Os dados econômicos, políticos e sanitários divulgados em janeiro reforçaram o cenário positivo que se desenhava no final de 2020. O mês foi marcado por renovada pressão dos preços de energia e no atacado agrícola. Diante da percepção de maior risco para a inflação, o Copom retirou o forward guidance e passou a discutir se as atuais condições ainda exigem um nível de Selic tão estimulativo.
Nos Estados Unidos, a vitória na Geórgia, e consequente controle Democrata no Senado, era o fator que faltava para consolidar o cenário de grande impulso fiscal no novo governo, que poderá superar US$ 1,9 trilhão. Mesmo que o Congresso aprove um pacote equivalente à metade desse montante, isso já é suficiente para revisarmos para cima a nossa projeção para o PIB americano.