Leia, de Ellen G. White, “Assumir a Vitória”, p. 105, 106, em Mensagens aos Jovens; “O Verdadeiro Motivo no Serviço”, p. 93-95, em O Maior Discurso de Cristo; “Apelo aos Jovens”, p. 365, em Testemunhos Para Igreja, v. 3; Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1196, 1197. “[Jesus] não consentia com o pecado. Nem por um pensamento cedia à tentação. O mesmo pode ocorrer conosco. A humanidade de Cristo estava unida à divindade; Ele estava habilitado para o conflito, mediante a presença interior do Espírito San - to. E veio para nos tornar participantes da natureza divina. Enquanto estivermos ligados a Ele pela fé, o pecado não terá domínio sobre nós. Deus nos toma a mão da fé e a leva a se apoderar firmemente da divindade de Cristo, a fim de atingirmos a perfeição de caráter” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 123). “Quando somos batizados nos comprometemos a romper todas as relações com Satanás e seus agentes, e entregar coração e espírito à obra de estender o reino de Deus […]” (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1196). “Os filhos do maligno são servos de seu senhor; de quem se fazem servos para lhe obedecer, desse são servos (Rm 6:16), e não podem ser servos de Deus enquan - to não renunciarem ao diabo e a todas as suas obras. Não pode ser inofensivo para os servos do Rei celestial o envolvimento com os prazeres e diversões em que se empenham os servos de Satanás, embora eles repitam muitas vezes que tais di - versões são inocentes. Deus tem revelado santas e sagradas verdades para sepa - rar Seu povo dos ímpios e purificá-los para Si” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 404).
Perguntas para discussão
1. Mesmo com as promessas de vitória sobre o pecado, todos somos pecadores e o coração humano é corrupto. Existe contradição nisso? Explique.
2. Testemunhe na classe sobre o que Cristo fez em você, sobre as mudanças que você experimentou e sobre a nova vida que tem nEle.
3. Nossa salvação está somente no que Cristo fez por nós. No entanto, quais são os perigos de exagerar essa verdade, minimizando aquilo que Jesus faz em nós para nos transformar à Sua imagem? Por que precisamos enfatizar esses dois aspectos da salvação?