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Neste episódio, continuamos a leitura de O Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo, escrita por Lenin em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial.
(00:01:43) Capítulo III - O Capital Financeiro e a Oligarquia Financeira
(00:41:46) Capítulo IV - A Exportação de Capital
(00:57:03) Capítulo V - A Partilha do Mundo entre as Associações de Capitalistas
(01:21:42) Capítulo VI - A Partilha do Mundo entre as Grandes Potências
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Neste episódio, apresentamos a leitura da primeira parte de uma das obras fundamentais do pensamento marxista: O Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo, escrita por Lenin em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial.
(00:02:32) Prefácio
(00:06:12) Prefácio às edições francesa e alemã
(00:21:50) Capítulo I
(01:04:00) Capítulo II
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Neste episódio, apresentamos a leitura de dois textos que tratam do que significa ser um militante organizado, as responsabilidades individuais e coletivas dentro de uma organização marxista-leninista, o papel e embasamento das frentes de massa, a disciplina revolucionária e a necessidade permanente de formação política.As leituras foram realizadas por militantes do Cezpem, frente de massas voltada à organização da categoria de educadoras e educadores.
Textos deste episódio:
(02:54) Condições para ser militante comunista (Maio de 1977) - Diógenes Arruda
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Leitura: Pedagolítica
(15:25) Sobre os Quadros (13 de Agosto de 1935) - Georgi Dimitrov
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Leitura: Rafael Ita
Neste episódio da Audioteca Crítica, apresentamos a leitura na íntegra da entrevista concedida por Friedrich Engels ao jornal britânico The Daily Chronicle, publicada em 1º de julho de 1893.
Na época com 72 anos, Engels aborda o avanço eleitoral do Partido Social-Democrata Alemão, a recusa firme a alianças com a burguesia, a crítica ao reformismo fabiano e faz uma previsão impressionante sobre os rumos do militarismo na Europa.
📖 Texto: Entrevista ao The Daily Chronicle (1893)
🎙️ Leitura: Bebel
Neste episódio do Audioteca Crítica, abordamos um texto crucial de Vladimir Ilich Lenin, de 1905, onde ele analisa a sociedade capitalista, a opressão e o papel da religião.
Lenin analisa como a exploração do trabalho gera opressão econômica, social e espiritual. Ele defende a separação total entre Igreja e Estado, argumentando que a religião deve ser um assunto privado em relação ao Estado, mas não ao partido revolucionário. A luta contra o "nevoeiro religioso" deve ser ideológica e científica, visando a libertação da classe operária através da ação revolucionária.
A capa deste episódio conta com a foto da Catedral do Sangue Derramado, em São Petersburgo. Esta catedral foi construída no local onde o czar Alexandre II foi assassinado em 1881, um evento que simboliza a efervescência política e as tensões sociais da Rússia pré-revolucionária. A grandiosidade de suas cúpulas e a riqueza de seus detalhes, bancadas pelo Estado e pela nobreza, contrastam com a dura realidade da classe operária descrita por Lenin, destacando a instrumentalização da religião pelo poder estatal que ele criticava.
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Leitura: Elisa
Edição: Nate
Arte da capa: Azhariel
Amílcar Cabral foi dirigente revolucionário da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Além de fundador do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde), também foi um dos fundadores do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).
O texto Aplicar na Prática os Princípios do Partido foi originalmente publicado no livro “A Prática Revolucionária”, lançado em 1977. No artigo, Cabral enfatiza a importância de vivenciar os princípios partidários no cotidiano da militância, destacando elementos como crítica e autocrítica, direção coletiva e centralismo democrático. Ele destaca que a aplicação correta dos princípios partidários é essencial para fortalecer a organização e enfrentar as grandes responsabilidades da luta .
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Leitura: Elisa
Edição: Nate
Arte da capa: Azhariel
Sherry Wolf é uma ativista socialista, escritora e palestrante estadunidense, conhecida por seu envolvimento na luta pelos direitos LGBTQIAP+ e pela justiça social. Ela é autora do livro Sexuality and Socialism: History, Politics and Theory of LGBT Liberation (Sexualidade e Socialismo: História, Política e Teoria da Libertação LGBT), no qual analisa a opressão LGBT a partir de uma perspectiva marxista.
Wolf já atuou como organizadora política e foi membro de grupos socialistas nos Estados Unidos, defendendo que a libertação LGBT está intrinsecamente ligada à luta contra o capitalismo. Além disso, escreveu para publicações como Jacobin e International Socialist Review, abordando temas como luta de classes, imperialismo e direitos civis.
Seu trabalho enfatiza que a opressão contra pessoas LGBT não é uma questão meramente cultural ou moral, mas um fenômeno enraizado em estruturas econômicas e políticas que beneficiam a classe dominante.
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Boa audição!
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Leitura: Elisa
Edição: Nate
Arte da capa: Azhariel
Neste último episódio da série dedicada à leitura de 'O Socialismo e a Guerra', de Vladimir Ilitch Lenin, chegamos à análise do capítulo final. Ao longo dos episódios anteriores, discutimos a crítica de Lenin ao imperialismo, as estratégias da burguesia russa e a resistência das classes trabalhadoras. Neste episódio final, Lenin reafirma a necessidade urgente de uma resposta internacionalista e revolucionária ao chauvinismo e ao militarismo, destacando o papel do proletariado na transformação do cenário mundial.
A obra, redigida em um momento de extrema tensão política e social, propõe uma reflexão sobre a importância de não ceder às ilusões de uma 'paz' que preserve as estruturas de poder imperialistas. Lenin nos convoca, assim, a refletir sobre os dilemas que o movimento socialista e a classe trabalhadora enfrentam ao se opor aos interesses da guerra e à perpetuação do capitalismo.
Como podemos, então, evitar os erros do passado, que transformaram as lutas em cenários de divisões que enfraqueceram o movimento? Vamos explorar como o oportunismo, o individualismo e a falta de unidade podem ser superados através da consciência política, da verdadeira solidariedade e da persistência na luta pela revolução socialista.
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Leitura: Elisa
Edição: Nate
Neste episódio, daremos continuidade à leitura de O Socialismo e a Guerra com a análise do terceiro capítulo, intitulado A Reconstituição da Internacional. Abordaremos as complexidades e desafios em torno da reconstituição da Internacional. Este tema, profundamente relevante no contexto das guerras imperialistas, expõe os diferentes caminhos tomados pelas correntes socialistas e como essas escolhas moldaram o movimento operário internacional.
Começaremos com uma análise crítica das propostas dos sociais-chauvinistas e do chamado "centro", que buscam ocultar os verdadeiros conflitos de classe sob um verniz de unidade e pacificação após a guerra. Em seguida, exploraremos as divisões internas entre os social-democratas alemães, observando o papel do oportunismo, do kautskismo e da esquerda revolucionária.
O episódio também destacará a posição do Partido Operário Social-Democrata da Rússia (POSDR), sua firme rejeição ao oportunismo e sua visão para a construção de uma nova Internacional marxista, livre de chauvinismo e alianças burguesas.
A obra é fundamental para compreender como essas questões continuam a moldar a luta por um movimento socialista revolucionário e internacionalista.
Leitura: Elisa
Edição: Nate
No episódio de hoje, daremos continuidade à leitura de O Socialismo e a Guerra com a análise do segundo capítulo, intitulado "As Classes e os Partidos na Rússia". Nele, Lenin e Zinoviev dissecam como a burguesia russa, ao lado do governo czarista, manipulou o contexto da Primeira Guerra Mundial para consolidar seus interesses econômicos e políticos. Eles denunciam o uso de um vasto aparato de mentiras e propaganda, tanto na Rússia quanto em outras potências europeias, para justificar a guerra imperialista e envenenar as massas com chauvinismo.
Veremos como as elites agrárias e industriais russas, bem como os liberais, se alinharam ao regime czarista, esperando lucros e vantagens territoriais de uma eventual vitória militar. Lenin também aborda o fracasso da burguesia liberal em se manter uma força progressista e sua degeneração em um movimento comprometido com o militarismo e a reação.
Ao mesmo tempo, o texto destaca a imensa resistência da classe operária, que, ao contrário das outras classes, permaneceu amplamente imune ao chauvinismo e continuou a se organizar contra o czarismo e o imperialismo. A análise revela que o verdadeiro motor da revolução na Rússia residia na classe trabalhadora, e não nas camadas burguesas ou liberais, que sucumbiram ao nacionalismo e à guerra. Apesar da repressão brutal, o proletariado manteve sua luta internacionalista.
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Leitura: Elisa
Edição: Nate
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