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Você pode seguir até 7.500 perfis no Instagram, ter até 5.000 amigos no Facebook e estar inscrito em até 2.000 canais no YouTube. Você acha que essa quantidade de conteúdo para acompanhar é factível? Por que as redes não estipulam um limite (bem) menor e mais compatível com o fato que somos seres humanos e não "robôs para dar like"? Se você não mudar a forma como usa as redes, elas vão continuar monopolizando ao máximo o seu tempo.
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Os algoritmos das redes sociais conseguem conhecer você melhor do que você mesmo. É possível prever com excelente precisão o seu comportamento com base nos dados que você voluntariamente (e involuntariamente) forneceu. E esses dados podem ser usados para fazer você tomar uma determinada decisão. Nesse processo as redes sociais precisam garantir que você continue usando seus sistemas para colher seus dados e alimentar seus algoritmos. Você é o produto mais valioso dessas redes.
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Durante a história da sociedade humana nem sempre estava presente a Ciência. Em algum momento de nosso desenvolvimento começamos a criar a Ciência e ela hoje é o pilar fundamental de TODA nossa tecnologia. Imagine hoje como seria o seu cotidiano se não existissem computadores, celulares, TVs, carros, motos, aviões, navios, equipamentos hospitalares, remédios, vacinas, etc. Tudo isso só é possível devido ao conhecimento desenvolvido com a Ciência.
Neste episódio do Balaio de Ideias vamos bater um papo sobre isso. E nós tivemos o prazer de receber nesse episódio o nosso primeiro convidado externo: Prof. Rafael Procopio (do canal Matemática Rio — https://www.youtube.com/matematicario ).
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As plataformas de redes sociais estão atualizando suas políticas e regras de uso para não permitir o espalhamento de conteúdo conspiracionista ou negacionista em suas plataformas. Quando essas redes tomam essa atitude, lembrando que elas são empresas privadas, isso pode ser considerado uma "censura"?
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Na era da pós-verdade algumas pessoas tentam transformar a Ciência em uma questão de "narrativa". Os negacionistas e os pseudocientistas usam características inatas e positivas da Ciência para tentar atacá-la. A estratégia básica dessas pessoas é tentar colocar um estudo científico como tendo o mesmo valor argumentativo que a opinião (ilógica) de que a Terra é plana, que vacinas fazem mal ou que o coronavírus é apenas uma gripezinha.
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Em 1666 a Europa enfrentava a peste negra (bubônica) e as aulas na Trinity College foram suspensas. Isso fez o jovem Isaac Newton voltar para a casa de sua mãe em Woolsthorpe, onde ele praticou uma espécie de homeshcooling (educação domiciliar) e acabou desenvolvendo suas ideias de Cálculo, Óptica e a Lei da Gravitação Universal. Enquanto isso, em 2020, o que você está fazendo durante o isolamento social por causa da pandemia do coronavírus? Brincadeiras à parte, vale lembrar que Newton foi um gênio que tinha acumulado um grande ferramental matemático e físico antes do isolamento forçado.
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A pandemia do coronavírus é a maior crise de saúde pública das últimas décadas. A Modelagem Computacional pode ajudar a estudar e entender diversos aspectos dessa doença. Desde o seu padrão de infecção até o desenho de fármacos para combater o vírus.
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A Física de Newton não ultrapassa a velocidade da luz absoluta da Física de Einstein. Mas antes de sair por aí dizendo que Einstein refutou Newton, é melhor você ficar tranquilo porque no mundo de baixas velocidades no qual você vive a Física de Newton vai funcionar e resolver todos os seus problemas.
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O seu cérebro tem 86 bilhões de neurônios e eles formam uma rede neural com 100 trilhões de conexões. E se a gente pudesse copiar toda essa rede? O conjunto dessas informações é você? Nós já conseguimos mapear toda a rede de 302 neurônios do nematoide C. Elegans e parte disso já foi utilizada para movimentar um robô. Vamos discutir aplicações e implicações de termos a cópia de redes neurais dos animais.
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Eu vou colocar você em uma máquina de fRMI e te dar dois botões. Um botão vai ficar na sua mão esquerda e outro na direita. Eu vou lhe mostrar uma sequência de imagens e você vai escolher quando e qual botão vai apertar. Agora vem a parte curiosa: eu vou conseguir prever qual botão você vai apertar 10s antes de você ter a consciência disso. O que esse experimento nos diz sobre livre arbítrio?
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Referências.
[1] Chun Siong Soon et al., ‘Unconscious Determinants of Free Decisions in the Human Brain’, Nature Neuroscience 11:5 (2008), 543– 5.
[2] Koenig-Robert, R., Pearson, J. Decoding the contents and strength of imagery before volitional engagement. Sci Rep 9, 3504 (2019).
[3] Harari, Y. N. (2016). Homo deus: A brief history of tomorrow.
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