O termo "um defeito de cor" era usado no Brasil colonial para justificar a exclusão de pessoas negras de determinadas funções, como o exército ou o clero. Era uma forma de alegar que a cor da pele era um impedimento para exercer essas profissões, e por isso, uma pessoa negra precisava solicitar uma dispensa, quando ocupava esses cargos, alegando esse "problema". E foi esse o nome do título escolhido por Ana Maria Gonçalves para o livro que escreveu e que se tornou um dos mais vendidos anos após inspirar o enredo de uma escola de samba no ano passado. A repórter Paloma Morais conversou com a escritora para saber os detalhes de como a obra foi escrita. Confira!