O capítulo de hoje pode fazer surgir uma pergunta: "Deus castiga?” "Se Deus é bom, por que castiga?" "Se é justo por que permite que o pecado continue?" A Bíblia esclarece ambos os pontos. O Senhor "é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (2 Pedro 3:9). Ao mesmo tempo, diz: "Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso, e arrepende-te" (Apocalipse 3:19). Finalmente, esgotados os recursos que conduzem ao arrependimento, em um ato de misericórdia, e por amor de Sua justiça e dos Seus filhos que a desejam, Deus tem de fazer Sua "obra estranha" (Isaías 28:21), destruindo aos que escolhem viver à margem dos princípios que imperam no reino eterno. Porque Deus é tão justo e misericordioso que respeita o livre-arbítrio e permite que os rebeldes colham as consequências da decisão que fazem. Que Deus castiga, no sentido de corrigir do mal, ou no sentido de exterminar o mal que não tem mais recuperação (especialmente no juízo final), é uma verdade revelada a nós. Entretanto, isto não deve influir na motivação de nosso relacionamento com Deus. Mas o que Ele mais deseja é dar-nos Sua disciplina de amor. “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”(1 João 4:18). Então, sem medo de castigo! Por favor, leia hoje Oséias 13, ok?