Em setembro, o cenário continuou marcado por incertezas. No contexto internacional, seguem as expectativas relativas à retirada dos estímulos da política monetária dos EUA e à desaceleração do crescimento econômico na China e na Europa.
No Brasil, continuamos com um cenário relativamente construtivo, em virtude de acreditarmos que o atual regime fiscal não será alterado e que a inflação será endereçada, uma vez que a taxa de juros se encontra em processo de normalização, com o Banco Central já tendo anunciado que irá fazer o que tem de ser feito para levá-la à meta no horizonte relevante.
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