coisas pela palavra do Seu poder” (Hb 1:3) é o mesmo que Se achava deitado na manjedoura como bebê (Lc 2:16). Isso significa que Aquele que “é antes de todas as coisas”, em quem “tudo subsiste” (Cl 1:17) é o mesmo que, como criança humana, crescia “em sabedoria, estatura e graça” (Lc 2:52). Significa que Aquele sem o qual “nada do que foi feito se fez” (Jo 1:3) é o mesmo que foi morto e pendurado num madeiro (At 5:30). Se tudo isso revela o amor de Cristo por nós (e Seu amor é apenas uma manifestação do amor do Pai), então não é de admirar que tenhamos tantos motivos para nos alegrar e agradecer!
Leia Romanos 8:38 e 39. O que lemos no estudo de hoje nos dá razões poderosas para confiar no que Paulo disse nesses versos?